A leptina pode ser a razão que está dificultando seu processo de emagrecimento. Veja mais neste artigo completo! ⠀ A leptina é um hormônio que tem como principal função, a regulação do apetite. Ela é produzida nas células de gordura e tem sua ação no hipotálamo. Ela está ligada diretamente ao emagrecimento, pois sua ação, quando descontrolada, faz seu apetite ficar descontrolado. [instagram-feed user=”smashballoon”] Leia também: Falha concêntrica, como usá-la em seu treino? Basicamente, ela informa o momento de “parar de comer”. Porém, em pessoas com maus hábitos alimentares, a sua ação acaba sendo retardada, pela falta de eficiência nos processos metabólicos. ⠀ A ingestão de alimentos de alto índice glicêmico, também ajuda a piorar este quadro. Pessoas com obesidade, por exemplo, podem desenvolver um quadro que chamamos de resistência a leptina, fazendo com que comam mais do que o que realmente precisam, pela falta de ação adequada deste hormônio. Porém, isso não pode ser uma desculpa. A leptina responde a estímulos. Ou seja, depende muito de seu estilo de vida. ⠀ A ingestão de alimentos ricos em nutrientes, com baixo índice glicêmico, ajuda na sua regulação. Como ajustar a Leptina e conseguir emagrecer de verdade? ⠀ Em um estudo de Donato (2004), também ficou evidenciado que pessoas com baixa ingestão e metabolização de zinco, tendem a ter disfunções no metabolismo da leptina. Alimentação correta, exercício físico e sono regulado, são fatores diretamente ligados ao emagrecimento, também por estarem conectados com as funções da leptina. Neste caso, os ajustes na secreção e no metabolismo da leptina se dá através da mudança de seu estilo de vida. A partir do momento em que a ingestão calórica muda e há mais nutrientes, um impacto insulinímico menor e a prática de atividades físicas, inicia-se uma melhora no quadro.   Naturalmente, é preciso que haja um tempo de adaptação. Mas isso tudo deixa claro o quanto é importante estabelecer bons hábitos, quando o tema é o emagrecimento! ⠀ Referências: Donato, JJ. Aspectos atuais da regulação do peso corporal: ação da leptina no desequilíbrio energético. Rev. Bras. Cienc. Farm. vol.40 no.3 São Paulo July/Sept. 2004.

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Emagrecer é um objetivo em comum de muitas pessoas. Mas há um excesso de informação nessa área, que muitas vezes traz dificuldades no entendimento do processo. Os métodos de treino para emagrecimento, por exemplo, são muitas vezes, peças fundamentais nesta engrenagem. Mas antes de falar dos principais métodos de treino para emagrecimento, é importante entender qual a função deles, dentro do processo. Afinal, o que é importa nestes casos, é o resultado final. Métodos de treino para emagrecimento, qual a função deles? Dentro de um processo de emagrecimento, o treino é um potencializador. Ele sozinho, não faz milagres. Sem uma dieta hipocalórica, os métodos de treino não conseguem fazer com que o resultado aconteça. Para você ter uma ideia, o gasto calórico da sessão de treino, pode chegar a 500 calorias ou até mais. Pode parecer bastante, mas um lanche completo, com refrigerante e sobremesa, já tem mais calorias que isso. Os métodos de treino para emagrecimento tem como principal função, otimizar o gasto calórico. Eles são focados exatamente em fazer com que o corpo use mais reservas de gordura, como fonte de energia. Como isso será feito é menos importante do que o resultado final. Por isso, não espere que um único método de treino seja o mais eficiente. Todos eles tem vantagens e potencializam o processo de emagrecimento. Além disso, as estratégias de emagrecimento são muito importantes para manter a motivação no resultado final. Mas elas passam por dieta, treino e descanso adequado. Quais os principais métodos de treino para emagrecimento? Dentro de um planejamento de treino para emagrecimento, é muito importante trabalhar com variações. O emagrecimento é um processo de adaptação e quanto mais o treino oferecer novos estímulos ao organismo, melhor.     Neste sentido, os métodos de treinamento para emagrecer que serão apresentados aqui, podem e na maioria dos casos, devem, ser mesclados. Você não precisa apostar em apenas um deles. Vamos aos métodos! 1- Métodos de treino para emagrecimento: Musculação A musculação é excelente para o emagrecimento. Primeiramente que pode-se adaptar as variáveis para otimizar o gasto calórico. Desta maneira, ela já é um ótimo método de treino para emagrecimento. Segundo que ela melhora a funcionalidade e pode dar a base para um treinamento de longo prazo. Para completar, ela pode ser praticada por praticamente qualquer pessoa, pois as variações de exercícios permitem que seja possível realizar trabalhos para todas as situações. Pessoas sedentárias, com lesões ou com dificuldades em realizar determinados movimentos, podem fazer musculação, desde que bem orientada. 2- Métodos de treino para emagrecimento: Exercícios aeróbicos (caminhada, corrida, ciclismo, natação) Aqui, muitas vezes, há uma enorme confusão. Alguns profissionais “profetizadores”, usaram estudos com erros metodológicos graves, para propagar a ideia de que aeróbicos não eram bons para o emagrecimento. Mas lembra que falei que no final das contas, é o gasto calórico que importa? Então, se as sessões forem bem trabalhadas, os exercícios aeróbicos são sim uma excelente forma de treino para emagrecimento. Naturalmente que há algumas considerações. É preciso analisar muito bem o perfil de cada pessoa e em alguns casos, eles não são indicados. Mas na maioria das vezes,  o problema é mais ortopédico do que qualquer outra coisa. Além disso, com os exercícios aeróbicos tradicionais, chegaremos num ponto onde a evolução é mais difícil e lenta. Mas quem chega num ponto onde 60 minutos de exercícios já não são mais suficientes para termos um bom estímulo, provavelmente já houve emagrecimento. Fora isso, esta é uma excelente prática! 3- Métodos de treino para emagrecimento: Treinamento funcional Eu já fiz um artigo falando sobre emagrecimento com treinamento funcional. Ele é uma ótima ferramenta, mas tem alguns cuidados. É preciso que as pessoas que tem qualquer problema articular ou muscular, tenham muito cuidado com o local onde escolhem fazer a prática. Isso por que há muitos espaços onde não há um controle adequado das variáveis e isso pode prejudicar sua saúde. Fora isso, o treinamento funcional, pelas mesmas razões que a musculação, é um ótimo método de treino para emagrecimento. 4- Métodos de treino para emagrecimento: Treinamento intervalado (HIIT) Algo que virou uma grande febre nos últimos anos, o treinamento intervalado de alta intensidade, mais conhecido como HIIT, é uma ótima estratégia para emagrecimento. Não é a única eficiente, mas é bastante interessante. Porém, há que se ressaltar algo muito importante: Uma pessoa sedentária, acima do peso, não pode fazer HIIT de qualquer forma. Justamente por ser em alta intensidade, ele pode trazer riscos para determinados grupos de pessoas. 5- Intercalando métodos Todos os métodos que apresentei acima, podem ser usados em uma estratégia de emagrecimento. Porém, por que não extrair ao máximo o que cada um pode oferecer? Integrar musculação com aeróbico é excelente para o emagrecimento. HIIT também pode ser integrado. Lembre-se que quando o foco é o emagrecimento, o mais importante é aumentar o gasto calórico e fornecer ao corpo, estímulos que otimizem a adaptação. Métodos de treino para emagrecimento são muito importantes para que haja uma melhora no quadro geral. Aliados com uma dieta adequada, produzem excelentes resultados. Se você não sabe exatamente como fazer isso, eu posso te oferecer minha consultoria Fitness online para que você obtenha melhores resultados! Bons treinos!  

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Planejar errado é sair correndo sem direção. E quem não tem direção, não chega a lugar algum. O planejamento de treino para musculação é a base para todo e qualquer ganho e resultado. Sem planejamento você é apenas um “testador”. Neste artigo, eu vou falar de um especto mais geral. Falando em planejamento de treino para a hipertrofia, já tenho um artigo (clica no link acima da palavra para ler). Então, neste artigo sobre planejamento de treino para musculação, irei tratar mais especificamente sobre os aspectos gerais e não focados apenas em hipertrofia. Planejamento de treino para musculação, frescura ou fundamental?   O planejamento de treino para musculação pode ser frescura, se você for treinar um mês e depois parar. Ou então, se você for uma pessoa que finge que treina. Agora, se quer o mínimo de resultados, precisa começar o quanto antes com o planejamento de treino para musculação. Ele é a base para qualquer outra situação. Ele é a parte prática da periodização para musculação. Para entender a importância do planejamento de treino para musculação, imagine a seguinte situação: Você começa a treinar de maneira convencional, sem um grande planejamento. Nos 3 primeiros meses, tem um ótimo resultado. Porém, depois disso, os resultados param. Não diminuem, param! O que você faz? Corre atrás de novos métodos de treino e outras formas de melhorar. Daí, muitas vezes, percebe que precisa de uma base, que não foi criada nos 3 primeiros meses, justamente por falta de planejamento.       Pronto! Você até pode “consertar” isso, mas acaba perdendo tempo. Com o adequado planejamento de treino, isso não iria ocorrer. Passo a passo para montar um planejamento de treino para musculação A importância do planejamento de treino para musculação não deveria nem ser discutida. Então, vamos partir para a ação e o passo a passo para montar um planejamento de treino adequado!   Se você quiser se aprofundar mais neste tema, eu tenho um e-book que custa apenas R$ 17,90 sobre este assunto e que pode ser adquirido, clicando aqui.   Vamos ao passo a passo!   1- Entenda a sua individualidade O primeiro ponto é compreender quem é você, qual seu histórico e como o planejamento de treino para musculação pode ser útil para você. Simples assim! Convenhamos, isso é o básico. Mas muitas pessoas deixam isso de lado. Por exemplo, imagine uma pessoa que busca a hipertrofia, mas que tem lesões no ombro. Será que o planejamento de treino tem que começar pensando em cargas altas? Não! Primeiro precisamos de fortalecimento local e melhora da força e da flexibilidade. Treinar não é apenas deslocar pesos. Por isso, o primeiro ponto é entender quem é você, quais as suas reais necessidades e como o treinamento deve ser construído para que elas sejam sanadas. 2- Primeiro as metas mais realistas Primeiro seja realista. Planejar é traçar metas tangíveis e que sejam alcançáveis. Se você é sedentário e quer ser um fisiculturista, vai levar anos para ter um shape minimamente apresentável. Se você quer emagrecer, comece perdendo o primeiro quilo. Suas metas, traçadas no planejamento de treino para musculação, devem ser desafiantes, mas realistas. Por isso, é importante se conhecer. Comece com pequenas metas, que sejam realistas. Por exemplo, se você tem problema de tempo para treinar, comece com um planejamento de treino com 2 sessões por semana. Conforme vai adquirindo o hábito, aumente. Se você é procrastinador, trace uma meta de treinar 2 meses sem faltas . E assim por diante. Um dos maiores erros do planejamento de treino para musculação é justamente não levar isso em conta. 3- Primeiro a base, depois o específico No planejamento de treino, primeiro começamos com a base, para depois partirmos para o específico. Como Assim Sandro? Simples. Imagine que sua meta seja emagrecer. Se você começar com 1 hora de aeróbico, provável que desista. Comece com estratégias que vão melhorar sua resistência e Vo2 máximo. Isso será a base para o emagrecimento. Se vai buscar a hipertrofia, comece com o fortalecimento e melhora do equilíbrio muscular. Além disso, melhore também a sua coordenação motora e resistência. No geral, um treino de base deve incluir: Melhora da resistência geral, muscular e aeróbica. Melhora da coordenação motora e execução dos exercícios. Melhora da flexibilidade. Melhorando isso no primeiro momento, você terá um ganho considerável em seus resultados. 4- No planejamento de treino para musculação, pense em longo prazo   Nenhum planejamento de treino eficiente é pensado em períodos curtos. Treinamento é adaptação e isso leva tempo! Por isso, foque no longo prazo, para ter melhores resultados. Comece com a base, melhore suas condições orgânicas. Depois comece a melhorar os seus pontos fracos e otimizar seus pontos fortes. Em cima disso, vá melhorando aos poucos, de forma constante. 5- Se for um profissional, estude mais sobre periodização. Se for um leigo, procure ajuda de alguém devidamente habilitado   Se você for um profissional, pode estudar mais sobre periodização. Isso será fundamental para que você tenha resultados de verdade. Neste vídeo eu falo melhor sobre isso:   Se você não for um profissional de educação física, o ideal é buscar ajuda de um bom profissional. Pode ser um instrutor de sua academia, um Personal trainer ou uma Consultoria Fitness.   Você pode estudar e montar seus treinos. Mas isso leva tempo e experiência. Para quem não tem isso, fica muito mais barato entrar em contato com um bom profissional.   Se você quer saber mais sobre minha consultoria Online Fitness, entre em contato comigo pelo WhatsApp, clicando aqui.   O planejamento de treino é fundamental para que você tenha mais segurança e realmente treine de verdade. Sempre tenha a orientação de um bom profissional. Bons treinos!

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Usar métodos que vão potencializar os efeitos metabólicos de um treino, é fundamental para a maior parte dos casos. A combinação de musculação e HIIT é muito usada, quando queremos potencializar o gasto calórico ou então, aprimorar o condicionamento. Porém, por serem atividades diferentes, combinar musculação e HIIT nem sempre é fácil. Temos questões como o treinamento concorrente, que devem ser levadas em conta. Além disso, a organização de um treino que tenha a combinação de HIIT e musculação, precisa ser pensada de uma forma inteligente.       Musculação e HIIT, é possível combinar?   Não só é possível, como em muitos casos, é altamente indicado. Não em todos, mas em alguns casos, esta é uma das grandes alternativas. Mas combinar por combinar, pouco vai trazer de resultado. É preciso entender de que forma a musculação e o HIIT agem em termos metabólicos, para então otimizar o que cada um deles proporciona. Na verdade, quando equiparamos os estímulos, é possível ter excelentes resultados com o HIIT integrado a musculação. Porém, é muito importante que sejam feitas as adaptações necessárias. Possível de combinar é e eu particularmente, uso muito em meus treinos e consultorias. Para combinar musculação e HIIT, precisamos seguir alguns parâmetros importantes. 1- Volume, intensidade e carga total do treino   Para combinarmos o HIIT com a musculação no mesmo treino, é fundamental adaptar o volume, a intensidade e a carga total de trabalho. Por exemplo, se você fizer um treino de musculação altamente volumoso, com intensidade nas alturas e uma carga total elevada, ficará difícil manter um procolo de HIIT muito pesado. Isso não significa que o treino de musculação deva ser “leve”. O que precisamos fazer é levar em conta o estímulo do HIIT ao final do treino de musculação, como parte da carga total de trabalho.   2- Eficiência mecânica é fundamental   Se você vai usar o HIIT no final do treino de musculação, precisa levar em conta que seus músculos estarão fadigados e a coordenação e controle motor, prejudicados. Por isso, é preciso optar por uma atividade que não comprometa a eficiência mecânica do HIIT. Por exemplo, se você fez um treino de pernas mais forte e na sequência vai usar um HIIT pulando corda, é bem provável que a qualidade do intervalado seja muito menor e ainda coloque suas articulações e músculos, em risco de lesão. Por isso, busque sempre usar atividades que não sejam comprometidas pela falta de eficiência mecânica. Em muitos casos, o mais indicado acaba sendo a Bike ou o elíptico, por não necessitarem de tanto controle motor. Mas isso não é uma regra. 3-  Iniciantes não são o melhor público para o HIIT e a musculação no mesmo treino   Um iniciante, no geral, tem um perfil de falta de condicionamento e controle motor. Por isso, mesmo que o foco seja o emagrecimento, não há muitas razões para usar na mesma sessão, HIIT e musculação. Na verdade, salvo raros casos, o iniciante deve construir uma base de condicionamento, com aeróbico contínuo e treino de força, para então, usar o HIIT.   HIIT depois da musculação?   Esta é uma pergunta muito comum. Uso o HIIT antes ou depois da musculação? Há casos e casos, mas é preciso entender alguns pontos para responder esta pergunta.   No geral, usamos HIIT junto com a musculação para aumentar o gasto calórico total. Ou seja, esta é uma estratégia de emagrecimento. Por isso, temos que potencializar os efeitos de cada um dos treinos, visando aumentar o gasto calórico. Neste sentido, se você fizer o HIIT antes da musculação, não conseguirá um bom rendimento no treino de força. Naturalmente, seus músculos estarão fadigados e os mecanismos de controle muscular, depletados. Por isso, salvo alguns casos bem específicos, o ideal é fazer o HIIT depois da musculação.   Integrar o HIIT a musculação é algo que pode aumentar bastante os seus resultados, mas que precisa ser feito com os cuidados necessários. Caso contrário, você pode acabar se lesionando ou então, não tendo a eficiência que precisa.   Sempre treine com a orientação de um bom profissional. Eu posso te ajudar com minha consultoria online.   Bons treinos!      

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O bi-set é um método de treino usado desde os primórdios da musculação e tem um efeito muito positivo, quando usado da forma correta. O treino bi-set traz inúmeras possibilidades de trabalho, o que o torna muito usado em determinados contextos da musculação. Saber utilizar todas as variáveis de um treino e compreender as aplicações destas em um treinamento é algo complexo. O treino Bi set baseia-se em estímulos hipertróficos potentes sem que tenha a necessidade de um treino de alto volume. Entenda como o treino Bi set funciona De modo geral, o treino Bi set é um método que procura causar estímulos intensos nos músculos. Estes estímulos são causados através da utilização de mais unidades motoras no movimento. Sendo assim, este método pode ser utilizado para o mesmo músculo, para músculos antagonistas e ainda com variações de exercícios.   Leia também: Musculação para iniciantes, cuidados e práticas recomendadas! Plano de treino para emagrecimento que dá resultado!   Basicamente, o treino Bi set é um método onde a pessoa efetua determinado movimento até a falha, ou até mesmo até um certo número de repetições. Depois disso, mudamos o movimento, mas não o enfoque do exercício.  Este número de repetições é pré-definido e não conta com intervalos. Sendo assim, caso utilizarmos um movimento para o mesmo músculo, são necessárias algumas alterações para que sejam usadas novas unidades motoras. Para ficar mais fácil de compreender, vamos fazer uma explicação mais detalhada. Exemplo de treino bi-set Imagine o seguinte cenário: Primeiramente, você está realizando o exercício de supino reto. Em determinado momento, você atinge a falha concêntrica ou chega ao número de repetições que foi pré-estabelecido. Sem pausa, você passa para outro exercício, como por exemplo, um crucifixo, crossover ou até um apoio (push up).  Com isso, teremos o mesmo músculo sendo trabalhado, mas mais unidades motoras sendo solicitadas. Isto pode ser feito com diversos outros exercícios. Puxadas, agachamentos e quase todos os movimentos multiarticulares se enquadram nesta lista. Em diversos casos não é recomendado fazer isso em movimentos monoarticulares, mas existem várias exceções. Deste modo, além de promover um estímulo mais intenso para as fibras musculares, ainda temos um estresse metabólico e tensional muito alto. Isso irá fazer com que os ganhos sejam potencializados quando se trata de hipertrofia. Obviamente não podemos utilizar o treino Bi-set o tempo todo, uma vez que este deve ser inserido em um determinado contexto. Porém, trata-se de uma forma extremamente interessante de tornar o seu treino mais efetivo e intenso. Deste modo, você poderá ter mais tempo para realizar outras atividades e sabe que treinou de forma correta. Por que usar mais unidades motoras é importante? Antes de falar especificamente das formas de utilizar o treino bi-set, é importante entender por que usar mais unidades motoras é importante. Todos os nossos movimentos são coordenador pelo sistema nervoso central, que envia comandos para as unidades motoras, que são neurônios que comandam a ação muscular.   Leia também: Drop-set, como funciona e como usar em seu treino Tempo de tensão e hipertrofia, qual a relação entre ambos?   Quanto mais nós solicitamos estas unidades motoras em nosso treino, maior será o trabalho muscular e a melhora da coordenação intra-muscular. Por isso, o Bi-set é tão importante. Ele vai aumentar o volume total de trabalho muscular, tornar o treino mais intenso e volumoso e também, vai fazer com que mais fibras sejam solicitadas. Veja agora, algumas formas de usar o treino bi-set. Como usar de forma inteligente o treino bi-set   Existem inúmeras formas de usar o treino bi-set em sua rotina. Todas estas maneiras precisam estar alinhadas com o que você tem de planejamento. Em seu plano de treino para hipertrofia, por exemplo, é possível usar alguns exercícios com o método bi-set. Em meu serviço de personal trainer online, trabalho com estas variações. Naturalmente, este não é um método para ser usado sempre, o tempo todo. Ele se enquadra muito bem em dados cenários e não é indicado para outros. Veja como usar de forma inteligente o treino Bi set.   Procure selecionar os exercícios mais adequados   É muito comum diversas pessoas utilizarem o Bi set de forma correta, mas com erros na escolha de exercícios. Podemos exemplificar esta situação com a necessidade de deslocamento. Imagine que você tenha que se deslocar de um aparelho para outro na troca e estes estão longe um do outro. Com isso, você pode acabar perdendo um pouco da intensidade, devido à demora na troca de aparelhos. Sendo assim, é recomendado avaliar pontos como este na hora de pensar em usar o Bi set. Quanto a montagem de treino para este tipo de método, é indicado que sejam selecionados movimentos mais “simples” na segunda parte, que não torne a troca mais lenta. Inicie com o Crossover, por exemplo. Após este exercício, utilize o apoio. Ambos exercitarão o mesmo agrupamento. Isto resultará em um estímulo motor diferente. Além disso, o segundo é de fácil aplicação, devido ao fato de utilizar somente o peso corporal contra a resistência gravitacional. Outra forma simples de se fazer isso é a puxada alta na polia. Neste caso, a mudança na forma de pegada oferece grandes diversidades motoras. Alterar a pegada aberta para pegada fechada resulta na ativação de novas unidades motoras. Por este motivo, é fundamental selecionar com inteligência os exercícios a serem utilizados no método de treino Bi set.   O treino Bi set funciona em determinados momentos   Para que as séries de exercícios se tornem mais longas, o treino Bi set não deve ser utilizado em qualquer hora. Caso a sua periodização tenha programado um certo tempo para o aumento da força máxima, por exemplo, o Bi set pode não ser recomendado. Para se ter um bom desempenho do treino Bi set, é fundamental escolher os momentos certos para o mesmo. É necessário compreender que este método muda consistentemente a intensidade do treino. Por isso, ele não deve ser utilizado como a única fonte de treinamento. A efetividade do treino Bi set

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Um bom plano de treino para hipertrofia não é algo necessariamente simples. Há muitas variáveis envolvidas em uma série de questões, que precisam ser levadas em conta. Montar um plano de treino para hipertrofia é analisar todas as variáveis de um treino, bem como a individualidade de cada pessoa. Dentro de um plano de treino para hipertrofia, devemos pensar nos estímulos a serem usados e na recuperação deles.   Isso, em termos gerais, é bastante complexo. Mas muitas pessoas ainda acreditam que um bom profissional de educação física é aquele que passa determinados planos de treino para hipertrofia, de forma aleatória. Ninguém “passa” um plano de treino. O que fazemos é montar uma estratégia, dentro de uma periodização para hipertrofia.  Portanto, não espere neste artigo, um plano de treino para musculação pronto. O que você encontrará aqui, são os fundamentos primordiais para a montagem de um bom plano. Nada pronto!   Leia também: Liberação miofascial, o que é e como usar em seu treino Características do treino de hipertrofia feminino Ao contar com um planejamento adequado, os seus treinos serão muito mais eficientes, trazendo os resultados desejados de maneira mais saudável e segura. Treinar sem ter um plano de treino para musculação pode ser uma grande perca de tempo, uma vez que você não estará se beneficiando ao máximo com seus exercícios e suas práticas. Princípios básicos de um bom plano de treino para musculação   O plano de treino para musculação, seja ele extremamente rígido e regrado ou flexível e leve, é uma das bases para a melhora de sua estética e desempenho.  Podendo ser complexo e complicado, o seu plano de treino deve ir de acordo com os seus objetivos e suas capacidades. Dependendo das suas necessidades e sua disposição, o seu plano de treino para musculação pode ser elaborado de maneira simples e sem muitas restrições. Os treinos são algo que beneficiam a saúde, seja ela física ou mental. Cada pessoa possui necessidades e capacidades diferentes. Portanto, um bom plano de treino para musculação é importante para adaptar os treinos e torná-los flexíveis a ponto de evitar perigos em sua rotina. Um dos principais pontos do planejamento é focar em seu treino, e não no treino de outras pessoas. Preciso realmente de um plano de treino para musculação?   Para pessoas que treinam musculação, um planejamento é essencial para se obter os resultados estéticos e de desempenho desejados. Levantar pesos de maneira regular coloca as fibras musculares sob stress. Isso faz com que tenhamos um aumento de massa muscular se desenvolva. Dentro deste cenário, nós trabalhamos com conceitos de choque e recuperação dentro do treino. Buscamos um estímulo adequado, seguido de um tempo útil para a recuperação muscular. Sem isso, o plano de treino para musculação é apenas um amontoado de exercícios, sem ligações e real efetividade.   Adequação as individualidades Para começar, você deve ter bem claro em sua mente qual é o seu objetivo de treino. Seja emagrecimento, hipertrofia ou melhora do desempenho e funcionalidade. Compreender isto é um ponto de partida para o plano de treino para musculação. É fundamental que a sua rotina e o seu estilo de vida sejam levados em conta na criação do planejamento. Uma pessoa que trabalha muito e tem pouco tempo para treinar, por exemplo, deve ter um treino diferente do que uma pessoa que tem muito tempo livre.   Leia também: Tempo sob tensão e hipertrofia, qual a relação? Plano de treino para emagrecimento que dá resultado   Isso também faz parte das individualidades, que tanto falo.  Do mesmo modo, as atividades que a pessoa realiza em seu cotidiano também devem ser levadas em consideração. Pessoas que possuem uma atividade laboral que exija muito do físico devem possuir um planejamento diferente de alguém que trabalha sentado. Neste cenário, o ponto de partida de qualquer plano de treino para musculação é a adequação as individualidades de cada pessoa. É necessária a compreensão de que cada pessoa é única, com diferentes experiências e maneiras de reagir a estímulos. Por isso, necessariamente, o plano de treino deve ser individual. Este deve ser elaborado após uma análise da pessoa, traçando estratégias específicas de treino. Além disso, é fundamental entender o nível de condicionamento de cada pessoa, bem como se ela possui algum desvio postural que pode atrapalhar os treinos. Periodização é fundamental! Pense que você vai fazer um jantar. O menu é a periodização. As receitas, são o plano de treino. Se você não tem um menu, consegue fazer um jantar inesquecível? Provavelmente não. Será um amontoado de comida, que não “conversa” entre si. A mesma lógica acontece com a relação entre plano de treino para musculação e periodização. Periodizar os treinamentos de maneira correta é um dos pontos mais importantes para se obter os resultados desejados. Treinar sem um planejamento que periodize os seus treinos prejudica o seu desempenho e não permite que a evolução desejada seja alcançada. Afinal, treinar sem planejar e sem prever determinados cenários é algo quase que inaceitável.   Progressão de cargas   Com base na periodização e nas individualidades da pessoa, a progressão de cargas deve ser feita de acordo com a capacidade da mesma. Quando falo de carga aqui, não me refiro apenas a peso em si, mas a carga total de treino. Um iniciante, mesmo com um plano de treino considerado fácil, vai ter uma resposta fisiológica mais acentuada, do que uma pessoa bem condicionada. Por isso, é fundamental no plano de treino para musculação, adequar a progressão de carga.  A progressão de cargas em um plano de treino para musculação depende do desenvolvimento orgânico da pessoa. Isto é, quanto mais a capacidade da pessoa aumenta, maior deve ser a carga total de trabalho.    Adaptação no plano de treino para musculação   Com um planejamento adaptado de acordo com as suas individualidades, periodizado de maneira correta e com uma progressão de cargas eficiente, você já estará bem encaminhado. No entanto, em alguns casos são necessárias algumas adaptações. Estas adaptações podem ser de diversas

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A liberação miofascial é uma técnica muito utilizada na fisioterapia, que busca relaxar a musculatura e distensionar as fáscias. Geralmente é utilizada em atletas e em diversas patologias como retrações musculares, contraturas, tensionamento local, dores musculares crônicas, fibromialgia, etc. No entanto, está cada vez mais comum seu uso em praticantes de musculação pelo fato de promover mais liberdade de movimentos e aumentar a capacidade de expansão muscular, no caso da hipertrofia.     Vamos entender um pouco mais sobre o assunto: o termo miofascial significa “mio: musculo, fascial – fáscia: tecido conectivo = fáscia muscular”. A fáscia é uma espécie de membrana formada por tecido conjuntivo que recobre cada fibra muscular, cada músculo e também toda a superfície do conjunto muscular, sendo encontrada em diversas extensões, espessuras e densidades em nosso corpo, permitindo que a função corporal em geral seja bem executada, fornecendo juntamente sustentação aos tecidos, proteção, coordenação e impedindo que ocorra o atrito entre os músculos.   O encontro final das fáscias ou um conjunto de fáscias formam os tendões, fornecendo suporte e tração adequada entre o osso e a musculatura, e tendo grande influência no desempenho das funções das estruturas musculares. Segundo Rêgo (2012), “as fáscias também são sempre interligadas uma na outra, havendo uma continuidade entre elas, sendo assim, seja qual for o tipo de alteração na tensão em qualquer parte da sua extensão, será repercutido no conjunto, afetando de forma global o nosso corpo. ” Esse fato também explica, por exemplo, juntamente com o sistema nervoso, a dor por irradiação, ou a dor crônica global.   De que forma a fáscia pode ser afetada e o que isso altera no nosso organismo? Atividades da rotina, posturas inadequadas por grandes períodos de tempo, alterações posturais instaladas, fatores ocupacionais, o efeito da gravidade sobre o nosso corpo, tensões do dia-a-dia, questões emocionais, overtraining, sedentarismo, lesões e intercorrências musculares ou mesmo ósseas, entre outros acometimentos que poderão gerar contraturas, pontos gatilho (pontos tensionados e dolorosos ao toque, que reverberam em toda extensão próxima), retrações musculares (que podem originar tendinopatias), fibromialgia, síndrome da dor miofascial, cansaço excessivo, envelhecimento precoce, estresse, ansiedade, dores crônicas globais, etc. Desta maneira, a liberação miofascial irá ajudar você a ter um relaxamento muscular e promove uma melhor regeneração dos treinamentos.   Leia também: Manguito rotador, por que fortalecer?   Todos esses quesitos acima citados reduzem a elasticidade e flexibilidade muscular, restringem a capacidade do corpo de se movimentar, diminuem a nutrição muscular, impedem o bom desempenho no treino (principalmente na capacidade de gerar força), tornam mais difícil a hipertrofia (pelo fato da fáscia estar tão aderida ao conjunto muscular que não permite o crescimento das fibras), dificultam o rendimento dos atletas e também atrapalham bons resultados no emagrecimento.   O que a liberação miofascial proporciona? Alívio de dores (crônicas, tensionais, pós treino, patológicas, etc.), relaxamento muscular, maior mobilidade articular, mais liberdade na execução dos movimentos, melhora na capacidade de contração muscular. Além disso, temos ainda a melhora na disposição, mais flexibilidade, elasticidade e agilidade, prevenção de lesões e doenças musculares crônicas, melhor desempenho na hipertrofia, definição muscular e emagrecimento. Para atletas, temos  melhora de rendimento, maior facilidade na nutrição muscular, acelerando a remoção de metabólitos, melhora da propriocepção e consciência corporal.   Ela pode ser indicada tanto no pré quanto no pós treino, cada um para uma finalidade diferente. No pré treino é mais usada para diminuir a fadiga muscular, melhorar a flexibilidade e execução dos exercícios, e no pós treino, para redução da dor muscular e relaxamento.   Como é realizada a liberação miofascial? Pode ser feita por um profissional, ou por você mesmo. Se for realizada por um profissional, é possível utilizar-se da forma manual, por meio da manipulação dos tecidos utilizando diferentes direções de deslizamento, apoios e pressões, de acordo com a necessidade e os relatos do paciente. O terapeuta também pode fazer uso de um rolo específico para a liberação, e da mesma forma que a manual, dosar a intensidade e a pressão que é exercida. Já se você for realizar a auto-liberação miofascial, existem alguns equipamentos específicos que proporcionam a liberação, enquanto você usa seu peso corporal no lugar da pressão manual terapêutica: Stick (bastão), foam rollers (rolo de espuma), bolas de tênis e soft ball. Neste caso, você irá rolar a parte do corpo dolorosa, por exemplo a coluna lombar, em cima de um desses equipamentos citados; se for utilizar as bolas, é mais confortável que seja feito de pé, contra a parede, guiando a bola. Atenção: O ideal é que a auto-liberação seja efetuada apenas nos indivíduos saudáveis, sem nenhuma lesão muscular ou mesmo indício de patologia. Nestes últimos dois casos, é necessária a atuação de um fisioterapeuta.   É possível fazer a liberação miofascial sozinho?   Este é um questionamento altamente comum. No geral, não se indica fazer a liberação miofascial sozinho, pois podem haver problemas, caso a pessoa apresente tecidos lesados. Se este não for seu caso, há algumas possibilidades de realizar a liberação miofascial. Veja neste vídeo, mais sobre a liberação miofascial e como ela pode ser feita!   Liberação miofascial e a melhora na recuperação dos treinos A liberação miofascial ganhou bastante destaque para o grande público, como uma forma de melhorar a regeneração muscular. Usada fortemente por atletas em fase de preparação esportiva, a liberação miofascial se tornou mais conhecida. Há várias evidências que mostram que a liberação miofascial é uma excelente forma de melhorar a regeneração muscular. A premissa para isso é bastante simples: menos aderida as fibras musculares, a fascia dá mais espaço para que o músculo “relaxe” e possa se recuperar. Além disso, o processo de liberação miofascial também estimula fortemente a circulação local. Isso, para fins de regeneração muscular, é fundamental. Porém, é importante trabalhar de forma inteligente com a liberação miofascial para a regeneração muscular. Por exemplo, se em seu plano de treino você tem sessões de choque, espere que estas acabem, para então optar por uma sessão completa de liberação miofascial. Não adianta fazer uma liberação

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Para conciliar Pilates e musculação é um desafio para muitas pessoas. Porém, como trabalho no meu Studio junto com minha esposa, que é fisioterapeuta e atua no mesmo local com Pilates, encontramos formas de conciliar as atividades com o máximo de eficiência. Costumo dizer que conciliar Pilates e musculação é um desafio bom. Afinal, a junção das duas atividades é fantástica e melhora em muito a qualidade de vida, desempenho e resultados do praticante. Mas para que isso aconteça, é fundamental que a integração musculação e Pilates seja feita com inteligência.   Entendendo o Pilates e a Musculação, para integrá-los Não vou me aprofundar muito neste assunto, pois já fiz um artigo sobre o tema: Pilates e musculação, uma combinação fantástica. O Pilates tem como principal objetivo a centralização, melhora do controle motor e da mobilidade articular e muscular. Ele é um método amplamente usado no mundo todo e cientificamente comprovado. Já na musculação, podemos trabalhar com diferentes enfoques, mas no geral, o aumento de força muscular é um de seus fundamentos. Veja só, neste momento já dá para perceber a importância da conciliação de Pilates e musculação. Estaremos melhorando toda a questão motora e de controle muscular, ao integrar as duas modalidades. Porém, dentro da rotina de treino, conciliar musculação e Pilates pode ser um desafio, no sentido de usar os treinos de forma integralizada.   Leia também: Por que seu treino de hipertrofia não dá resultados? Um guia de treino para iniciantes Como conciliar Pilates e musculação e forma inteligente   É preciso entender que cada um dos métodos precisa ter objetivos específicos. Isso é o primeiro ponto da integração entre eles. Por exemplo, para conciliar musculação e Pilates, temos que entender, dentro de nossa individualidade, o que cada um dos métodos trará de vantagens. Depois de definir isso, podemos partir para a periodização e planejamento, conciliando-as. Para conciliar Pilates e musculação, devemos seguir algumas regras básicas:   Definir a frequência de cada treino/aula É importante definir quantas aulas serão feitas, semanalmente, de Pilates e musculação. Este é, na verdade, o primeiro ponto a ser levado em conta. Por exemplo, alguém que faça Pilates 2 vezes por semana e musculação mais 2, terá uma forma de conciliação diferente de quem faz musculação 3 vezes na semana e 1 de Pilates. Aqui não há número ideal. O mais importante é que, nas sessões semanais, tenhamos pelo menos 3 a 4 treinos por semana. Caso contrário, os resultados serão muito abaixo do esperado, pela falta de frequência.   Defina o que é importante no primeiro momento Sempre que chega um aluno ao nosso studio, eu e minha esposa conversamos com ele para definir as prioridades. Desta forma, para conciliar Pilates e musculação, nós entendemos como atingir diretamente este objetivo. Em cima disso, montamos o planejamento. Por exemplo, se o aluno sofre de dores, tem desalinhamentos musculares, pouca mobilidade e outros problemas, o primeiro foco é no alinhamento destes problemas e no condicionamento físico geral. No Pilates, será natural o trabalho em cima destes problemas. Já na musculação, será trabalhado a melhora da força e controle muscular, fortalecimento de core e outras estruturas estabilizadoras, além da melhora do condicionamento geral. Uma pessoa com este quadro pode treinar para a hipertrofia na musculação? Com certeza. Porém, é preciso começar “arrumando a casa”, para que o desenvolvimento seja adequado.   Integração das cargas de trabalho Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o Pilates tem uma carga total de trabalho bem alta. Por mais que o aumento do gasto calórico não seja o objetivo, ele tem uma carga muscular e articular de trabalho bem alta. Por isso, precisamos conciliar o trabalho de forma inteligente. Por exemplo, é possível, dentro do Pilates, trabalhar com enfoque em determinados objetivos, como fortalecimento do core, por exemplo. Se na segunda fizermos uma sessão com este enfoque, no Pilates, na terça, temos que levar isso em conta na musculação. O ideal neste caso é dar um descanso para os músculos trabalhados, usando exercícios que tem menos solicitação deste grupo. A integração das cargas de trabalho, dentro da integração entre Pilates e musculação é o ponto principal para a potencialização dos resultados e prevenção de lesões.   Primeiro melhore o quadro geral, depois o específico Isso é um ponto muito importante ao conciliar Pilates e musculação. Por mais que você tenha objetivos específicos, é fundamental melhorar primeiro o quadro geral, para depois partir para objetivos mais específicos. Por exemplo, imagine que você está conciliando Pilates e musculação para emagrecer e ter mais força, sendo mais funcional. O primeiro ponto, é a melhora da mobilidade articular, flexibilidade, força, resistência e controle muscular. Sem isso, você não chegará ao objetivo. Isso por que, para conseguir um objetivo como este, você precisará de progressão. Só que para progredir nas cargas de trabalho, é fundamental ter uma boa base, que é o quadro geral. Por isso, este precisa ser seu foco.   Não há dificuldades na integração entre musculação e Pilates quando temos objetivos claros e principalmente, quando os professores dos métodos estão alinhados nas práticas. Este é, provavelmente, o ponto que mais fará a diferença neste cenário. Por isso, treine sempre com a orientação de um bom profissional e principalmente, busque integrá-los em torno de seus objetivos. Conciliar Pilates e musculação exige isso.   Bons treinos!

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Nosso corpo sempre busca o equilíbrio. Chamamos esse equilíbrio de homeostase. Quando um estímulo quebra essa homeostase de forma controlada e repetida, o corpo entra em um processo adaptativo. Esse processo é a base de um fenômeno chamado supercompensação. A supercompensação é o mecanismo por trás da síndrome de adaptação geral, e é também a razão técnica por trás de um princípio que defendo na minha consultoria: dor não é motivo para parar de treinar, é motivo para ajustar a carga. Isso vale tanto para quem treina sem nenhuma queixa quanto para quem lida com artrose, condromalácia patelar ou hérnia de disco. O que é supercompensação? Veja a imagem abaixo antes de continuar. Quando você treina, gera um processo de exaustão e quebra de homeostase. O corpo precisa recuperar tanto as vias energéticas quanto as estruturas físicas envolvidas no esforço: fibras musculares, tendões, cartilagem, sistema nervoso. Nas horas seguintes ao treino, o corpo entra em um processo acelerado de regeneração, porque o objetivo biológico é retomar a homeostase o mais rápido possível. A duração dessa fase varia de acordo com a intensidade do estímulo e com o tecido envolvido, o que é um ponto central e pouco discutido, como veremos adiante. O corpo não apenas repõe o que foi gasto. Para se adaptar de forma mais eficiente a um estímulo semelhante no futuro, ele recupera as estruturas em um nível levemente acima do que estava antes do treino. Se um novo estímulo chegar exatamente no topo dessa curva, o resultado é desenvolvimento otimizado. Se o estímulo não chegar, o corpo retorna gradualmente ao nível anterior, e o ganho daquele ciclo se perde. Esse equilíbrio entre estímulo e recuperação é o motivo pelo qual periodização não é um detalhe técnico, é a estrutura que sustenta qualquer progresso real, seja na periodização para musculação, seja em qualquer outro objetivo de treino. A supercompensação também não é igual para todo mundo nem para todo tecido. Ela depende de fatores como sono, alimentação, histórico de treino, nível de condicionamento e, algo que normalmente fica de fora dessa discussão, o tipo de estrutura que está sendo estimulada. Supercompensação em quem tem dor articular ou lesão Aqui está o ponto que normalmente não aparece quando se fala de supercompensação, e é exatamente onde a maioria dos treinos genéricos falha em pessoas com dor no joelho, ombro, coluna ou qualquer outra articulação comprometida. Tecidos diferentes se recuperam em velocidades diferentes. O sistema energético se repõe em horas. O tecido muscular, em um a três dias, dependendo da intensidade. Já tendão e cartilagem têm metabolismo muito mais lento, porque recebem menos irrigação sanguínea direta. Isso significa que a curva de supercompensação de um tendão ou de uma superfície articular não acompanha o mesmo ritmo da curva muscular. Isso explica tecnicamente por que duas abordagens comuns costumam falhar: Parar completamente de treinar a região dolorida interrompe o estímulo antes que a estrutura receba a carga necessária para se adaptar. Sem esse estímulo, não há supercompensação, e a estrutura tende a ficar mais frágil, não mais protegida. Insistir na mesma carga e no mesmo volume de antes, ignorando a dor, aplica um novo estímulo antes que o tecido conjuntivo tenha completado seu ciclo de recuperação, o que gera acúmulo de estresse mecânico em vez de adaptação. A alternativa tecnicamente correta é a que sustenta o trabalho que faço na consultoria online: ajustar variáveis de treino (volume, amplitude, velocidade, tipo de contração) para manter o estímulo dentro de uma faixa que respeite o tempo de recuperação da estrutura comprometida, sem eliminar o movimento. É esse raciocínio clínico funcional que aplico na progressão de carga de cada um dos mais de 1.200 alunos que já acompanhei, independentemente de qual seja a articulação comprometida. Como usar a supercompensação de forma inteligente no seu treino A supercompensação não é exclusiva da musculação. Qualquer prática física, incluindo corrida, depende do mesmo princípio, como já expliquei no artigo sobre periodização para corrida de rua. Ela também não se comporta de forma linear. O sistema bioenergético se recupera em horas. Músculos, tendões e sistema nervoso central podem levar vários dias. Isso significa que planejar treino olhando só para o cansaço percebido é insuficiente, principalmente quando há uma articulação comprometida na equação. Como aplicar isso na prática O primeiro passo é ter uma periodização estruturada. Sem ela, não há como estimar em que ponto da curva de supercompensação você está. O segundo é considerar o histórico de treino, a condição articular atual e a rotina de sono e alimentação da pessoa. Um iniciante recupera em ritmo diferente de alguém treinado há anos, e uma pessoa com tendinopatia ou artrose recupera em ritmo diferente de alguém sem histórico de dor. Por isso, ajustar a carga com base em dor, mobilidade e resposta ao treino anterior, e não apenas em uma ficha fixa, é o que permite progressão real sem agravar o quadro. Perguntas frequentes Supercompensação funciona para quem tem lesão ou dor articular? Sim, o princípio é o mesmo, mas a janela de recuperação muda. Tecido conjuntivo (tendão, cartilagem) responde mais devagar que o músculo, então a progressão de carga precisa ser mais conservadora e monitorada. Quanto tempo dura a fase de recuperação em quem tem dor crônica? Varia de pessoa para pessoa e de estrutura para estrutura, mas costuma ser mais longa do que a recuperação muscular padrão. Por isso o acompanhamento individualizado é o que define se o treino vai gerar adaptação ou vai gerar mais desgaste. Treinar com dor atrapalha a supercompensação? Depende do tipo e da intensidade da dor. Dor como sinal de sobrecarga aguda exige ajuste imediato. Dor como resposta esperada ao estímulo, dentro de limites seguros, faz parte do processo adaptativo. Diferenciar uma da outra é o que o acompanhamento técnico resolve. Se você treina, sente dor articular e nunca teve clareza sobre como ajustar a carga sem parar de treinar, é exatamente esse o problema que a consultoria resolve. Conheça a consultoria online.

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Você faz algo sem ter uma razão para isso? Tipo, ir até algum lugar, sem ter nada para fazer lá e voltar, simplesmente? Provavelmente não, né? Mas e seu treino, ele traz os resultados que deveria? Muita gente me procura falando que seu treino não dá resultado ou então, que os resultados estão estagnados.  O fato de que seu treino não dá resultado está ligado, na maior parte das vezes, a falta de pequenos ajustes.     Isso é altamente comum. No início dos treinos, como já falei neste artigo sobre treino para iniciantes que no primeiro momento, a adaptação é muito rápida. Praticamente qualquer estímulo, trará adaptações rápidas.   Leia também: Treino de hipertrofia para bíceps, como melhorar os resultados? Métodos de treino para hipertrofia, potencializando os resultados!   Porém, quanto mais bem treinado você fica, menos treinável você é. Com o passar do tempo, para ter mais resultados, será mais difícil. Este é seu caso? Fique comigo que irei te mostrar as razões e o que fazer! O que você verá neste artigo: Por que o treino não dá resultados mais? Como mudar esta condição?  Por que seu treino não dá resultado?   Você provavelmente treinava no início e sentia, em poucos meses, mudanças em seu corpo, não é? Agora isso mudou? As razões são muitas. Os resultados, sejam eles relacionados ao emagrecimento ou a hipertrofia, são adaptações do corpo a estímulos. Se estes estímulos param de ser relevantes, deixam de dar resultados. Resumindo, a adaptação para. Isso pode estar ligado a sua condição de treino, a falta de individualidade, planejamento e sequência de estímulos. Nosso corpo interpreta estímulos. Se eles deixam de ser relevantes, não há adaptação. Alguns sinais que seu treino não dá mais resultado e precisa ser modificado: Falta de mudanças significativas no corpo; Final de treino sem nenhum sinal de treinamento (respiração ofegante, cansaço muscular, etc.); Desempenho estagnado. O problema é que a maioria das pessoas acredita que quando isso acontece, precisa de mais exercícios, mais carga e mais sessões de treino. Resultado: acabam tendo ainda menos resultados. Mais treino, mais carga, não necessariamente trará mais resultados. Mas não se desespere. Na grande maioria dos casos, pequenos ajustes, um planejamento (Periodização para musculação) e adaptações as individualidades, já trarão um resultado fantástico. Como acabar com o treino que não tem resultados?   Simples, você precisa melhorar seu treino. Aqui, não vou tomar como base a variável dieta, para ser mais direto e específico. Mas em muitos casos, a falta de resultados em seu treino tem grande participação da dieta que é ineficiente. Para acabar com sua falta de resultados, você precisa: 1- Planejar Se você não sabe onde quer chegar e qual caminho deve percorrer, como irá adaptar os estímulos? Em minha consultoria online, este é o primeiro ponto. Eu traço um planejamento, uma periodização, para que o aluno tenha um “mapa” de onde pode chegar. Neste planejamento, traço a estratégia de volume e intensidade, a progressão de carga e o foco geral. Com isso, conseguimos ter um trabalho muito mais efetivo! Leia também: Exercícios para dorsais, chega de errar! Supino reto, um guia completo de utilização     2- Melhorar e adaptar os estímulos Muitas vezes, podemos até manter o treino, mas precisamos mudar as variáveis. Desta forma, uma simples mudança no tempo de descanso, na cadência dos movimentos ou no número de repetições, pode fazer com que você saia da estagnação dos resultados. Muitas vezes, apenas ajustar as variáveis é suficiente. Se não for o caso, mudamos o treino e a estratégia. 3- Progressão de estímulos   Praticamente todos os alunos que me procuraram por falta de resultados em seus treinos, tinham a mesma característica: os estímulos não eram progressivos. Com isso, quando paravam de oferecer um contexto de adaptação, entram em acomodação. Os estímulos precisam ser constantes e cumulativos. O corpo não pode acomodar o estímulo. Caso contrário, não ocorre o fenômeno de supercompensação nem o de adaptação geral.  Desta forma, o treino não tem como dar resultado.   Se o seu treino não dá resultado, com toda a certeza ajustando estes pontos, irá mudar este cenário. Mas para fazer isso de verdade, com qualidade, você precisa de acompanhamento profissional!   Em minha consultoria online você não terá este problema. Seu treino será sequência, com constantes mudanças de estímulos para que você sempre progrida da forma que espera.  Quer saber mais? Me mande um e-mail ou entre em contato pelo WhatsApp (neste botão verde na lateral).   Bons treinos!    

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