Se existe um tema que já rendeu discussões, produtos de qualidade e eficácia questionáveis e muitas dúvidas, sem sombra de dúvidas isto é a gordura localizada. Fórmulas milagrosas, géis, exercícios, dietas malucas e tudo mais o que você possa imaginar, já foi lançado com o intuito de eliminar a gordura localizada. Infelizmente, nenhum destes métodos “fáceis, seguros e eficazes” surtiu o efeito esperado. Métodos de “choque” na gordura ou ainda pior, de congelamento desta, também são ineficazes. A explicação para isso tudo reside na fisiologia!   Para eliminar a gordura localizada, precisamos entender qual a sua função!   A gordura localizada nada mais é do que o acúmulo de lipídios em certas partes do corpo. Graças a nossa evolução e nossa genética, temos pré-disposição para armazenar mais gordura em determinados lugares. Os homens no geral, tendem a armazenar mais gordura na barriga, pela proximidade dos órgãos vitais. Já as mulheres, tendem a armazenar mais gordura na região da cintura e do quadril, para que os fetos não fiquem sem alimento. Antes de falarmos mais especificamente sobre exercícios e dieta para perder gordura localizada, temos de entender alguns conceitos. A gordura localizada é um tecido formado por células lipídicas. Estas células tem como única função a geração de energia pelas vias aeróbicas. A única maneira de diminuir o tamanho destas células (sim, por que eliminar totalmente as células de gordura é possível apenas com intervenções cirúrgicas) é usá-las como fontes energéticas e principalmente. Além disso, elas não podem ser repostas através da alimentação. Agora que falamos um pouco sobre o metabolismo das gorduras, vamos dar o enfoque necessário para a gordura localizada!     Eliminar a gordura localizada, de que maneira faço isso?   Para eliminar gordura localizada, você precisa de exercícios específicos, certo? Abdominais fazem com que você elimine gordura, certo? Claro que não! A ciência já provou que não existe esta história de queima de gordura localizada. Pronto, seu mundo caiu! Então este artigo não serve para nada? Claro que sim, nos deixe explicar. Não existe a queima de gordura de maneira localizada. Por isso, se você tem gordura localizada na parte interna das coxas, de nada vai adiantar fazer apenas exercícios na cadeira adutora. Da mesma maneira, se você tem gordura localizada na barriga, de nada vai adiantar fazer milhões de abdominais apenas. Nosso corpo não sabe interpretar alguns contextos muito bem. Ele não sabe que determinado exercício tem como objetivo eliminar a gordura localizada de determinado local. O corpo vai sempre optar pelo que é mais fácil para ele. Portanto, a primeira coisa que você precisa ter em mente sobre como eliminar gordura localizada, é que para isso você precisa baixar todo o seu percentual de gordura corporal. Portanto, você precisa de um treino geral, com foco em todo seu corpo, pois somos uma totalidade e não um amontoado de partes! Veja então como deve ser seu treino com foco em eliminar gordura localizada.   Como deve ser o treino e a dieta para eliminar gordura localizada?   Basicamente, o treino para eliminar gordura localizada é o mesmo do que para o emagrecimento em geral. O objetivo é que o corpo utilize os depósitos de lipídios como fonte energética. Para isso você precisa de:   – Treinos intensos; – Aumento de massa muscular; Desta maneira, treinos como a musculação ou o treino HIIT são os mais indicados, pois fazem com que seu metabolismo fique acelerado por mais tempo. Além disso, eles atuam diretamente no metabolismo basal, fazendo com que seu gasto calórico diário seja mais elevado. Como na maioria do tempo, utilizamos o metabolismo aeróbico como principal fonte energética, eliminamos muito mais facilmente as reservas de gordura. Já falei sobre isso neste vídeo!     Foco no que dá resultado!   Ao contrário do que muitos pensam, treinos para eliminar gordura localizada precisam ser generalistas, com foco nos grandes grupos musculares. Treinos muito isolados não são eficientes para eliminar gordura localizada, pois eles atuam de maneira menos intensa sobre o metabolismo basal. Por isso, prefira os exercícios multi-articulares, com movimentos mais amplos, como por exemplo o avanço, agachamento, supino reto, abdominal canivete, remada alta e muitos outros. Além disso, como o objetivo é que o treino tenha estímulos metabólicos, é muito interessante que as pausas entre os exercícios sejam reduzidas. Desta maneira, o estímulo será muito mais intenso do que se você recuperar totalmente seus substratos energéticos entre uma série e outra. E estou falando de treinos em geral e não apenas da musculação.   Leia também: Perder barriga, por que você não consegue?   Outro ponto é a alimentação também precisa estar focada neste objetivo, pois de nada adianta gastar e depois repor, não é? A alimentação para eliminar gordura localizada precisa ser hipocalórica, mas sem prejuízos de nutrientes, para que você perca apenas lipídios e não massa magra. De maneira geral é assim que você vai eliminar gordura localizada. Não acredite em fórmulas mágicas, em produtos milagrosos ou em dietas malucas. O simples geralmente é o mais eficiente. Aposte na disciplina e no controle e com certeza, terá excelentes resultados! Um exercício para emagrecer só terá resultado se for executado com frequência, por exemplo!   Tem alguma dúvida ou sugestão? Entre em contato comigo! Bons treinos!  

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Para perder barriga, o caminho principal é reduzir gordura corporal ao longo do tempo, preservando a massa muscular. Fazer mais abdominais não garante redução da gordura localizada. Alimentação, treinamento, sono e regularidade precisam funcionar em conjunto, sem promessas de prazo ou soluções que dependem de exaustão diária. Quando a cintura não muda, a primeira tarefa é revisar o processo. O peso varia com água, conteúdo intestinal e outros fatores; uma medida isolada não mostra toda a evolução. Observe tendências e use condições semelhantes ao comparar medidas. Exercício localizado não garante perda de gordura localizada Abdominais treinam os músculos do tronco. Isso é diferente de escolher de onde o organismo vai retirar gordura. No estudo de Vispute e colaboradores, publicado em 2011, seis semanas de exercícios abdominais melhoraram a resistência muscular, mas não reduziram significativamente a gordura abdominal. O estudo não responde a todas as possibilidades de treinamento, porém mostra por que não faz sentido tratar centenas de repetições como solução suficiente. A distribuição de gordura e a ordem em que as medidas mudam também variam entre pessoas. Os 4 erros mais comuns 1. Avaliar o esforço sem avaliar a rotina Uma sessão cansativa não informa o balanço energético da semana. Treino, alimentação e movimento fora da academia entram no conjunto. Compensar o cansaço ficando muito menos ativo ou mudando a alimentação pode dificultar o objetivo, sem que isso seja percebido. 2. Trocar musculação por mais e mais aeróbico O aeróbico é útil, mas retirar todo o treinamento de força deixa de oferecer um estímulo importante para preservar capacidade muscular. As modalidades podem coexistir, com uma distribuição que caiba na rotina e seja tolerada. 3. Fazer restrições difíceis de sustentar Dietas muito restritivas podem prejudicar disposição, adesão e desempenho. Cortar um alimento isolado não garante o resultado, assim como consumir um produto anunciado como saudável não resolve o conjunto. A avaliação e a prescrição alimentar devem ser feitas por nutricionista. 4. Confundir suor e dor com eficiência Suor está relacionado à regulação da temperatura, não é uma medida de gordura eliminada. Dor muscular também não demonstra que houve mais emagrecimento. Um programa precisa permitir recuperação e continuidade; o conteúdo sobre estímulo e recuperação no treino ajuda a entender essa relação. O que funciona na prática Déficit energético compatível com suas necessidades: a redução de gordura depende de um balanço energético negativo ao longo do tempo. A forma de construí-lo deve considerar saúde, preferências e rotina, com acompanhamento nutricional. Treinamento de força: mantenha exercícios e progressões adequados ao seu nível. Durante o emagrecimento, acompanhar força e execução ajuda a perceber se o processo está comprometendo sua capacidade de treinar. Alimentação suficiente e proteína adequada: preservar músculo exige mais do que simplesmente comer menos. Quantidades e escolhas precisam ser individualizadas por nutricionista, especialmente quando há condições clínicas. Sono e rotina: noites ruins e horários incompatíveis com o programa dificultam a recuperação e a regularidade. Ajustar uma sessão para que seja repetível costuma ser mais útil do que depender de treinos extremos ocasionais. Por que perder massa muscular atrapalha Perder peso na balança não é igual a perder apenas gordura. Uma redução de massa muscular pode comprometer força, função e qualidade do treinamento. Por isso, a avaliação precisa ir além do peso total e considerar desempenho, medidas e contexto. Ganhar músculo não transforma gordura em outro tecido, nem cria um metabolismo capaz de compensar qualquer alimentação. São processos diferentes. O objetivo é reduzir gordura enquanto se preserva, tanto quanto possível, a capacidade física. E quando existe dor no joelho? O excesso de peso pode aumentar a demanda mecânica sobre o joelho, mas não é a única explicação para dor. Esperar emagrecer para só então fortalecer costuma deixar o plano incompleto. É possível começar com exercícios e doses compatíveis com a condição atual. Para quem tem esse diagnóstico, o conteúdo sobre treino adaptado para artrose apresenta como integrar fortalecimento e acompanhamento dos sintomas. Quanto tempo leva para perder barriga? Não há um prazo universal. Ponto de partida, adesão, saúde, distribuição de gordura e estratégia alimentar influenciam a resposta. Se medidas e desempenho não evoluem, revise os registros com os profissionais responsáveis em vez de apenas aumentar a intensidade. Perguntas frequentes Abdominal perde barriga? Ele fortalece os músculos do tronco, mas não é uma estratégia suficiente para eliminar a gordura localizada. O processo depende do conjunto de alimentação e atividade física. Aeróbico em jejum ajuda mais? Treinar em jejum não garante maior perda de gordura ao longo do tempo. Um estudo comparando exercício em jejum e após alimentação encontrou mudanças semelhantes de composição corporal nas condições avaliadas. A escolha deve considerar tolerância, desempenho, rotina e orientação individual. Cinta funciona para eliminar gordura? A compressão pode alterar temporariamente a aparência, mas não elimina gordura abdominal. Suar mais sob a cinta também não comprova emagrecimento. Se o treino precisa ser reorganizado para seu objetivo e suas limitações, conheça a consultoria online de treino. A parte alimentar deve ser acompanhada por nutricionista.

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Os praticantes de exercícios de força, na sua grande maioria sabe que para ter bons resultados tem que, além de malhar, alimentar-se corretamente. Mas este alimentar-se corretamente é bastante amplo. Muitas vezes surgem inúmeras dúvidas de como proceder para ter uma alimentação saudável. A alimentação para musculação precisa, antes de qualquer coisa, ser focada na saúde e na obtenção da melhora das funcionalidades do organismo. Depois disso, pensamos em resultados estéticos ou de desempenho. Alimentação para musculação, começando pelos grupos alimentares! Temos basicamente, 3 grupos alimentares que devem fazer parte de nossa dieta. Veja cada um deles! Energéticos Esse grupo é composto pelos carboidratos e pelas gorduras. Sua função é fornecer energia para todos os processos metabólicos do corpo e se compõe dos seguintes alimentos: Cereais em grãos, arroz integral, trigo integral, triguilho, canjica, aveia, etc. e suas respectivas farinhas – fubá, farinha integral, de rosca, etc. Doces entre outros. Construtores Os nutrientes que exercem esta função são as proteínas que representam o “tijolo” desta construção. São compostos por leguminosas, soja, além das proteínas de origem animal ( leite, ovos, carne, queijo), que por sinal tem um ótimo valor biológico, o que auxilia na reconstrução muscular. Reguladores Aqui entram as vitaminas, os minerais, celulose e água. Fazem parte deste grupo os seguintes alimentos: Frutas – maçã, caqui, melancia, pêra, banana, mamão, melão, etc. Verduras – alface, agrião, rúcula, salsa, repolho, etc. Legumes – chuchu, cenoura, beterraba, berinjela, etc. Inclua de um a três tipos desse grupo em cada refeição. Na prática, estes 3 grupos de alimentos se complementam em suas funções e trazem o bom funcionamento para nosso organismo. Mas qual a relação deles com a alimentação para musculação? Toda! Eles compõem as quantidades ideais para cada caso. No geral, os alimentos usados em uma dieta para musculação, seguem porcentagens de cada grupo de alimentos!   Alimentação para musculação, como criar a sua? Os praticantes de musculação tem que ingerir alimentos dos 3 grupos para que seu corpo mantenha o metabolismo funcionando corretamente e possa desenvolver seus músculos. Falando especificamente de cada um deles, os nutrientes vão ajudar o praticante de musculação pois melhoram todos os processos metabólicos, tornando assim o corpo mais equilibrado. Os carboidratos e gorduras vão fornecer energia para o treinamento, mas podem ser convertidos em tecido adiposo corporal caso sejam ingeridos em excesso. Portanto prefira ingerir gorduras “boas” e opte por carboidratos complexos ( integrais) pois eles demoram mais tempo para serem digeridos. Desta maneira, seu corpo se manterá nutrido por mais tempo e você não terá tanto acumulo de gordura, mesmo em fases de crescimento muscular, que chamamos de Bulking.     Proteínas na alimentação para musculação!   Já no que se refere as proteínas, também tome cuidado, pois se ingeridas em excesso, elas acabam não sendo sintetizadas pelo corpo. O ideal para pessoas quem não tenham um treinamento tão intenso (pessoas que não são atletas) seja entre 10 e 15% da ingestão diária de alimentos, ou ainda entre 1 e 2 gramas por quilo de peso corporal. Mas isso varia muito de metabolismo e nível de atividade física. Pessoas com uma rotina de treinos mais intensa, podem usar entre 2 e 3 gramas por quilo corporal, dependendo do que o nutricionista indicar. Além disso é ideal que você ingira, no máximo uma hora antes do seu treino, alimentos a base de carboidratos e proteínas. Isso em termos de padrão de comportamento, para ter nutrientes suficientes para seu corpo se recuperar dos exercícios. Também que ingira alimentos ricos em carboidratos simples ( absorvidos rapidamente eles irão repor as reservas perdidas) e proteínas para repor o que foi gasto nos exercícios. Além disso evitar doces, frituras e bebidas alcoólicas em excesso são excelentes formas de potencializar seu treinamento. Lembre-se também que o treinamento físico se apoia em 3 pilares (alimentação, treino, descanso). Se um destes elementos não é levado em conta, os resultados não aparecem. Além disso, a alimentação precisa estar alinha a periodização para musculação. Caso contrário, não teremos resultados satisfatórios! Sempre procure um nutricionista para te auxiliar. Somente ele é que pode prescrever dietas. Bons treinos!

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  Falta de tempo é um problema que assola a grande maioria das pessoas. Todos nós passamos a grande parte do dia trabalhando e quando retornamos para casa, os afazeres do lar nos chamam, e com isto tudo para fazer a qualidade de vida vai ficando em segundo plano. Os resultados todos já sabem, alimentação desregrada, exercícios físicos negligenciados e sobre peso evidente. Neste sentido, o treino rápido para emagrecer pode ser uma excelente saída!   Obviamente este problema é bastante atual e cada vez mais as pessoas tem que adaptar seu estilo de vida a uma sociedade que cobra cada vez mais produtividade e eficiência. O problema é que anda disso é suficiente quando falamos em qualidade de vida.         Treino rápido para emagrecer, partindo do básico!     Como já mencionei anteriormente, só existe uma maneira de se emagrecer, que é ter um déficit calórico, ou seja, perder mais calorias do que se ingere. Também já falei sobre fatores que aceleram o metabolismo (além do exercício físico, falei também dos alimentos que aceleram o metabolismo, os famosos termogênicos).   Isso tudo provavelmente não é novidade para você. Mas mesmo sabendo de tudo isso você não consegue emagrecer por que anda sem tempo para se exercitar ou para comer direito? Isso não pode ser desculpa, afinal como já dizia um ditado popular, o interessado da um jeito.   Pouco tempo e quer emagrecer? Vamos começar pela dieta!   Primeiro vamos falar de alimentação. Uma queixa constante de quem tem pouco tempo é a alimentação, pois alimentar-se direito é algo que geralmente demanda tempo. Caso você coma fora de casa, existem alguns pequenos ajustes para que você não deixe sua conta calórica tão alta.   Priorize a qualidade. Em uma dieta hipocalórica, a qualidade é o ponto principal. Alimentos com boa qualidade nutricional serão muito amis efetivos, pois além de oferecerem os nutrientes que seu corpo precisa, no contexto geral, reduzem a quantidade calórica, desde que você não cometa deslizes.   Prefira sempre os alimentos integrais, pois como eles demora mais tempo para serem absorvidos pelo corpo, eles irão te satisfazer por mais tempo e evitarão que você coma demais na próxima refeição.   Está com vontade de comer besteira? Pare e pense se esta vontade de comer poderia ser substituída por uma comida convencional, como arroz e feijão. Se a resposta for sim, você está realmente com fome. Se for não, é apenas seu psicológico clamando por açúcar ou outras besteiras.     Treino rápido para emagrecer   Já no que se refere aos exercícios, você terá que elegê-los como prioridade e se exercitar entre 20 e 30 minutos por dia. Indica-se, para o treino de emagrecimento, de 4 a 6 vezes por semana. Na musculação, prefira movimentos multiarticulares, intervalos mais curtos de descanso e movimentos com melhor amplitude. Os estímulos metabólicos, na maior parte dos casos, são os mais indicados.     Porém, é obvio que temos que levar em conta fatores individuais. Nem todas as pessoas estão prontas para um tipo de treino como este! Neste sentido, o acompanhamento de um bom educador físico é fundamental.   Nos aeróbicos, prefira intercalar dias com HIIT e dias com aeróbico contínuo. Desta forma, com a carga adequada e fazendo com que tenhamos estímulos variados, teremos melhores resultados.   Mas não ache que pelo fato de seu treino ser mais curto, visando o emagrecimento, você terá que ter menos cuidado. Como precisaremos aumentar a intensidade, teremos que utilizar movimentos mais eficientes, melhorar a flexibilidade e outros fatores ligados a consciência corporal. Um treino rápido para o emagrecimento precisa, antes de qualquer coisa, ser altamente efetivo!   Por isso, busque sempre o acompanhamento de bons profissionais. Um treinador que estuda e se atualiza e que sabe como montar uma periodização adequada para suas necessidades é fundamental. Da mesma forma, um bom nutricionista saberá encontrar o equilíbrio nutritivo e calórico para que você alcance seus objetivos. Sua saúde e bem estar não tem preço! Bons treinos! Tem alguma dúvida ou sugestão? Entre em contato comigo!  

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É muito comum as pessoas buscarem dicas para emagrecer rápido, emagrecer de forma rápida e fácil. Creio que uma fórmula mágica, onde esforço e dedicação não aconteçam ainda não exista. Porém podemos potencializar este processo, afinal emagrecer rápido e com saúde pode sim ser possível, desde que da forma correta. Neste sentido, os exercícios para emagrecer se mostram como uma possibilidade. Antes de tudo, é preciso entender que emagrecimento é igual a balanço calórico negativo. Portanto, de nada adianta fazer exercícios para emagrecer, se sua dieta e descanso não estiverem alinhados! Para que isto seja possível você precisa escolher bem seus aliados de guerra, que irão te auxiliar no processo. Estes aliados são alimentos, exercícios, dieta, descanso e muito mais que podem te ajudar. Por isso, selecionei algumas atividades que podem ser bastante interessantes para o emagrecimento.     É importante ressaltar que estes valores variam de acordo com o metabolismo, intensidade da prática, alimentação, estilo de vida e níveis de stress. São dados apenas estimativos e que podem te dar um norte sobre quais atividades serão mais eficientes para você.   Exercícios para emagrecer, quais as melhores opções? As atividades que irei te mostra, tem um gasto calórico total médio, podendo ser maior ou menor dependendo da pessoa que pratica e as condições de prática. O tempo usado como base é 1 hora de prática. Todas as atividades listadas tem um gasto superior ao mostrado, pois o retorno ao estado inicial consome energia e calorias. Mas estes valores dependem do organismo de cada um e de suas individualidades. Corrida: Por mais que muitos digam que ela é ineficiente, ainda é uma das mais utilizadas e que mais traz resultados ao emagrecimento. Em cerca de uma hora de corrida, pode-se gastar cerca de 900 calorias ou mais, dependendo da intensidade. Porém é importante ressaltar que em uma corrida de uma hora é importante ingerir algum carboidrato ou bebida energética. Além disso, a alternância de ritmo, elevações e outros elementos, ajudam a melhorar o gasto calórico total.   É fundamental, que aliada a corrida, você pratique musculação. Isso por que, entre os exercícios para emagrecer que irei mostrar, é fundamental buscar também as questões funcionais.     Tênis ou Squash: Como acontece com muitos esportes, as variações de intensidade são fundamentais nos exercícios para emagrecer. Tanto o tênis quanto o squash têm uma intensidade muito elevada e sua prática pode gastar mais de 800 calorias em uma sessão de uma hora. É lógico que isso só será possível com um nível mínimo de técnica e coordenação motora. Além disso, pessoas com muito peso, podem lesionar suas articulações com esta prática.     Lutas: As lutas vêm cada vez mais ganhando espaço como exercícios, sejam para emagrecer, sejam para eliminar o stress e se movimentar. Uma hora de prática pode gastar mais de 790 calorias, além de melhorara a agilidade, resistência aeróbica e muscular e a coordenação motora. Além disso, por seu grau intermitente de esforço, o gasto calórico total das lutas pode ser bem interessante, em termos de emagrecimento.   Musculação: Antes tida como coisa de “marombeiro”, agora amplamente usada por todos os grupos. A musculação vem ganhando espaço no emagrecimento, graças ao seu gasto calórico total e aumento do metabolismo. Uma hora de musculação pode gastar mais de 700 calorias. Métodos mais intensos podem ter gastos calóricos superiores.   Leia também: Treino de musculação para emagrecer, veja como ele deve ser!   Além disso, dentre todos os esportes e exercícios para emagrecer aqui apresentados, a musculação é a mais efetiva. No contexto geral, além do aumento do gasto calórico, temos também um impacto grande no metabolismo basal. Spinning: Esta modalidade de bike indoor, onde se alternam a velocidade, resistência e ritmo das pedaladas tem um gasto calórico por aula de mais de 750 calorias. É uma alternativa para quem gosta de aulas coletivas, que no geral, eu contraindico. Natação: Uma das práticas mais indicadas para pessoas com problemas articulares ou musculares, devido ao seu baixo impacto, a natação também pode gastar mais de 550 calorias em uma hora de prática. Além disso, fortalece a musculatura das costas, peito, braços, abdômen e pernas. Entre os exercícios para emagrecer aqui citados, a natação é, junto com a musculação, uma das mais eficientes para públicos com limitações de movimento.     Treinamento em circuito: Esta modalidade de treinamento, onde podem-se usar vários tipos de exercícios, variando conforme os objetivos, pode gastar mais de 600 calorias, se for feito com alternância de exercícios aeróbicos e de força.     Estes são alguns dos exercícios para emagrecer mais indicados para quem busca qualidade e resultados duradouros. Sempre lembrando, que as individualidades precisam ser respeitadas e que é fundamental o acompanhamento de um bom profissional! Bons treinos!

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Personal trainer online pode valer a pena quando existe avaliação, planejamento individualizado e acompanhamento de verdade. O formato, sozinho, não garante qualidade. A diferença aparece na forma como o profissional considera sua rotina, interpreta suas dificuldades e ajusta o treino quando a execução ou a resposta deixam de ser adequadas. Na minha consultoria online de treino, o ponto de partida é entender quem vai treinar. Antes de escolher exercícios, preciso conhecer objetivos, histórico de atividade, dores, equipamentos disponíveis e tempo para cumprir o programa. Ficha pronta e consultoria: o que muda Uma lista de exercícios pode organizar uma sessão, mas não substitui um processo de acompanhamento. Duas pessoas podem receber exercícios parecidos e precisar de cargas, amplitudes, frequências e progressões completamente diferentes. O trabalho individualizado precisa responder a perguntas concretas: o que fazer quando uma máquina não está disponível? Como adaptar um exercício que provoca dor? Quando aumentar a carga? Como reorganizar a semana se uma sessão não puder acontecer? Se a resposta a qualquer dificuldade é apenas trocar a ficha ou mandar treinar mais forte, o problema não é necessariamente ser online. Falta um critério que conecte avaliação, execução e evolução. Funciona para quem tem dor ou lesão? Pode funcionar em casos selecionados. Ter um diagnóstico não exclui automaticamente o acompanhamento à distância, mas também não demonstra que ele seja suficiente. É necessário considerar estabilidade do quadro, capacidade de executar orientações e necessidade de avaliação presencial. A anamnese reúne o histórico. Vídeos de movimentos e testes orientados podem ajudar a observar execução e limitações, sem substituir exame clínico ou diagnóstico. O relato da resposta nas horas seguintes ao treino complementa essas informações. Em situações como treino para artrose e treino para hérnia de disco, a escolha das versões e a progressão merecem atenção. Quando há sinais novos, piora importante ou dúvida diagnóstica, o encaminhamento faz parte do trabalho. O mesmo cuidado vale para o treino para condromalácia patelar: o programa considera o diagnóstico, mas também precisa acompanhar a capacidade funcional e a resposta às sessões. O que avaliar antes de contratar Formação e registro profissional: procure qualificação compatível com o serviço oferecido. Avaliação inicial: entenda quais informações serão usadas para elaborar seu programa. Correção de execução: confirme como enviar vídeos e como receber orientações. Comunicação: conheça o canal de contato, os prazos e a frequência de revisão combinados. Adaptações: pergunte como o programa considera dor, equipamentos e mudanças de rotina. Limites: desconfie de garantias de cura, transformação rápida ou resultados iguais para todos. O valor não deve ser comparado apenas pelo número de exercícios entregues. É preciso saber o que está incluído no acompanhamento e se você conseguirá participar desse processo. Para quem o formato pode não ser suficiente Quem precisa de assistência física, supervisão contínua durante os movimentos ou avaliação presencial pode precisar de outro formato, ou de um acompanhamento combinado. Um iniciante pode aprender à distância em alguns contextos, mas não deve ser pressionado a realizar sozinho algo que ainda não consegue controlar. Dor sem avaliação, perda de força recente, sintomas após trauma ou piora progressiva não devem ser resolvidos apenas enviando uma nova ficha. A consultoria de treinamento não substitui atendimento médico ou fisioterapêutico. Como funciona a consultoria do Sandro Meu trabalho começa com uma anamnese detalhada e a análise das necessidades de treinamento. A partir daí, organizo seleção de exercícios, carga, volume e progressão de acordo com o contexto individual. Durante o acompanhamento, as informações sobre execução, dificuldade e sintomas ajudam a decidir os ajustes. O objetivo é que você compreenda o motivo das escolhas e saiba o que observar, em vez de seguir uma lista sem referência. O vídeo mostra uma visão breve do aplicativo de treino utilizado no acompanhamento. Perguntas frequentes Preciso treinar em academia? Não necessariamente. O planejamento depende dos objetivos e dos recursos disponíveis. É importante informar isso antes da contratação para avaliar a viabilidade. Como a execução é corrigida à distância? Vídeos e relatos ajudam o profissional a orientar ajustes. Eles têm limites de enquadramento e observação; quando isso não é suficiente, pode ser necessário apoio presencial. Serve para quem terminou a fisioterapia? Pode fazer parte da transição, considerando as orientações e limitações do tratamento. Veja como organizar o retorno ao treino após fisioterapia. Em quanto tempo vou ver resultado? Não há um prazo que possa ser garantido. Objetivo, condição inicial, regularidade, recuperação e outros cuidados influenciam a resposta. O acompanhamento deve observar medidas relevantes de evolução ao longo do tempo. Para conhecer o processo, acesse a consultoria online de treino. Se quiser conversar sobre a adequação do formato ao seu caso, fale comigo pelo WhatsApp.

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Já fazem alguns anos que a ciência vem comprovando os benefícios da musculação para o emagrecimento. Hoje, ela é uma prática cada vez mais usada para esta finalidade. Neste sentido, o treino de musculação para emagrecer é uma realidade cada vez mais presente no dia a dia das academias. Mas quais as características principais da musculação, quando o objetivo é o emagrecimento? Existem muitas questões envolvidas. Na verdade, o que vai fazer, de fato, a musculação trazer bons resultados para o emagrecimento, é a periodização. Sim, a periodização para musculação, quando aplicada ao emagrecimento, também é fundamental.   Mas para não ser tão evasivo, irei mostrar alguns elementos importantes quanto ao treino de musculação para emagrecer. Mas antes de falarmos disso, temos que ver a questão científica disso tudo!   Treino de musculação para emagrecer, ele realmente é eficiente?   Esta é uma questão muito importante. Sim, o treino de musculação para emagrecer  é eficiente. Ele pode ser feito de qualquer forma? Não! É fundamental entender os elementos que fazem com que o treinamento resistido, aplicado ao emagrecimento, seja de fato efetivo. – O treinamento resistido melhora o metabolismo basal; – A musculação aprimora a utilização das vias energéticas de maneira mais eficiente; – Com o aumento de massa magra, temos uma melhora no metabolismo como um todo; – Hormônios lipolíticos, como a testosterona e o GH, melhoram consideravelmente sua secreção e síntese, com a prática de musculação; – Um treino de musculação bem feito, tem um elevado gasto calórico total; Existem muitos outros fatores envolvidos, que fazem com que o treino de musculação para emagrecer, seja de fato efetivo. Mas isso tudo tem algum respaldo científico? Estudos sobre a musculação aplicada ao emagrecimento   Em uma pesquisa, ainda da década de 90, feita por Tremblay (1994), foi possível verificar alguns pontos muito interessantes. Esta pesquisa foi realizada com jovens adultos destreinados. Estes foram divididos em dois grupos, sendo que o primeiro se exercitou por 20  semanas, iniciando os treinos com uma intensidade de 65% da freqüência cardíaca máxima (FCM) e posteriormente, progredindo para 85%. A duração dos treinos era de 30 a 45 min e a frequência, de 3 a 4 vezes por semana. O segundo grupo treinou  por 15 semanas (5 a menos), treinando da seguinte maneira: iniciava-se pelo aquecimento e logo em seguida, eram executados 10 a 15 tiros de 15 a até 30 segundos, ou então, de 4 a 5 tiros , com duração de 60 a 90 segundos. Os intervalos eram calculados até que a freqüência cardíaca voltasse a 120-130 bpm. Foi possível verificar que o grupo I obteve um gasto calórico de mais que o dobro, quando comparado com o primeiro grupo. Já o segundo, ao longo do estudo, apresentou maior redução no percentual de gordura.   Em um estudo de Grediagin et al. (1995) dois grupos, formados por mulheres destreinadas e com sobrepeso, foram submetidas a diferentes intensidades na musculação, tomando como base o consumo máximo de oxigênio (50% e 80% do VO2 máx). A duração foi de 12 semanas. Os treinos eram realizados até que as avaliadas chegassem em um gasto total de 300 Kcal. No final do estudo, não houveram diferenças significativas na perda de peso e  no porcentagem de gordura. Mas, o grupo que se exercitou de forma mais intensa, obteve mais que o dobro de massa magra em relação ao outro. Como sabemos, o aumento da massa magra causa um efeito muito grande nas taxas de metabolismo basal. Santarem (1997) nos mostra que a não utilização de ácidos graxos durante a prática de exercícios anaeróbios não nos dá embasamento para chegar à conclusão de que estes não contribuem para os processos de lipólise. Os processos lipolíticos são complexos e envolvem diferentes aspectos,  sendo o balanço calórico negativo o aspecto mais importante! Ou seja, se o treino de musculação para emagrecer for feito da forma correta, ele traz sim resultados significativos. Porém, ele sozinho, sem um contexto de dieta e descanso, não pode trazer resultados de verdade. Para te ajudar, vou te mostrar 5 formas de ter um treino de musculação para emagrecer!   Como deve ser o treino de musculação para emagrecer?   Intensidade adequada é importante! O treino de musculação para emagrecer tem que ter uma intensidade adequada. Isso não significa que você deve treinar com intensidade elevada, sem o devido preparo. Quando falamos em intensidade, é fundamental entender que ela é relativa e está relacionada a capacidade de cada indivíduo. Neste sentido, a periodização é fundamental! Para isso, você precisa do acompanhamento de um bom profissional. O treino em intensidade adequada, fará com que seu corpo seja sempre “forçado” a manter os processos adaptativos e com isso, alcançar níveis mais altos de gasto calórico.       2. Use intervalos de descanso entre as séries, mais curtos Os intervalos de descanso mais curtos, fazem com que você tenha um estímulo mais metabólico, no contexto geral. Como já falei neste artigo sobre estímulos metabólicos e tensionais, intervalos mais curtos, não permitem uma maior regeneração de elementos bioenergéticos e com isso, “forçam” a utilização de outros. Com isso, conseguimos usar mais lipídios como fonte energética, tendo em vista o gasto calórico total!   3. Priorize os movimentos multiarticulares Os movimentos mutiarticulares são muito interessantes para aumentar o gasto calórico total de seu treino de musculação. Isso por que eles envolvem mais estruturas musculares, que trazem um gasto energético maior. A lógica é simples, um músculo sozinho gasta x de energia. Dois músculos solicitados, gastam xx.   4. Treine até a falha concêntrica   Se você já tem alguma experiência em treinamento, pode usar a falha concêntrica em seu treino de musculação para o emagrecer. Isso te ajudará a alcançar uma intensidade mais elevada e com isso, elevar seu gasto calórico total! Mas treinar até a falha só será, de fato efetivo, se você usar exercícios corretos e bem executados. Caso contrário, isso não trará grandes resultados!   Estas são algumas das maneiras mais efetivas de emagrecer com a musculação. Mas o

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Sempre que monto minhas consultorias, penso nos estímulos que estarei utilizando com cada caso. Dentro de cada individualidade, de cada objetivo, preciso encontrar estratégias para que tenhamos melhores resultados. Neste sentido, o conceito de estímulos metabólicos e tensionais é algo que eu gosto muito de usar. Entender o conceito é importante para que possamos ter melhor como agem os estímulos. Mas de forma geral, já quero te dizer que na musculação, não existe isso de estímulo tensional e metabólico puramente. Como assim? Um treino jamais será puramente metabólico ou tensional. Não tem como. Contração muscular envolve elementos metabólicos, síntese e re-síntese de ATP, vias energéticas e muito mais. Além disso, a contração muscular, por si só, sempre será tensional também, com aumento e redução constante da tensão das fibras.     Mas então, por que eu e outros profissionais falam em estímulos metabólicos e tensionais? Por uma simples razão: didática. Imagine explicar tudo o que citei acima, de vias metabólicas e tudo mais para um leigo? Difícil, não é? Assim, usamos os temos estímulos metabólicos e tensionais para tornar o entendimento da prioridade dos estímulos. Vamos então falar mais sobre este conceito?   O que são estímulos metabólicos e tensionais?   Vou tentar simplificar os termos, sem perder o conceito técnico científico. Quando usamos um treino com estímulos metabólicos como prioridade, aumentar a capacidade metabólica do corpo. Para isso, usamos algumas variáveis adaptadas, como: – Maior número de repetições; – Intervalos de descanso mais curtos (entre 30 segundos e 1 minuto) – Menos carga; – Prioridade em exercícios multiarticulares; Estas são as variáveis mais comuns de serem adaptadas. Podemos alterar a cadência dos movimentos, o número de séries e muitos outros elementos, quando visamos um treino com características mais metabólicas.     No caso do treino com estímulos tensionais, temos algumas características específicas também. As principais delas são: – Menos repetições; – Mais carga; – Intervalos de descanso mais longos (de 1 a 2 minutos). – Alternância entre exercícios multiarticulares e monoarticulares. Da mesma maneira que acontece nos estímulos tensionais, podemos alterar diversos outros elementos para alcançar um estímulo prioritariamente tensional. O conceito básico é este. Não é tão complexo, não é? A sua aplicação que se torna mais complexa. Cada fase, cada período, cada treino, precisa ser pensado de acordo com estas prioridades.   Estímulos metabólicos e tensionais, quais os melhores para a hipertrofia?   Depende. Ambos, quando aplicados da forma correta, geram hipertrofia. Porém, o que traz resultados de verdade, é a correta combinação de ambos. Sim, existem momentos em que devemos ter treinos com mais características tensionais e em outros momentos que devemos ter mais características metabólicas. Além disso, se você treinar até a falha, também terá questões individuais envolvidas! Mas como saber qual o momento correto de utilizar cada um deles? Simples, com uma boa periodização para musculação! Na periodização, poderemos definir, de forma muito mais efetiva, onde podemos usar cada tipo de estimulo. Isso tudo, baseado em estratégias, que respeitem a individualidade de cada um.   Leia também: Treino de hipertrofia para pernas, exercícios e métodos!   Por exemplo, usamos mais estímulos tensionais nos períodos em que visamos o aumento da força máxima. Já nos momentos em que queremos uma melhora da resistência de força, resistência muscular localizada ou dos componentes dos processos lipolíticos, usamos mais estímulos metabólicos. Mas isso aqui não é via de regra. Tudo depende de uma série de fatores, que serão levados em conta, na montagem da periodização. Existem, por exemplo, períodos em que alternamos estes estímulos. Podemos tanto usar treinos metabólicos, seguidos de tensionais, ou ainda, usá-los de forma alternada, no mesmo treino.   Estímulos tensionais e metabólicos na prática   Existem diferentes formas de usar os estímulos tensionais e metabólicos. Para tornar mais claro, vou dar um exemplo prático. Imagine que em sua periodização, você tem de alternar os estímulos em um mesmo treino. Você pode executar um determinado exercício, com todas as suas séries com um foco. Por exemplo, imagine que em seu treino, há 3 séries de agachamento livre e 3 de levantamento terra, em sequência. Podemos tanto usar as 3 séries de agachamento com foco nos estímulos tensionais e as 3 de levantamento terra com foco em metabólicos, como alternar no mesmo exercício. As combinações de estímulos tensionais e metabólicos são praticamente infinitas. Cabe ao seu treinador, entender o processo como um todo e encontrar as melhores estratégias. Veja que treino é algo complexo, que envolve diferentes variáveis e contextos. Não deixe seu corpo aos cuidados de quem não leva isso a sério. Bons treinos!

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Se a grande maioria das pessoas pudesse fazer apenas um pedido, que não envolvesse dinheiro, sem sombra de dúvidas, um dos desejos mais recorrentes seria perder peso e melhor ainda, não engordar. Como este pedido é praticamente impossível, o jeito é cuidar e saber como você pode de fato manter um corpo saudável e dentro dos parâmetros que você gostaria de manter. A busca por um exercício para emagrecer que se enquadre nisso, é cada vez maior!   O sobrepeso talvez seja um dos principais males da vida moderna, pois a partir do momento em que tivemos o alimento em abundância e o trabalho passou a ser muito menos braçal, os níveis de obesidade no mundo cresceram de maneira considerável.     Entendendo como o exercício para emagrecer ajuda no processo de lipólise!     O exercício físico, aliado a uma dieta balanceada e com déficit calórico (onde se ingere menos do que se gasta) é um dos principais aliados nessa busca. Porém, não é qualquer exercício que tem efetividade no emagrecimento, sendo que alguns são mais eficazes que outro. Muito se fala e pouco disso tem real comprovação científica, pois as especificidades que o corpo humano nos reserva faz com que o senso comum não seja adequado para definirmos estes parâmetros.   Muitos professores e leigos acreditam até os dias de hoje que o que importa num exercício com o enfoque no emagrecimento é o seu gasto calórico apenas durante a atividade. Porém diversas pesquisas apontam que o que de fato deve ser considerado é o gasto calórico total da atividade, ou seja, seu gasto durante a atividade, somado ao gasto calórico do corpo para a recuperação orgânica do metabolismo.   Evidências científicas   Neste sentido, segundo França (2006) “Nos dias atuais a ciência sugere que o emagrecimento acontece pelo gasto Calórico total das atividades, no qual inclui a realização do exercício, bem como a sua recuperação orgânica no pós exercício. Devido a este novo conhecimento, passou-se então a dar mais importância a intensidade do exercício, pois este aumenta o gasto energético durante a recuperação do organismo, totalizando um maior gasto calórico durante as 24 horas seguintes ao fim da atividade, para o indivíduo, facilitando a perda de peso (DIONNE; TREMBLAY, 2003).   Ou seja, até então se acreditava que devia-se medir o gasto calórico que uma atividade tinha, e por isso, quando se falava em emagrecer, o exercício aeróbico era amplamente utilizado, afinal, com sua duração mais elevada e com diferentes substratos servindo de alimento para o exercício, obviamente o gasto calórico é muito mais elevado durante a atividade. Porém, a recuperação orgânica de uma caminhada, por exemplo, desprende muito menos calorias do que um exercício mais intenso.     Exercício para emagrecer, qual o mais efetivo?     Para se ter uma ideia, em uma caminhada, o corpo leva em torno de 1 a 3 horas para voltar ao estado em que se encontrava antes do exercício. Nos exercícios mais intensos, como a musculação, corrida, exercícios intervalados e outros, o corpo chega a levar mais de 24 horas para estar completamente recuperado, e neste processo, acaba consumindo muito mais calorias.   Neste sentido, quem vem ganhando força e adeptos é a musculação e o treino intervalado, onde a intensidade prevalece sobre o volume. Em ambos os casos, os gastos calóricos durante a atividade são menores do que nos exercícios aeróbicos, porém, no pós-exercício, os praticantes tem seu metabolismo aumentado em cerca de 12% no pós-treino e até 15 horas depois esta taxa continua cerca de 7% mais alta. Isso vale, por exemplo, para o treino HIIT!   Mas os benefícios destas práticas não ficam por ai. No caso da musculação, onde ocorre naturalmente um ganho de massa magra, o metabolismo basal (taxa de gasto energético do corpo diária, independente das atividades) fica muito mais elevado.     Isso se explica pelo fato de que alimentar e manter ativo um músculo requer muito mais energia do que a gordura, e consequentemente, gasta-se mais calorias.   Só a musculação é eficiente neste caso?   Mas isso não quer dizer que apenas a musculação é eficiente, afinal, os exercícios aeróbicos também apresentam bons resultados. Os aeróbicos, com uma intensidade moderada, são excelentes formas de perda de peso.   O real problema e ineficácia dos aeróbicos vem do fato de em alguns casos a intensidade ser muito baixa. Se não fosse assim, um simples passeio serviria como exercício para perda de peso.   O ideal é alternar aeróbicos e exercícios de força ou mais intensos, como os intervalados, pois assim teremos os benefícios que a musculação proporciona e também os benefícios dos exercícios aeróbicos.   Uma alternância de 3 sessões de um tipo de exercício e 2 de outro já pode garantir excelentes resultados, se forem aliados a uma alimentação equilibrada. Mas sempre com a orientação de um bom profissional!   Tem alguma dúvida ou sugestão? Entre em contato comigo!  

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Suplementos alimentares, esta aí um tema muito comentado. Quantas pessoas entram na academia e já pedem: o que devo tomar? Muitas vezes até se preocupam mais com a suplementação do que com seu treino. Isso é resultado de uma série de fatores, como propaganda massiva, projeção de resultados em cima deles e muito mais.   Suplementos alimentares, como deveria ficar claro em seu nome, fazem com que você complemente sua dieta de forma rápida e efetiva. Eles sozinhos, jamais trarão um resultado positivo.   Para que isso tudo fique mais claro, veja como funcionam os suplementos mais conhecidos! Como funcionam os principais suplementos alimentares do mercado? Whey Protein: provavelmente mais conhecido de todos os suplementos proteicos. Este suplemento é a base de proteína do soro do leite, que é extraída durante o processo de transformação do leite em queijo. Tem uma rápida absorção, sendo que na maioria das vezes é ingerido pela manhã ou no pós treino, onde é de fato mais indicado. Ele auxilia no processo de reconstrução muscular após o treino. Pessoas com intolerância a lactose não devem tomar este suplemento.   BCAA: Geralmente é tomado em cápsulas. Estes são os aminoácidos que possuem cadeia ramificada, ou também conhecidos como essenciais. São aminoácidos que não são produzidos pelo organismo, A L-Valina, L-Leucina e L-Isoleucina e basicamente atuam na reconstrução muscular, tendo importante papel na hipertrofia. Também tem ação bastante concentrada sobre a insulina, que é um poderoso hormônio para a hipertrofia. Creatina: Este é um dos suplementos mais conhecidos e utilizados, mas que não tem sua real efetividade comprovada para pessoas que não sejam atletas de esportes de potência. A Creatina, que já é produzida por nosso corpo, serve para ressinteitzar o ATP, principal fonte de energia para contrações musculares. Diversos defensores dela dizem que aumentar os níveis para que com um efeito cumulativo, aumentaríamos a resistência e a explosão muscular.     L-Carnitinina: Este não é um suplemento somente proteico, mas auxilia na construção da hipertrofia. Sua principal ação é a diminuição dos depósitos de gordura e aumento dos níveis de energia provenientes dos músculos. A L-Carnitina transporta a gordura armazenada para as dentro das células, onde ela é gasta em forma de energia, processo conhecido como oxidação lipídica. Termogênicos: Este suplemento tem por principal tarefa, acelerar o metabolismo, facilitando a queima de gordura e o emagrecimento. Existem inúmeros termogênicos no mercado, porém nem todos eles têm a devida qualidade. Tome cuidado ao escolher um deles e saiba que mesmo os mais eficientes, só irão te auxiliar no processo de emagrecimento se você se exercitar e ter uma dieta equilibrada. Multivitamínicos: Pouco comentados, os multivitamínicos são essenciais para quem não consegue suprir as necessidades vitamínicas na alimentação do dia a dia. É muito importante que eles sejam de qualidade e de boa procedência. Sua utilização irá melhorar as funções do organismo em geral e ajudar tanto na hipertrofia quanto no emagrecimento, dependendo dos objetivos.       Dentre todos estes suplementos aqui citados, há controvérsias científicas quanto a sua utilização. Na verdade, além da creatina e do Whey, não há unanimidade em nenhum dos outros, quanto a sua real eficácia. Isso quer dizer que eles não funcionam? Na verdade, isso significa que eles não são tão efetivos em determinados contextos ou para certos objetivos.   Devo tomar Suplemento?   Esta é uma das dúvidas mais comuns. Se for para complementar sua dieta, sim. Como base nutricional, jamais! Na verdade, se você tiver uma alimentação equilibrada e que consiga suprir suas necessidades nutricionais, a suplementação pode passar a se tornar desnecessária. Mas como temos uma vida corrida na maior parte do tempo, os suplementos alimentares podem ser sim, de grande valia. Porém, é fundamental que eles façam parte de uma estratégia nutricional. O que isso significa? Que tomar algum suplemento, por que o “maromba” da academia indicou, é no mínimo, burrice. Um bom nutricionista, ao avaliar o quadro como um todo, poderá verificar onde a suplementação melhor se encaixa e otimizar sua utilização. Caso contrário, é perda de tempo e principalmente, de dinheiro, investir em suplementação. Pegue o dinheiro que você iria investir em um suplemento e vá ao nutricionista, caso não tenha a possibilidade de ter ambos. Bons treinos!  

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