O excesso de gordura abdominal é sem sombra de dúvidas um dos maiores e mais comuns problemas para a grande maioria das pessoas. Seja por aspectos de saúde, seja por aspectos estéticos, a concentração de gordura na região abdominal é um problema. O excesso de gordura abdominal, a popular barriguinha, acomete uma grande parte da população. Perder barriga não é tarefa fácil, afinal esta é uma reserva que nosso corpo tem desde os primórdios dos homenídeos. Por se localizar no meio do corpo, ficava mais fácil distribuir a energia vinda dos processos de quebra de lipídios tanto para a parte superior como inferior do corpo.   Neste sentido, precisamos de uma série de medidas para que possamos ter bons resultados. Já te adianto de antemão, não espere “dicas incríveis” ou “soluções imediatas”. Perder barriga envolve fatores ligados a sua rotina, ao seu estilo de vida. Sem mudanças drásticas em alguns comportamentos, não há como ter resultados efetivos! Mas antes de eu te dar algumas dicas práticas, é fundamental entender como é possível perder barriga de verdade! O que eu faço para perder barriga? A resposta é simples e direta: emagrecer. Não, eu não estou brincando com você. Por mais óbvio e simplório que possa parecer. Emagrecer é quando reduzimos nossa concentração de gordura corporal, certo? Então, para perder barriga é isso que precisamos.   Leia também: Treino rápido para emagrecer, a solução para quem tem pouco tempo! Tudo o que te falaram sobre exercícios, alimentos, chás e toda esta baboseira para perder barriga, não passa de golpe comercial. Nosso corpo não elimina gordura de forma localizada. Como a gordura é uma fonte energética, ele a utiliza por inteiro. Então, para perder barriga, precisamos otimizar estes processos. Em resumo, precisamos emagrecer. Só isso, nada mais. Usar a dieta e os exercícios de forma que possamos conseguir isso, é que fará de fato a diferença. Esperar perder gordura apenas na região abdominal, é que não passa de ilusão. Para te dar um embasamento melhor, vou te mostrar algumas medidas para conseguir isso. Sempre lembrando que há fatores individuais e metabólicos, que também influenciam isso!     Perder barriga, a solução é mais simples do que você imagina!   Já desvendamos o “grande segredo” para perder barriga. Agora, precisamos de práticas diárias, que envolvem treino e dieta, para conseguir tal objetivo. Uma série de fatores influenciam isso. Algumas medidas que irei te mostrar, ajudam consideravelmente neste cenário! 1. Alimente-se com um balanço calórico negativo: Sim, é básico. Porém, de todos os casos em que eu lidei, todos não levavam isso a sério. Como a gordura é uma fonte energética, precisamos gastar mais calorias do que ingerimos, para que estas reservas sejam solicitadas. Simples e prático. Caso contrário, você pode usar todos os métodos existentes que não terá resultados. Porém, é fundamental entender que balanço calórico negativo, não significa de forma alguma que você deva simplesmente diminuir a ingestão de alimentos.   Leia também: Personal trainer online, vale a pena contratar? Déficit calórico, de forma alguma, deve gerar qualquer tipo de desnutrição. Ele deve ser pensado de uma forma que seu corpo tenha todos os nutrientes necessários, com uma menor ingestão calórica. 2. Melhore seu Vo2 Máximo: O Vo2 máximo, ou melhor, nossa capacidade de usar o oxigênio de forma mais eficiente, ajuda e muito na melhora da perda de gordura. Para perder barriga, seu Vo2 máximo precisa ser melhorado. Isso por que, o Vo2 máximo está ligado diretamente a nossa capacidade de utilização de oxigênio. Como a gordura é utilizada apenas pelas vias aeróbicas (de forma mais intensa), a melhora do Vo2 máximo torna o processo de lipólise muito mais acentuado! O treino HIIT é uma possibilidade interessante! 3. Aumente sua Massa Muscular Usando no mesmo texto as palavras massa muscular e barriga você deve lembrar as propagandas que dizem que tal exercício transforma gordura em músculo. Oremos por quem acredita que isto seja possível. Músculo e gordura são tecidos diferentes e não existe possibilidade prática de eles se substituírem. Porém, com mais massa muscular, você terá um metabolismo mais acelerado e consequentemente usará mais gordura em seu dia a dia como fonte energética. Já falei neste artigo sobre treino de musculação para emagrecer.   4. Priorize a Intensidade adequada para seu nível de treinamento diversos estudos mostram que quando falamos em gasto calórico, a intensidade de um exercício é muito mais importante que o volume. Deixa eu exemplificar. Se você quer emagrecer, é mais viável correr 30 minutos do que caminhar 1 hora, pois o primeiro é mais intenso e vai fazer seu corpo gastar mais energia pra se recuperar. Porém, pessoas sedentárias que começam a praticar exercícios tem de tomar cuidado para não ultrapassarem seus limites. 5. Priorize os Alimentos Integrais e corte o açúcar Para diminuir seu percentual de gordura não basta abolir alimentos gordurosos. Alimentos que sejam ricos em açúcar ou com carboidratos simples (as massa brancas principalmente), são de rápida absorção. O problema é que nem sempre as reservas dão conta de estocar o que é ingerido a mais, e adivinha no que é convertido este excesso? Em gordura. Os integrais tem uma absorção mais lenta, que além de evitar este processo, mantêm a sensação de saciedade por mais tempo.   Gravei um vídeo sobre como perder barriga também!     Não tem jeito, é dieta, treino e disciplina. Só assim para perder barriga. Não acredite em fórmulas prontas, em exercícios ou dietas “mágicas”. Sempre priorize o acompanhamento de um bom profissional. Bons treinos!

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Os praticantes de exercícios de força, na sua grande maioria sabe que para ter bons resultados tem que, além de malhar, alimentar-se corretamente. Mas este alimentar-se corretamente é bastante amplo. Muitas vezes surgem inúmeras dúvidas de como proceder para ter uma alimentação saudável. A alimentação para musculação precisa, antes de qualquer coisa, ser focada na saúde e na obtenção da melhora das funcionalidades do organismo. Depois disso, pensamos em resultados estéticos ou de desempenho. Alimentação para musculação, começando pelos grupos alimentares! Temos basicamente, 3 grupos alimentares que devem fazer parte de nossa dieta. Veja cada um deles! Energéticos Esse grupo é composto pelos carboidratos e pelas gorduras. Sua função é fornecer energia para todos os processos metabólicos do corpo e se compõe dos seguintes alimentos: Cereais em grãos, arroz integral, trigo integral, triguilho, canjica, aveia, etc. e suas respectivas farinhas – fubá, farinha integral, de rosca, etc. Doces entre outros. Construtores Os nutrientes que exercem esta função são as proteínas que representam o “tijolo” desta construção. São compostos por leguminosas, soja, além das proteínas de origem animal ( leite, ovos, carne, queijo), que por sinal tem um ótimo valor biológico, o que auxilia na reconstrução muscular. Reguladores Aqui entram as vitaminas, os minerais, celulose e água. Fazem parte deste grupo os seguintes alimentos: Frutas – maçã, caqui, melancia, pêra, banana, mamão, melão, etc. Verduras – alface, agrião, rúcula, salsa, repolho, etc. Legumes – chuchu, cenoura, beterraba, berinjela, etc. Inclua de um a três tipos desse grupo em cada refeição. Na prática, estes 3 grupos de alimentos se complementam em suas funções e trazem o bom funcionamento para nosso organismo. Mas qual a relação deles com a alimentação para musculação? Toda! Eles compõem as quantidades ideais para cada caso. No geral, os alimentos usados em uma dieta para musculação, seguem porcentagens de cada grupo de alimentos!   Alimentação para musculação, como criar a sua? Os praticantes de musculação tem que ingerir alimentos dos 3 grupos para que seu corpo mantenha o metabolismo funcionando corretamente e possa desenvolver seus músculos. Falando especificamente de cada um deles, os nutrientes vão ajudar o praticante de musculação pois melhoram todos os processos metabólicos, tornando assim o corpo mais equilibrado. Os carboidratos e gorduras vão fornecer energia para o treinamento, mas podem ser convertidos em tecido adiposo corporal caso sejam ingeridos em excesso. Portanto prefira ingerir gorduras “boas” e opte por carboidratos complexos ( integrais) pois eles demoram mais tempo para serem digeridos. Desta maneira, seu corpo se manterá nutrido por mais tempo e você não terá tanto acumulo de gordura, mesmo em fases de crescimento muscular, que chamamos de Bulking.     Proteínas na alimentação para musculação!   Já no que se refere as proteínas, também tome cuidado, pois se ingeridas em excesso, elas acabam não sendo sintetizadas pelo corpo. O ideal para pessoas quem não tenham um treinamento tão intenso (pessoas que não são atletas) seja entre 10 e 15% da ingestão diária de alimentos, ou ainda entre 1 e 2 gramas por quilo de peso corporal. Mas isso varia muito de metabolismo e nível de atividade física. Pessoas com uma rotina de treinos mais intensa, podem usar entre 2 e 3 gramas por quilo corporal, dependendo do que o nutricionista indicar. Além disso é ideal que você ingira, no máximo uma hora antes do seu treino, alimentos a base de carboidratos e proteínas. Isso em termos de padrão de comportamento, para ter nutrientes suficientes para seu corpo se recuperar dos exercícios. Também que ingira alimentos ricos em carboidratos simples ( absorvidos rapidamente eles irão repor as reservas perdidas) e proteínas para repor o que foi gasto nos exercícios. Além disso evitar doces, frituras e bebidas alcoólicas em excesso são excelentes formas de potencializar seu treinamento. Lembre-se também que o treinamento físico se apoia em 3 pilares (alimentação, treino, descanso). Se um destes elementos não é levado em conta, os resultados não aparecem. Além disso, a alimentação precisa estar alinha a periodização para musculação. Caso contrário, não teremos resultados satisfatórios! Sempre procure um nutricionista para te auxiliar. Somente ele é que pode prescrever dietas. Bons treinos!

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  Falta de tempo é um problema que assola a grande maioria das pessoas. Todos nós passamos a grande parte do dia trabalhando e quando retornamos para casa, os afazeres do lar nos chamam, e com isto tudo para fazer a qualidade de vida vai ficando em segundo plano. Os resultados todos já sabem, alimentação desregrada, exercícios físicos negligenciados e sobre peso evidente. Neste sentido, o treino rápido para emagrecer pode ser uma excelente saída!   Obviamente este problema é bastante atual e cada vez mais as pessoas tem que adaptar seu estilo de vida a uma sociedade que cobra cada vez mais produtividade e eficiência. O problema é que anda disso é suficiente quando falamos em qualidade de vida.         Treino rápido para emagrecer, partindo do básico!     Como já mencionei anteriormente, só existe uma maneira de se emagrecer, que é ter um déficit calórico, ou seja, perder mais calorias do que se ingere. Também já falei sobre fatores que aceleram o metabolismo (além do exercício físico, falei também dos alimentos que aceleram o metabolismo, os famosos termogênicos).   Isso tudo provavelmente não é novidade para você. Mas mesmo sabendo de tudo isso você não consegue emagrecer por que anda sem tempo para se exercitar ou para comer direito? Isso não pode ser desculpa, afinal como já dizia um ditado popular, o interessado da um jeito.   Pouco tempo e quer emagrecer? Vamos começar pela dieta!   Primeiro vamos falar de alimentação. Uma queixa constante de quem tem pouco tempo é a alimentação, pois alimentar-se direito é algo que geralmente demanda tempo. Caso você coma fora de casa, existem alguns pequenos ajustes para que você não deixe sua conta calórica tão alta.   Priorize a qualidade. Em uma dieta hipocalórica, a qualidade é o ponto principal. Alimentos com boa qualidade nutricional serão muito amis efetivos, pois além de oferecerem os nutrientes que seu corpo precisa, no contexto geral, reduzem a quantidade calórica, desde que você não cometa deslizes.   Prefira sempre os alimentos integrais, pois como eles demora mais tempo para serem absorvidos pelo corpo, eles irão te satisfazer por mais tempo e evitarão que você coma demais na próxima refeição.   Está com vontade de comer besteira? Pare e pense se esta vontade de comer poderia ser substituída por uma comida convencional, como arroz e feijão. Se a resposta for sim, você está realmente com fome. Se for não, é apenas seu psicológico clamando por açúcar ou outras besteiras.     Treino rápido para emagrecer   Já no que se refere aos exercícios, você terá que elegê-los como prioridade e se exercitar entre 20 e 30 minutos por dia. Indica-se, para o treino de emagrecimento, de 4 a 6 vezes por semana. Na musculação, prefira movimentos multiarticulares, intervalos mais curtos de descanso e movimentos com melhor amplitude. Os estímulos metabólicos, na maior parte dos casos, são os mais indicados.     Porém, é obvio que temos que levar em conta fatores individuais. Nem todas as pessoas estão prontas para um tipo de treino como este! Neste sentido, o acompanhamento de um bom educador físico é fundamental.   Nos aeróbicos, prefira intercalar dias com HIIT e dias com aeróbico contínuo. Desta forma, com a carga adequada e fazendo com que tenhamos estímulos variados, teremos melhores resultados.   Mas não ache que pelo fato de seu treino ser mais curto, visando o emagrecimento, você terá que ter menos cuidado. Como precisaremos aumentar a intensidade, teremos que utilizar movimentos mais eficientes, melhorar a flexibilidade e outros fatores ligados a consciência corporal. Um treino rápido para o emagrecimento precisa, antes de qualquer coisa, ser altamente efetivo!   Por isso, busque sempre o acompanhamento de bons profissionais. Um treinador que estuda e se atualiza e que sabe como montar uma periodização adequada para suas necessidades é fundamental. Da mesma forma, um bom nutricionista saberá encontrar o equilíbrio nutritivo e calórico para que você alcance seus objetivos. Sua saúde e bem estar não tem preço! Bons treinos! Tem alguma dúvida ou sugestão? Entre em contato comigo!  

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É muito comum as pessoas buscarem dicas para emagrecer rápido, emagrecer de forma rápida e fácil. Creio que uma fórmula mágica, onde esforço e dedicação não aconteçam ainda não exista. Porém podemos potencializar este processo, afinal emagrecer rápido e com saúde pode sim ser possível, desde que da forma correta. Neste sentido, os exercícios para emagrecer se mostram como uma possibilidade. Antes de tudo, é preciso entender que emagrecimento é igual a balanço calórico negativo. Portanto, de nada adianta fazer exercícios para emagrecer, se sua dieta e descanso não estiverem alinhados! Para que isto seja possível você precisa escolher bem seus aliados de guerra, que irão te auxiliar no processo. Estes aliados são alimentos, exercícios, dieta, descanso e muito mais que podem te ajudar. Por isso, selecionei algumas atividades que podem ser bastante interessantes para o emagrecimento.     É importante ressaltar que estes valores variam de acordo com o metabolismo, intensidade da prática, alimentação, estilo de vida e níveis de stress. São dados apenas estimativos e que podem te dar um norte sobre quais atividades serão mais eficientes para você.   Exercícios para emagrecer, quais as melhores opções? As atividades que irei te mostra, tem um gasto calórico total médio, podendo ser maior ou menor dependendo da pessoa que pratica e as condições de prática. O tempo usado como base é 1 hora de prática. Todas as atividades listadas tem um gasto superior ao mostrado, pois o retorno ao estado inicial consome energia e calorias. Mas estes valores dependem do organismo de cada um e de suas individualidades. Corrida: Por mais que muitos digam que ela é ineficiente, ainda é uma das mais utilizadas e que mais traz resultados ao emagrecimento. Em cerca de uma hora de corrida, pode-se gastar cerca de 900 calorias ou mais, dependendo da intensidade. Porém é importante ressaltar que em uma corrida de uma hora é importante ingerir algum carboidrato ou bebida energética. Além disso, a alternância de ritmo, elevações e outros elementos, ajudam a melhorar o gasto calórico total.   É fundamental, que aliada a corrida, você pratique musculação. Isso por que, entre os exercícios para emagrecer que irei mostrar, é fundamental buscar também as questões funcionais.     Tênis ou Squash: Como acontece com muitos esportes, as variações de intensidade são fundamentais nos exercícios para emagrecer. Tanto o tênis quanto o squash têm uma intensidade muito elevada e sua prática pode gastar mais de 800 calorias em uma sessão de uma hora. É lógico que isso só será possível com um nível mínimo de técnica e coordenação motora. Além disso, pessoas com muito peso, podem lesionar suas articulações com esta prática.     Lutas: As lutas vêm cada vez mais ganhando espaço como exercícios, sejam para emagrecer, sejam para eliminar o stress e se movimentar. Uma hora de prática pode gastar mais de 790 calorias, além de melhorara a agilidade, resistência aeróbica e muscular e a coordenação motora. Além disso, por seu grau intermitente de esforço, o gasto calórico total das lutas pode ser bem interessante, em termos de emagrecimento.   Musculação: Antes tida como coisa de “marombeiro”, agora amplamente usada por todos os grupos. A musculação vem ganhando espaço no emagrecimento, graças ao seu gasto calórico total e aumento do metabolismo. Uma hora de musculação pode gastar mais de 700 calorias. Métodos mais intensos podem ter gastos calóricos superiores.   Leia também: Treino de musculação para emagrecer, veja como ele deve ser!   Além disso, dentre todos os esportes e exercícios para emagrecer aqui apresentados, a musculação é a mais efetiva. No contexto geral, além do aumento do gasto calórico, temos também um impacto grande no metabolismo basal. Spinning: Esta modalidade de bike indoor, onde se alternam a velocidade, resistência e ritmo das pedaladas tem um gasto calórico por aula de mais de 750 calorias. É uma alternativa para quem gosta de aulas coletivas, que no geral, eu contraindico. Natação: Uma das práticas mais indicadas para pessoas com problemas articulares ou musculares, devido ao seu baixo impacto, a natação também pode gastar mais de 550 calorias em uma hora de prática. Além disso, fortalece a musculatura das costas, peito, braços, abdômen e pernas. Entre os exercícios para emagrecer aqui citados, a natação é, junto com a musculação, uma das mais eficientes para públicos com limitações de movimento.     Treinamento em circuito: Esta modalidade de treinamento, onde podem-se usar vários tipos de exercícios, variando conforme os objetivos, pode gastar mais de 600 calorias, se for feito com alternância de exercícios aeróbicos e de força.     Estes são alguns dos exercícios para emagrecer mais indicados para quem busca qualidade e resultados duradouros. Sempre lembrando, que as individualidades precisam ser respeitadas e que é fundamental o acompanhamento de um bom profissional! Bons treinos!

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Com a correria do dia a dia, com a dificuldade de encontrar um bom profissional, nem sempre as pessoas encontram um personal trainer que apresente um bom custo-benefício. Neste sentido, há alguns anos já, o personal trainer online vem sendo visto como uma boa saída. Mas será que ele é mesmo? Depende de cada caso. Eu mesmo, presto o serviço de consultoria online em fitness, que nada mais é do que um personal trainer online. Porém, existem casos onde tenho que dizer ao cliente em potencial, que ele deve procurar uma orientação presencial. Não são todos os casos que esta modalidade de montagem de periodização, se enquadra adequadamente. Porém, na grande maioria dos casos, se o serviço prestado for de boa qualidade, podemos sim ter resultados excelentes. Mas antes de falarmos disso, vamos entender o que é e como funciona a maioria dos programas de personal trainer online!     Personal trainer online, como funciona?   Vou falar especificamente da forma como eu trabalho. A grande maioria dos bons profissionais, segue um padrão parecido. Inicia-se a abordagem com uma anamnese. Esta anamnese, nada mais é do que um questionário, com algumas perguntas relevantes para a montagem do treino. Depois disso, o profissional busca traçar a periodização, para o período contratado e traça os planos de treino. Em alguns casos pode ser um treino apenas, em outros podem ser mais. Depois, como não há o contato presencial durante a execução, é fundamental que haja uma comunicação constante entre aluno-personal. Desta maneira, será possível que o treino seja o mais adequado possível para cada realidade. Basicamente, o personal trainer online faz isso. Ele monta o treino, com base nas individualidades de cada pessoa e mantem um acompanhamento a distância. Isso, no geral, traz benefícios em termos de preço, já que o personal trainer online não tem a necessidade de estar o tempo todo com o aluno, mas traz algumas limitações.     Vale a pena contratar um personal trainer online?   Na maioria dos casos sim. Se o profissional contratado tiver um bom conhecimento técnico-científico, ele pode ajudar bastante no ajuste das cargas de treinamento. Como muitas pessoas treinam sem o devido acompanhamento, o personal trainer online pode ajudar muito o contexto de treino. Muitas vezes, um ajuste adequado de carga, a escolha correta dos exercícios e da intensidade, já traz resultados fantásticos.   Leia também: Estímulos tensionais e metabólicos, entenda o conceito!   Porém, existem casos onde o modelo de personal trainer online não funciona muito bem. Os casos onde o treinador precisa estar in loco durante muito tempo, são os mais comuns. Pessoas iniciantes, com muitas restrições de movimento, as vezes precisam disso. Isso não significa que todos os casos como estes, não podem usar o personal trainer online. De forma geral, eu tenho bastante pessoas com limitações de movimento, lesões e outras variações limitantes, que fazem a consultoria online há bastante tempo. Se quiser saber se o seu caso pode ou não ser feito com personal trainer online, me mande um e-mail pelo campo no final do texto! O que avaliar ao contratar um personal trainer online?  Formação Este é o primeiro e mais básico de todos. O personal trainer online deve ser contratado com base em seu conhecimento. Afinal, é este o produto que ele estará vendendo! Ser formado em educação física é o mínimo aceitável. Mas além disso, é importante avaliar se ele tem os conhecimentos técnicos e científicos necessários para ser um bom treinador pessoal. Muitas pessoas escolhem o personal trainer online apenas pelo seu “corpo”. É a lei do quanto maior e mais forte, melhor. Porém, para ser um bom treinador, muitas vezes isso não é o suficiente. Seus conhecimentos nas matérias bases do treinamento físico, é no final das contas, o mais relevante.   Leia também: Métodos de treinamento para hipertrofia, como potencializar os resultados?   Conhecimento prático Costumo dizer que um bom treinador não precisa ser “grande” em termos musculares, mas deve saber treinar. Mas o mais relevante, para saber como contratar um bom personal trainer online, é a sua capacidade prática nesta modalidade. É totalmente diferente montar um treino a distância do que um presencial. Quanto maior a experiência dele neste segmento, melhor!   O que ele pode fazer por você? O personal trainer online pode ser de grande valia. Porém, algumas pessoas não conseguem bons resultados com eles. Sabe por que? Por não estarem alinhados com o objetivo, não terem uma alimentação adequada, não executarem corretamente o treino. Você, ao contratar, vai fazer tudo o que é pedido? Caso a resposta seja negativa, talvez não seja a melhor opção contratar um. Saiba que o personal trainer online será quem te mostra o caminho. Porém, é você que precisará fazer com que o resultado apareça. Leve sempre isso em conta! Veja como funciona a minha consultoria online no vídeo abaixo!Bons treinos!  

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Já fazem alguns anos que a ciência vem comprovando os benefícios da musculação para o emagrecimento. Hoje, ela é uma prática cada vez mais usada para esta finalidade. Neste sentido, o treino de musculação para emagrecer é uma realidade cada vez mais presente no dia a dia das academias. Mas quais as características principais da musculação, quando o objetivo é o emagrecimento? Existem muitas questões envolvidas. Na verdade, o que vai fazer, de fato, a musculação trazer bons resultados para o emagrecimento, é a periodização. Sim, a periodização para musculação, quando aplicada ao emagrecimento, também é fundamental.   Mas para não ser tão evasivo, irei mostrar alguns elementos importantes quanto ao treino de musculação para emagrecer. Mas antes de falarmos disso, temos que ver a questão científica disso tudo!   Treino de musculação para emagrecer, ele realmente é eficiente?   Esta é uma questão muito importante. Sim, o treino de musculação para emagrecer  é eficiente. Ele pode ser feito de qualquer forma? Não! É fundamental entender os elementos que fazem com que o treinamento resistido, aplicado ao emagrecimento, seja de fato efetivo. – O treinamento resistido melhora o metabolismo basal; – A musculação aprimora a utilização das vias energéticas de maneira mais eficiente; – Com o aumento de massa magra, temos uma melhora no metabolismo como um todo; – Hormônios lipolíticos, como a testosterona e o GH, melhoram consideravelmente sua secreção e síntese, com a prática de musculação; – Um treino de musculação bem feito, tem um elevado gasto calórico total; Existem muitos outros fatores envolvidos, que fazem com que o treino de musculação para emagrecer, seja de fato efetivo. Mas isso tudo tem algum respaldo científico? Estudos sobre a musculação aplicada ao emagrecimento   Em uma pesquisa, ainda da década de 90, feita por Tremblay (1994), foi possível verificar alguns pontos muito interessantes. Esta pesquisa foi realizada com jovens adultos destreinados. Estes foram divididos em dois grupos, sendo que o primeiro se exercitou por 20  semanas, iniciando os treinos com uma intensidade de 65% da freqüência cardíaca máxima (FCM) e posteriormente, progredindo para 85%. A duração dos treinos era de 30 a 45 min e a frequência, de 3 a 4 vezes por semana. O segundo grupo treinou  por 15 semanas (5 a menos), treinando da seguinte maneira: iniciava-se pelo aquecimento e logo em seguida, eram executados 10 a 15 tiros de 15 a até 30 segundos, ou então, de 4 a 5 tiros , com duração de 60 a 90 segundos. Os intervalos eram calculados até que a freqüência cardíaca voltasse a 120-130 bpm. Foi possível verificar que o grupo I obteve um gasto calórico de mais que o dobro, quando comparado com o primeiro grupo. Já o segundo, ao longo do estudo, apresentou maior redução no percentual de gordura.   Em um estudo de Grediagin et al. (1995) dois grupos, formados por mulheres destreinadas e com sobrepeso, foram submetidas a diferentes intensidades na musculação, tomando como base o consumo máximo de oxigênio (50% e 80% do VO2 máx). A duração foi de 12 semanas. Os treinos eram realizados até que as avaliadas chegassem em um gasto total de 300 Kcal. No final do estudo, não houveram diferenças significativas na perda de peso e  no porcentagem de gordura. Mas, o grupo que se exercitou de forma mais intensa, obteve mais que o dobro de massa magra em relação ao outro. Como sabemos, o aumento da massa magra causa um efeito muito grande nas taxas de metabolismo basal. Santarem (1997) nos mostra que a não utilização de ácidos graxos durante a prática de exercícios anaeróbios não nos dá embasamento para chegar à conclusão de que estes não contribuem para os processos de lipólise. Os processos lipolíticos são complexos e envolvem diferentes aspectos,  sendo o balanço calórico negativo o aspecto mais importante! Ou seja, se o treino de musculação para emagrecer for feito da forma correta, ele traz sim resultados significativos. Porém, ele sozinho, sem um contexto de dieta e descanso, não pode trazer resultados de verdade. Para te ajudar, vou te mostrar 5 formas de ter um treino de musculação para emagrecer!   Como deve ser o treino de musculação para emagrecer?   Intensidade adequada é importante! O treino de musculação para emagrecer tem que ter uma intensidade adequada. Isso não significa que você deve treinar com intensidade elevada, sem o devido preparo. Quando falamos em intensidade, é fundamental entender que ela é relativa e está relacionada a capacidade de cada indivíduo. Neste sentido, a periodização é fundamental! Para isso, você precisa do acompanhamento de um bom profissional. O treino em intensidade adequada, fará com que seu corpo seja sempre “forçado” a manter os processos adaptativos e com isso, alcançar níveis mais altos de gasto calórico.       2. Use intervalos de descanso entre as séries, mais curtos Os intervalos de descanso mais curtos, fazem com que você tenha um estímulo mais metabólico, no contexto geral. Como já falei neste artigo sobre estímulos metabólicos e tensionais, intervalos mais curtos, não permitem uma maior regeneração de elementos bioenergéticos e com isso, “forçam” a utilização de outros. Com isso, conseguimos usar mais lipídios como fonte energética, tendo em vista o gasto calórico total!   3. Priorize os movimentos multiarticulares Os movimentos mutiarticulares são muito interessantes para aumentar o gasto calórico total de seu treino de musculação. Isso por que eles envolvem mais estruturas musculares, que trazem um gasto energético maior. A lógica é simples, um músculo sozinho gasta x de energia. Dois músculos solicitados, gastam xx.   4. Treine até a falha concêntrica   Se você já tem alguma experiência em treinamento, pode usar a falha concêntrica em seu treino de musculação para o emagrecer. Isso te ajudará a alcançar uma intensidade mais elevada e com isso, elevar seu gasto calórico total! Mas treinar até a falha só será, de fato efetivo, se você usar exercícios corretos e bem executados. Caso contrário, isso não trará grandes resultados!   Estas são algumas das maneiras mais efetivas de emagrecer com a musculação. Mas o

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Sempre que monto minhas consultorias, penso nos estímulos que estarei utilizando com cada caso. Dentro de cada individualidade, de cada objetivo, preciso encontrar estratégias para que tenhamos melhores resultados. Neste sentido, o conceito de estímulos metabólicos e tensionais é algo que eu gosto muito de usar. Entender o conceito é importante para que possamos ter melhor como agem os estímulos. Mas de forma geral, já quero te dizer que na musculação, não existe isso de estímulo tensional e metabólico puramente. Como assim? Um treino jamais será puramente metabólico ou tensional. Não tem como. Contração muscular envolve elementos metabólicos, síntese e re-síntese de ATP, vias energéticas e muito mais. Além disso, a contração muscular, por si só, sempre será tensional também, com aumento e redução constante da tensão das fibras.     Mas então, por que eu e outros profissionais falam em estímulos metabólicos e tensionais? Por uma simples razão: didática. Imagine explicar tudo o que citei acima, de vias metabólicas e tudo mais para um leigo? Difícil, não é? Assim, usamos os temos estímulos metabólicos e tensionais para tornar o entendimento da prioridade dos estímulos. Vamos então falar mais sobre este conceito?   O que são estímulos metabólicos e tensionais?   Vou tentar simplificar os termos, sem perder o conceito técnico científico. Quando usamos um treino com estímulos metabólicos como prioridade, aumentar a capacidade metabólica do corpo. Para isso, usamos algumas variáveis adaptadas, como: – Maior número de repetições; – Intervalos de descanso mais curtos (entre 30 segundos e 1 minuto) – Menos carga; – Prioridade em exercícios multiarticulares; Estas são as variáveis mais comuns de serem adaptadas. Podemos alterar a cadência dos movimentos, o número de séries e muitos outros elementos, quando visamos um treino com características mais metabólicas.     No caso do treino com estímulos tensionais, temos algumas características específicas também. As principais delas são: – Menos repetições; – Mais carga; – Intervalos de descanso mais longos (de 1 a 2 minutos). – Alternância entre exercícios multiarticulares e monoarticulares. Da mesma maneira que acontece nos estímulos tensionais, podemos alterar diversos outros elementos para alcançar um estímulo prioritariamente tensional. O conceito básico é este. Não é tão complexo, não é? A sua aplicação que se torna mais complexa. Cada fase, cada período, cada treino, precisa ser pensado de acordo com estas prioridades.   Estímulos metabólicos e tensionais, quais os melhores para a hipertrofia?   Depende. Ambos, quando aplicados da forma correta, geram hipertrofia. Porém, o que traz resultados de verdade, é a correta combinação de ambos. Sim, existem momentos em que devemos ter treinos com mais características tensionais e em outros momentos que devemos ter mais características metabólicas. Além disso, se você treinar até a falha, também terá questões individuais envolvidas! Mas como saber qual o momento correto de utilizar cada um deles? Simples, com uma boa periodização para musculação! Na periodização, poderemos definir, de forma muito mais efetiva, onde podemos usar cada tipo de estimulo. Isso tudo, baseado em estratégias, que respeitem a individualidade de cada um.   Leia também: Treino de hipertrofia para pernas, exercícios e métodos!   Por exemplo, usamos mais estímulos tensionais nos períodos em que visamos o aumento da força máxima. Já nos momentos em que queremos uma melhora da resistência de força, resistência muscular localizada ou dos componentes dos processos lipolíticos, usamos mais estímulos metabólicos. Mas isso aqui não é via de regra. Tudo depende de uma série de fatores, que serão levados em conta, na montagem da periodização. Existem, por exemplo, períodos em que alternamos estes estímulos. Podemos tanto usar treinos metabólicos, seguidos de tensionais, ou ainda, usá-los de forma alternada, no mesmo treino.   Estímulos tensionais e metabólicos na prática   Existem diferentes formas de usar os estímulos tensionais e metabólicos. Para tornar mais claro, vou dar um exemplo prático. Imagine que em sua periodização, você tem de alternar os estímulos em um mesmo treino. Você pode executar um determinado exercício, com todas as suas séries com um foco. Por exemplo, imagine que em seu treino, há 3 séries de agachamento livre e 3 de levantamento terra, em sequência. Podemos tanto usar as 3 séries de agachamento com foco nos estímulos tensionais e as 3 de levantamento terra com foco em metabólicos, como alternar no mesmo exercício. As combinações de estímulos tensionais e metabólicos são praticamente infinitas. Cabe ao seu treinador, entender o processo como um todo e encontrar as melhores estratégias. Veja que treino é algo complexo, que envolve diferentes variáveis e contextos. Não deixe seu corpo aos cuidados de quem não leva isso a sério. Bons treinos!

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Se a grande maioria das pessoas pudesse fazer apenas um pedido, que não envolvesse dinheiro, sem sombra de dúvidas, um dos desejos mais recorrentes seria perder peso e melhor ainda, não engordar. Como este pedido é praticamente impossível, o jeito é cuidar e saber como você pode de fato manter um corpo saudável e dentro dos parâmetros que você gostaria de manter. A busca por um exercício para emagrecer que se enquadre nisso, é cada vez maior!   O sobrepeso talvez seja um dos principais males da vida moderna, pois a partir do momento em que tivemos o alimento em abundância e o trabalho passou a ser muito menos braçal, os níveis de obesidade no mundo cresceram de maneira considerável.     Entendendo como o exercício para emagrecer ajuda no processo de lipólise!     O exercício físico, aliado a uma dieta balanceada e com déficit calórico (onde se ingere menos do que se gasta) é um dos principais aliados nessa busca. Porém, não é qualquer exercício que tem efetividade no emagrecimento, sendo que alguns são mais eficazes que outro. Muito se fala e pouco disso tem real comprovação científica, pois as especificidades que o corpo humano nos reserva faz com que o senso comum não seja adequado para definirmos estes parâmetros.   Muitos professores e leigos acreditam até os dias de hoje que o que importa num exercício com o enfoque no emagrecimento é o seu gasto calórico apenas durante a atividade. Porém diversas pesquisas apontam que o que de fato deve ser considerado é o gasto calórico total da atividade, ou seja, seu gasto durante a atividade, somado ao gasto calórico do corpo para a recuperação orgânica do metabolismo.   Evidências científicas   Neste sentido, segundo França (2006) “Nos dias atuais a ciência sugere que o emagrecimento acontece pelo gasto Calórico total das atividades, no qual inclui a realização do exercício, bem como a sua recuperação orgânica no pós exercício. Devido a este novo conhecimento, passou-se então a dar mais importância a intensidade do exercício, pois este aumenta o gasto energético durante a recuperação do organismo, totalizando um maior gasto calórico durante as 24 horas seguintes ao fim da atividade, para o indivíduo, facilitando a perda de peso (DIONNE; TREMBLAY, 2003).   Ou seja, até então se acreditava que devia-se medir o gasto calórico que uma atividade tinha, e por isso, quando se falava em emagrecer, o exercício aeróbico era amplamente utilizado, afinal, com sua duração mais elevada e com diferentes substratos servindo de alimento para o exercício, obviamente o gasto calórico é muito mais elevado durante a atividade. Porém, a recuperação orgânica de uma caminhada, por exemplo, desprende muito menos calorias do que um exercício mais intenso.     Exercício para emagrecer, qual o mais efetivo?     Para se ter uma ideia, em uma caminhada, o corpo leva em torno de 1 a 3 horas para voltar ao estado em que se encontrava antes do exercício. Nos exercícios mais intensos, como a musculação, corrida, exercícios intervalados e outros, o corpo chega a levar mais de 24 horas para estar completamente recuperado, e neste processo, acaba consumindo muito mais calorias.   Neste sentido, quem vem ganhando força e adeptos é a musculação e o treino intervalado, onde a intensidade prevalece sobre o volume. Em ambos os casos, os gastos calóricos durante a atividade são menores do que nos exercícios aeróbicos, porém, no pós-exercício, os praticantes tem seu metabolismo aumentado em cerca de 12% no pós-treino e até 15 horas depois esta taxa continua cerca de 7% mais alta. Isso vale, por exemplo, para o treino HIIT!   Mas os benefícios destas práticas não ficam por ai. No caso da musculação, onde ocorre naturalmente um ganho de massa magra, o metabolismo basal (taxa de gasto energético do corpo diária, independente das atividades) fica muito mais elevado.     Isso se explica pelo fato de que alimentar e manter ativo um músculo requer muito mais energia do que a gordura, e consequentemente, gasta-se mais calorias.   Só a musculação é eficiente neste caso?   Mas isso não quer dizer que apenas a musculação é eficiente, afinal, os exercícios aeróbicos também apresentam bons resultados. Os aeróbicos, com uma intensidade moderada, são excelentes formas de perda de peso.   O real problema e ineficácia dos aeróbicos vem do fato de em alguns casos a intensidade ser muito baixa. Se não fosse assim, um simples passeio serviria como exercício para perda de peso.   O ideal é alternar aeróbicos e exercícios de força ou mais intensos, como os intervalados, pois assim teremos os benefícios que a musculação proporciona e também os benefícios dos exercícios aeróbicos.   Uma alternância de 3 sessões de um tipo de exercício e 2 de outro já pode garantir excelentes resultados, se forem aliados a uma alimentação equilibrada. Mas sempre com a orientação de um bom profissional!   Tem alguma dúvida ou sugestão? Entre em contato comigo!  

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Suplementos alimentares, esta aí um tema muito comentado. Quantas pessoas entram na academia e já pedem: o que devo tomar? Muitas vezes até se preocupam mais com a suplementação do que com seu treino. Isso é resultado de uma série de fatores, como propaganda massiva, projeção de resultados em cima deles e muito mais.   Suplementos alimentares, como deveria ficar claro em seu nome, fazem com que você complemente sua dieta de forma rápida e efetiva. Eles sozinhos, jamais trarão um resultado positivo.   Para que isso tudo fique mais claro, veja como funcionam os suplementos mais conhecidos! Como funcionam os principais suplementos alimentares do mercado? Whey Protein: provavelmente mais conhecido de todos os suplementos proteicos. Este suplemento é a base de proteína do soro do leite, que é extraída durante o processo de transformação do leite em queijo. Tem uma rápida absorção, sendo que na maioria das vezes é ingerido pela manhã ou no pós treino, onde é de fato mais indicado. Ele auxilia no processo de reconstrução muscular após o treino. Pessoas com intolerância a lactose não devem tomar este suplemento.   BCAA: Geralmente é tomado em cápsulas. Estes são os aminoácidos que possuem cadeia ramificada, ou também conhecidos como essenciais. São aminoácidos que não são produzidos pelo organismo, A L-Valina, L-Leucina e L-Isoleucina e basicamente atuam na reconstrução muscular, tendo importante papel na hipertrofia. Também tem ação bastante concentrada sobre a insulina, que é um poderoso hormônio para a hipertrofia. Creatina: Este é um dos suplementos mais conhecidos e utilizados, mas que não tem sua real efetividade comprovada para pessoas que não sejam atletas de esportes de potência. A Creatina, que já é produzida por nosso corpo, serve para ressinteitzar o ATP, principal fonte de energia para contrações musculares. Diversos defensores dela dizem que aumentar os níveis para que com um efeito cumulativo, aumentaríamos a resistência e a explosão muscular.     L-Carnitinina: Este não é um suplemento somente proteico, mas auxilia na construção da hipertrofia. Sua principal ação é a diminuição dos depósitos de gordura e aumento dos níveis de energia provenientes dos músculos. A L-Carnitina transporta a gordura armazenada para as dentro das células, onde ela é gasta em forma de energia, processo conhecido como oxidação lipídica. Termogênicos: Este suplemento tem por principal tarefa, acelerar o metabolismo, facilitando a queima de gordura e o emagrecimento. Existem inúmeros termogênicos no mercado, porém nem todos eles têm a devida qualidade. Tome cuidado ao escolher um deles e saiba que mesmo os mais eficientes, só irão te auxiliar no processo de emagrecimento se você se exercitar e ter uma dieta equilibrada. Multivitamínicos: Pouco comentados, os multivitamínicos são essenciais para quem não consegue suprir as necessidades vitamínicas na alimentação do dia a dia. É muito importante que eles sejam de qualidade e de boa procedência. Sua utilização irá melhorar as funções do organismo em geral e ajudar tanto na hipertrofia quanto no emagrecimento, dependendo dos objetivos.       Dentre todos estes suplementos aqui citados, há controvérsias científicas quanto a sua utilização. Na verdade, além da creatina e do Whey, não há unanimidade em nenhum dos outros, quanto a sua real eficácia. Isso quer dizer que eles não funcionam? Na verdade, isso significa que eles não são tão efetivos em determinados contextos ou para certos objetivos.   Devo tomar Suplemento?   Esta é uma das dúvidas mais comuns. Se for para complementar sua dieta, sim. Como base nutricional, jamais! Na verdade, se você tiver uma alimentação equilibrada e que consiga suprir suas necessidades nutricionais, a suplementação pode passar a se tornar desnecessária. Mas como temos uma vida corrida na maior parte do tempo, os suplementos alimentares podem ser sim, de grande valia. Porém, é fundamental que eles façam parte de uma estratégia nutricional. O que isso significa? Que tomar algum suplemento, por que o “maromba” da academia indicou, é no mínimo, burrice. Um bom nutricionista, ao avaliar o quadro como um todo, poderá verificar onde a suplementação melhor se encaixa e otimizar sua utilização. Caso contrário, é perda de tempo e principalmente, de dinheiro, investir em suplementação. Pegue o dinheiro que você iria investir em um suplemento e vá ao nutricionista, caso não tenha a possibilidade de ter ambos. Bons treinos!  

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Entre as várias contribuições que o treinamento desportivo trouxe para as pessoas ditas “normais”, o treinamento intervalado é uma das mais eficientes, seja no controle do peso, seja na melhora substancial do condicionamento físico. Este tipo de treinamento sempre foi muito utilizado nas mais diversas provas do atletismo, principalmente nas provas de meio fundo e fundo (com distâncias de pelo menos 5 km). Outros esportes como a natação e o ciclismo também usam métodos parecidos com este para a melhora do condicionamento.   Até aí tudo bem, afinal melhorar o condicionamento físico usando um método já conhecido é algo normal. Porém, a alguns anos atrás a utilização deste treinamento para pessoas que queiram perder peso e diminuir as reservas adiposas vem ganhando muita força e com isso inúmeros estudos científicos foram feitos para analisar sua eficácia.     Pesquisas que comprovam a efetividade do treinamento intervalado   Neste contexto, McArdle e colaboradores (1991) diz que os processos aeróbios do corpo humano, ao receberem o estímulo do treinamento intervalado tem um aumento considerável da capacidade celular de sustentar taxas mais altas de transferência de energia aeróbia em relação aos esforços de intensidade mais elevada. Ou seja, com o treinamento intervalado não apenas o sistema aeróbico melhora substancialmente, como o metabolismo fica bem mais acelerado.   Outra pesquisa, desta vez de Trapp e colaboradores (2008), onde estes fizeram um experimento para verificar os efeitos de 3 tipos diferentes de exercício aeróbico (controle x intervalado de alta intensidade x contínuo) onde o treinamento era feito em 3 sessões por semana e usavam os seguintes parâmetros:   O grupo de controle não executou exercícios durante as 15 semanas em que o experimento aconteceu. O grupo que fazia parte do intervalado de alta intensidade, fez 20 minutos de bicicleta, onde 8 minutos eram em velocidade máxima de cada participante e 12 minutos de recuperação ativa em baixa intensidade, caracterizando um exercício intervalado de uma intensidade elevada. E o grupo do exercício contínuo fez 40 minutos de bicicleta utilizando cerca de 60% do Vo2 Máx. Ao fim das 12 semanas, o resultado do estudo foi uma perda de aproximadamente 10% da gordura corporal do grupo que fez o treinamento intervalado, enquanto o exercício contínuo teve uma perda menor que 5% no mesmo período. O grupo controle não apresentou perdas significativas. Com isso fica claro que o treinamento intervalado é mais eficiente na perda de gordura corporal do que o intermitente.     Com funciona o treinamento intervalado?   De forma geral, o treinamento intervalado é muito próximo do HIIT. A diferença do treinamento intervalado para o HIIT é que no primeiro, não há a necessidade de este ser sempre em alta intensidade. Existem treinamentos intervalados que são feitos com mais volume (por exemplo, tiros de 1 ou 2 km).     Além disso, o treinamento intervalado é muito usado no treinamento desportivo em geral. Porém, se formos pegar a essência, o treinamento intervalado é muito parecido com o HIIT.   Ele se baseia em períodos de intensidade ou volume, seguidos de breves intervalos de descanso. São infinitas as possibilidades de trabalho com este método. Desde períodos de altíssima intensidade, seguidos de intervalos curtos, até divisões mais volumosas, com mais descanso entre as séries.   Veja um exemplo de treinamento intervalado feito em pista de atletismo, muito indicado para o aumento da velocidade e melhora do Vo2 máximo:   Aquecimento: corrida leve de 1 km. Parte principal: 12 tiros de 400 metros (meia pista) com 200 metros (1/4 de pista) de descanso ativo (caminhando). Caminhada leve de 1 km.   Este é um exemplo de treino muito usado por atletas de médias distancias, que precisam mesclar velocidade e resistência. Mas pode ser aplicado, sem o menor problema, em pessoas que visam melhorar sua resistência ou emagrecer!   Lógico que o treinamento apresentado no estudo é muito difícil para pessoas destreinadas, e também temos de levar em conta a alimentação, pois se esta não for equilibrada, os resultados ficam bastante prejudicados.   O que fica claro, é que a alternância de intensidade, que acaba mantendo os batimentos cardíacos mais elevados e consequentemente o metabolismo todo mais acelerado durante e depois do exercício, promovendo uma maior queima calórica. Quem está iniciando uma atividade e não possui um condicionamento muito bom, pode alternar corrida com caminhada, ou até mesmo uma caminhada mais rápida com caminhada mais lenta.     Somente alguns cuidados devem ser tomados, como por exemplo, aquecer antes e desaquecer ao fim do exercício. Pode ser uma caminhada, trote ou qualquer outro exercício mais leve. No final, não pare bruscamente, para evitar um mal-estar decorrente da intensidade elevada. Fora isso, basta escolher qual atividade aeróbica faz mais a sua cabeça e fazer o treinamento intervalado pelo menos 3 vezes por semana.     Referências   Trapp, EG. et.al. The effects of high-intensity intermittent exercise training on fat loss and fasting insulin levels of young women. Faculty of Medicine, University of New South Wales, Sydney, 2008.

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