O treino para ganhar massa muscular tem suas peculiaridades e particularidades. As vantagens de se desenvolver a massa muscular são imensas e cada vez mais as pessoas vem nisso, um elemento funcional. Sejam homens ou mulheres, a procura por um treino para ganhar massa muscular é cada vez maior!   Inicialmente, os ganhos de massa muscular fazem com que o metabolismo fique muito mais acelerado. Isso por que a massa muscular é altamente irrigada pelos vasos sanguíneos e possui inúmeras terminações nervosas. Desta maneira, a massa muscular vai exigir muito mais energia para manter-se ativa.       Ou seja, uma pessoa que tem massa muscular desenvolvida tem muito mais facilidade em eliminar gordura, graças ao metabolismo acelerado. Além disso, massa muscular desenvolvida é sinônimo de tudo “durinho”, pois desta maneira, a flacidez fica de lado.   Porém, muitas pessoas, apesar de praticarem exercícios físicos, não conseguem desenvolver sua massa muscular de maneira adequada. Veja como evitar isso.     Treino para ganhar massa muscular, como ele deve ser feito?     Basicamente as mulheres tem mais dificuldade para desenvolver massa muscular do que os homens. Isto se explica por diversos fatos, como menor força (baseando-se em dados estatísticos), menores níveis de testosterona (hormônio altamente anabólico) e somando isso a fatores culturais e falta de motivação para levar este tipo de treino adiante por mais tempo. Mas isso, de maneira alguma, quer dizer que uma mulher, independente de qual seja a sua idade ou condição física.   De maneira bastante simplificada, para que você consiga bons ganhos de massa muscular, você precisa pautar sua rotina em três fatores fundamentais, que irei focar neste texto: treino, alimentação e descanso.   Treino para ganhar massa muscular   Para que você consiga ganhar massa muscular, vai precisar estimular principalmente às fibras musculares rápidas. Isso por que este tipo de fibra, diferente das fibras lentas que são mais utilizadas em exercícios aeróbicos, tem uma maior capacidade de hipertrofia (aumento do tamanho e da função das células).   Desta maneira, se quer um aumento de massa muscular, você precisa executar exercícios resistidos. Entre as tantas opções que existem, a musculação é a mais comum e uma das mais eficientes. Mas você também pode estar utilizando também modalidades como o treinamento funcional ou o Crossfit. Porém, é fundamental que em todos estes casos, você tenha uma periodização para hipertrofia!   O mais importante é que você “castigue” seus músculos, para que então eles possam se recuperar e aumentar a sua capacidade. Por isso, é necessário que seu treinamento seja regular, onde posso afirmar que com menos de 3 sessões semanais, dificilmente você conseguirá resultados satisfatórios.       Por isso, use os exercícios resistidos regularmente, sempre focando em todas as partes do corpo. Um erro bastante comum, principalmente das mulheres em geral, é não treinar grupamentos musculares nos quais elas não tem interesse na hipertrofia.   É bom salientar que nosso corpo é uma totalidade e não um amontoado de partes, portanto se você treinar apenas determinados grupamentos, provavelmente você não conseguirá um aumento significativo de massa muscular.   Alimentação adequada (dieta)   Para que os músculos cresçam, eles precisam basicamente de combustível, certo? Pois bem, para que este processo seja eficiente, é muito importante que o “combustível” seja de alta qualidade.   Portanto, se quer aumentar a massa muscular, trate de comer direito. Diferentemente do que acontece na hipertrofia, onde é necessária uma maior ingestão calórica.   Dentro desta ingestão, você precisa de carboidratos, que irão dar a energia para o treinamento e para a recuperação. Somados a proteínas, que vão literalmente reconstruir os músculos lesados durante o treinamento. As vitaminas e minerais em geral, que vão fazer com que seu organismo funcione de maneira adequada e que ele consiga direcionar sua atenção para o aumento da massa muscular.   Leia também: Falha concêntrica, como usá-la em seu treino! Musculação para iniciantes, cuidados e práticas recomendadas     Além disso, a distribuição de sua ingestão calórica em pelo menos 6 refeições diárias auxilia bastante no aumento da massa muscular.   Descanso   Você fez seu treino para ganhar massa muscular de maneira adequada, comeu alimentos escolhidos para seu objetivo. Agora é só descansar e deixar o seu corpo dar conta do recado. O treinamento de força causa lesão nas fibras musculares. Para que elas sejam recuperadas, é necessário que você descanse. Isso, para que seu corpo possa então cicatrizar as “lesões” causadas pelo treino e você consiga de fato aumentar sua massa.   Por descansar entenda dormir, pois é durante o sono que entramos em um melhor estado de anabolismo. Por isso, pelo menos 6 horas diárias de sono são recomendadas, mas sendo que o ideal fica entre este valor e 8, variando de pessoa para pessoa.   Estes são os três pilares que você precisa respeitar para que consigam de fato, ganhar massa muscular.   Independente de qual seja o seu nível de treinamento. Se você é iniciante ou avançada, se você é jovem ou idosa, seguindo corretamente estes três pilares, você conseguirá um bom aumento de massa muscular.   Porém, é fundamental que o treino para ganhar massa muscular seja feito com base em sua individualidade. Por isso, sempre treine com o auxílio de um bom profissional!  

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  A musculação para iniciantes envolve muitos fatores. O mundo que cerca o exercício físico é recheado de modismo, novas práticas e novas metodologias. Porém nem todas elas têm sua eficiência de fato comprovada, e sustentadas por mais marketing do que por resultados, acabam se perpetuando durante muitos anos como eficientes.   Neste contexto a musculação é uma prática que vem ganhando cada vez mais adeptos e praticantes no mundo todo. Até algumas décadas atrás a musculação era vista com certo preconceito, mas este cenário mudou, e hoje ela faz parte da rotina de inúmeras pessoas.     Porém sua prática requer certos cuidados, pois executada de maneira inadequada a musculação pode vir a acarretar em lesões, muitas vezes irreversíveis. Por isso, a musculação para iniciantes precisa ser feita com cuidado! Por isso, você tem de ter certos parâmetros para a musculação para iniciantes.   Musculação para iniciantes, entendendo o contexto!   O treino de força é sequencial e necessita de uma melhora constante, pois caso contrário, além de não se desenvolver e não atingir suas metas, você acabará correndo riscos desnecessários para sua saúde. Não tente iniciar usando mais peso do que seu corpo possa suportar. A carga é um elemento bastante importante, mas o volume, a intensidade e a execução correta também são muito importantes.   Musculação para iniciantes e a importância da boa execução!   Uma dica bastante simples, é antes de executar qualquer exercício, tente fazê-lo sem carga, para se adaptar ao movimento. Isto é importante, por que caso a execução não seja correta, você tem chances maiores de se machucar e de não obter os ganhos que poderia obter com uma execução correta. Tentar submeter seu corpo a uma carga muito grande acaba fazendo com que seu corpo “compense” o movimento de outras formas, como sobrecarregando a coluna ou alguma outra articulação. É importante ressaltar também que as duas variáveis mais básicas de qualquer exercício, o volume e a intensidade devem ser respeitadas.     Estes métodos de maneira alguma devem ser usados por iniciantes, pois nessa fase inicial é muito importante que o volume seja aumentado, para aprimorar sua resistência muscular. Métodos como a falha concêntrica, onde se utilizam altas cargas e repetições até a exaustão são muito eficientes, mas para praticantes mais avançados. Um mínimo de 6 meses é necessário para que seu corpo se adapte a cargas mais e volumes reduzidos. Até por que, um iniciante nem teria resistência suficiente para que seu corpo pudesse suportar e de fato se desenvolver com métodos deste tipo. Resumindo, copiar a série do Arnold ou de qualquer outro fisiculturista é uma roubada e seu corpo cobrará o preço!   Suplementos, são fundamentais na musculação para iniciantes?   Algumas academias induzem os alunos a usar suplementos. Isso ocorre mais por um interesse econômico do que por sua real efetividade. Iniciantes dificilmente conseguem impor uma sobrecarga suficiente para utilizar os nutrientes que uma suplementação proporciona, e o que não é usado, o corpo elimina ou estoca. Portanto, melhore sua alimentação ao invés de suplementar. Descanso é fundamental!   Outro problema bastante comum entre os iniciantes é o fato de que estes, na ânsia por resultados, não deixam seu corpo descansar o suficiente para que os ganhos de hipertrofia aconteçam. Lembre-se que descansar é tão importante quanto treinar para a hipertrofia. Por isso, durma pelo menos 8 horas diárias e não treine o mesmo grupo muscular em dias consecutivos. Além disso, tenha paciência e saiba que as grandes conquistas demandam tempo e dedicação para que se concretizem, e com a musculação não seria diferente.     Musculação para iniciantes, 5 elementos fundamentais!     Trabalhe com sua base! A base é fundamental na musculação. Mas o que é isso? São qualidades físicas que devem ser trabalhadas de uma forma mais ampla, para darem a sustentação adequada para a sequência do treinamento. Neste sentido, é fundamental para a musculação para iniciantes que sejam trabalhados elementos como força, resistência muscular, flexibilidade, resistência aeróbica e anaeróbica e coordenação motora. Isso trará uma melhora considerável a qualidade do treino e fará com que o processo de hipertrofia seja sustentável.   Opte por intensidades mais baixas Fala-se muito em treinar em alta intensidade. Algo que, no contexto adequado, traz bons resultados. Porém, na musculação para iniciantes, não é algo indicado. Um iniciante não tem a base desenvolvida para treinos altamente intensos. Nesta fase, devemos optar por treinos com mais volume, focados na qualidade da execução. Métodos como a falha concêntrica, Drop-set e outras, não devem ser usadas nestes períodos. É preciso, antes de tudo, preparar o corpo para estímulos mais intensos.   Tenha uma boa periodização Em meu serviço de personal trainer online, eu sempre priorizo a periodização para musculação. Um iniciante, sempre precisa ter isso como prioridade. Com uma periodização adequada, o iniciante tem como ter o controle adequado das variáveis do treino. Sem a periodização, o iniciante acaba tendo um treino que em longo prazo, é menos efetivo. Na periodização para iniciantes, temos como estabelecer um planejamento em curto, médio e longo prazo. Desta maneira temos resultados muito mais efetivos!   Execução é mais importante do que carga Um erro muito comum nos iniciantes na musculação é justamente não levar em conta a qualidade da execução. É lógico que isso depende também do acompanhamento profissional. Porém, nesta fase precisamos diretamente da qualidade dos movimentos. Neste sentido, é interessante usar cargas mais baixas, com mais repetições e movimentos mais lentos. Com isso, é muito importante nesta fase, priorizar a execução em detrimento da carga.       Use uma boa gama de movimentos Neste momento, é interessante usar uma gama de movimentos mais ampla. Eu costumo usar mais exercícios, com mais movimentos que tenham mais unidades motoras envolvidas. No geral, eu opto por mais exercícios, com menos séries. Com isso, temos um trabalho muscular mais amplo, com mais unidades motoras envolvidas. Isso faz toda a diferença na musculação para iniciantes!   Estas são algumas das dicas fundamentais para a musculação para

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A suplementação é um dos assuntos mais debatidos entre os praticantes de musculação, professores e curiosos. Eu diria até que muitas vezes ela é tão superestimada que se esquece de treinar direito para focar apenas na suplementação. Mera tolice, afinal a suplementação ajuda no processo, mas sem um treino de qualidade, de nada ela irá adiantar. Porém, existem suplementos para hipertrofia que ajudam no processo. As dúvidas sobre eles ainda são muito comuns… Por isso, selecionei um pequeno resumo sobre cada um dos principais suplementos para hipertrofia!   Principais suplementos para hipertrofia   Whey Protein Talvez o mais conhecido de todos. O Whey é o nome do suplemento e não a marca, como muitos acreditam. Whey é a proteína do soro do leite extraída durante o processo de transformação do leite em queijo. É um suplemento de rápida absorção, sendo tomado na maioria das vezes pela manhã ou no pós treino, onde é mais indicado. Ele irá auxiliar no processo de reconstrução muscular.   Leia também: Periodização para hipertrofia, o guia completo!   Ao tomar ele antes de acordar o objetivo é diminuir o catabolismo de certo tempo sem se alimentar. Ele possui diversas variações, como por exemplo o isolado, concentrado, hidrolisado. Na verdade, esta distinção é mais comercial do que realmente de efetividade, pois os efeitos se parecem muito e nenhum deles trás muitos benefícios a mais. BCAA Geralmente tomado em cápsulas, são os aminoácidos de cadeia ramificada, também conhecidos como essenciais. São formados por aminoácidos que não são produzidos pelo organismo,  A L-Valina, L-Leucina  e L-Isoleucina.  Basicamente o BCAA atua na reconstrução muscular, tendo importante papel na hipertrofia. Deve ser tomado antes e depois do treino, para que as perdas catabólicas sejam reduzidas. Também tem ação sobre a insulina, que é um poderoso hormônio anabólico.       Creatina Este é um dos suplementos mais utilizados e que não tem sua real efetividade comprovada. A Creatina produzida por nosso corpo, que serve para resintetizar o ATP, mas ela já é produzida por nosso organismo. Alguns defensores dela falam em aumentar os níveis para, com efeito cumulativo, aumentar a resistência e a explosão muscular. Quero deixar bem claro que estou falando em pessoas que buscam a hipertrofia.   Leia também: Alimentação para musculação, os princípios básicos!   Atletas de desporto de potencia usam bastante isso e realmente tem bons resultados. Só não acredito que a creatina para quem faz musculação seja de fato efetiva. L-Carnitinina Este não é um suplemento puramente proteico, mas auxilia no processo de hipertrofia. Seu principal foco é a diminuição dos depósitos de energia e aumento dos níveis de energia muscular. A L-Carnitina é uma substância que transporta a gordura acumulada para as dentro das células para ser gasta em forma de energia, processo conhecido como oxidação lipídica. Albumina Este é um dos suplementos proteicos mais baratos e que apresenta bons resultados. Ele é extraído da clara do ovo, e sua indicação é para o decorrer do dia, auxiliando nos processos metabólicos. Apesar de não ser mais tão consagrada quanto o Whey, por exemplo, ela ainda é uma proteína de alto valor biológico, que pode ser um ótimo aliado de sua hipertrofia. Independente de qual seja seu objetivo, os suplementos podem te ajudar e muito. Porém eles não devem ser tomados de forma indiscriminada e sem acompanhamento de um bom nutricionista. Bons treinos!

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Muitas pessoas se queixam constantemente de cansaço durante os treinos, sejam eles aeróbicos ou de musculação. As causas para tal cansaço podem ser muitas. O cansaço durante o treino não é aquele oriundo dos estímulos, dos exercícios. Ele é oriundo, na maioria das vezes, de fatores fisiológicos. Além disso, há questões ligadas ao treino também que geram este cansaço durante o treino!   Primeiramente, temos que verificar algumas situações. Você sente cansaço apenas no treino? Tem disposição durante seu dia, mas na hora de treinar está cansado (a)? Este cansaço pode ser psicológico. Como o treino físico impõe a nosso corpo uma demanda energética, muscular e metabólica a qual ele não está adaptado, nosso cérebro muitas vezes acaba “sabotando” nosso treino. Neste caso, é importante usar uma programação mental, atribuir seu treino a coisas boas, pois somente assim será possível superar este cansaço psicológico. Já se você vem tendo este mesmo cansaço durante todo o dia e ele piora durante o treino, as explicações podem ser fisiológicas. Para te ajudar, vamos listar algumas possibilidades de melhorar sua disposição durante o treino!         Saiba como diminuir o cansaço durante o treino   Faça um treino mais otimizado Muitas pessoas acabam sentindo cansaço durante o treino, por que ele é muito volumoso. Aliás, o alto volume de treinamento é o principal fator associado ao Muitas das mulheres que reclamam de cansaço durante o treino, ficam na academia por mais de uma hora! Com isso, além de perder em efetividade em seu treino, você ainda acaba tendo mais dificuldades em se recuperar. Com isso acumulado, o cansaço durante o treino é inevitável. Por isso, tenha um treino mais intenso e mais curto, para que possa ter melhores resultados e ainda acabar com o cansaço! Leia também: Periodização para hipertrofia, o guia completo!     Fique uma semana sem treinar ou treinando mais leve   Muitas vezes, o cansaço crônico é sinal de Neste caso, faça a experiência de ficar uma semana sem treinar, dormindo e se alimentando da maneira correta. Com isso, caso você esteja entrando em um estado de excesso de treino, seu corpo irá se recuperar e promover a supercompensação. Caso isso resolva, tome cuidado ao voltar a treinar, para que seu treinamento seja mais qualificado.     Cuide da alimentação e da hidratação   É muito comum encontrarmos mulheres que reclamam de cansaço durante o treino e que estejam fazendo dietas restritivas. É muito importante oferecer os nutrientes que nosso corpo precisa, esteja você querendo emagrecer ou não. Isso por que sem os nutrientes adequados, seu treino fica prejudicado e os resultados também. Se sua dieta está com menor quantidade calórica, reduza a intensidade de seu treino!   Ingira cafeína, sob orientação nutricional   Desde que utilizada da maneira correta, a cafeína pode ser muito útil para acabar com o cansaço durante o treino. Isso por que ela é uma substância estimulante, que vai atuar diretamente no sistema nervoso central. Com isso, os estímulos nervosos chegaram com muito mais qualidade aos seus músculos, fazendo com que seu treino melhore e você sinta menos cansaço.   Leia também: Periodização para musculação, tudo o que você precisa saber!   Durma bem   Muitas pessoas não dormem o suficiente e com isso, não tem a devida recuperação celular. Sabe o resultado disso? Cansaço e menos resultados. O sono é fundamental para sua saúde e para os resultados de seu treino. Ele deve ser prioridade na vida de quem quer viver bem e mais tempo! Por isso, se está sentindo cansaço durante o treino, veja se não está dormindo pouco.       Avalie seu horário de treino   Cada pessoa tem um horário mais efetivo para treinar. Algumas pessoas que se queixam de cansaço durante o treino, fazem isso logo que acordam. Nem todas as pessoas tem disposição para treinar de manhã, por exemplo. Outras, treinam tarde, antes de dormir. Tudo isso interfere na qualidade de seu treinamento!   Tudo isso pode interferir diretamente em seu treino, fazendo com que você fique mais cansado (a). Lembre-se que o cansaço, quando sem motivo aparente, pode ser um sinal de que algo não caminha bem. Se os sintomas persistirem, mesmo com as dicas acima, procure um médico, pois seu caso pode ser metabólico! Bons treinos!

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Quem realiza um treinamento, seja para desempenho, emagrecimento ou hipertrofia, tem de ter bem claro que treino de força não quer dizer unicamente treino de hipertrofia. Existem diversos tipos de treinamento muscular, como por exemplo treino de potência, de força máxima e de resistência muscular localizada. Eles são amplamente usados principalmente nos esportes. Mas para quem não é atleta, existe alguma função em treinar estes tipos de força? Como deve ser o treino de resistência muscular localizada? É o que irei te responder!       Elementos fundamentais de um treino de resistência muscular localizada     Quando se inicia um treinamento de força seus músculos ainda não estão adaptados a sobrecarga que é imposta. Após algum tempo de treinamento, eles se adaptam a esta sobrecarga, ou seja desenvolveram resistência.   Mas com o passar do treinamento o desenvolvimento desta resistência, essencial para a continuidade do treinamento, acaba se tornando cada vez mais difícil. Por isso executar períodos específicos de treinos de resistência muscular localizada é importante, principalmente quando se retorna ao treinamento, geralmente depois das férias. Assim você recuperará o condicionamento perdido e irá dar uma base para o treinamento posterior. Neste sentido, o treino de resistência muscular localizada, precisa estar adaptado a isso.   Fisiologia do treino de resistência muscular localizada   Para entender a parte fisiológica deste treino, temos de diferenciar as fibras musculares inicialmente. Existem dois tipos de fibras principais (existem outros grupos intermediários): as fibras do tipo I, que são as chamadas fibras de contração lenta, e as fibras do tipo II que são as fibras de contração rápida, que são divididas em lIa, IIb, e Iic.   As primeiras apresentam contrações mais lentas, maior resistência e diâmetro menor.   Já as rápidas apresentam resistência reduzida e um diâmetro até duas vezes maior. Portanto as lentas são mais utilizadas em atividades de resistência e utilizam primordialmente o mecanismo aeróbico. Já as rápidas são usadas em atividades de força e potência e sua fonte energética é primordialmente anaeróbica.       Talvez se você tem como principal objetivo a hipertrofia, ache que não precisa treinar as fibras lentas, pois elas têm menos diâmetro. Sinto em dizer que você está enganado, pois elas dão um ótimo suporte para as fibras rápidas e auxiliam no treinamento de força. Portanto, principalmente no período básico do treinamento é fundamental que se desenvolva a resistência muscular localizada para que seus músculos estejam aptos a treinamentos mais intensos e suas articulações e ligamentos estejam preparados para esta sobrecarga.   Um grande número de lesões decorrentes na musculação poderia ser evitado se a resistência muscular localizada não fosse negligenciada.   Mas então como deve ser o treino de resistência muscular localizada?   Existem diversas formas e você tem de ter bem claro em mente o que você quer para definir como deve ser seu treinamento. Por exemplo, alguém que goste de correr e pratica corrida, pode desenvolver sua resistência muscular localizada, com o treinamento em ladeiras, subindo e descendo de maneira controlada.   Já quem busca hipertrofia, para desenvolver a resistência muscular localizada, o treinamento mais comum e geralmente o mais eficiente é o treinamento com repetições que utilizem no máximo de 50 a 70% da força máxima. Portanto, uma carga bem menor do que os treinos de força máxima. Como se diminui a carga e consequentemente a intensidade deve-se aumentar o volume. Assim, neste tipo de treino usam-se séries com mais repetições, com 15 ou mais repetições.   O ideal é usar movimentos específicos. Por exemplo, caso queira um desenvolvimento específico da resistência muscular localizada envolvendo os músculos do peitoral, use movimentos específicos.   A frequência do treino também precisa ser considerada. No período básico da periodização, devemos usar pelo menos 2 a 3 treinos por semana, nos primeiros microciclos, para este objetivo. Somente depois de desenvolver esta qualidade física, devemos partir para os treinos de força específica.   O treino de resistência muscular localizada é fundamental para evitarmos lesões e termos um rendimento melhor no treinamento. Não o negligencie e sempre tenha o acompanhamento de um bom profissional! Bons treinos!  

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A pergunta é recorrente. Muito comum e sem uma resposta pronta. Pessoas que buscam o emagrecimento, a perda de peso e de medidas, muitas vezes se deparam com um questionamento bastante comum, que tipo de exercício devo fazer? Qual é mais efetivo na perda de peso?  Afinal, quais exercícios fazer para emagrecer? Quando falamos de corpo humano não existe algo que se aplique a qualquer pessoa, isto se chama princípio da individualidade biológica, mas existem pontos em comum que podem ser levados em conta. Emagrecer na verdade significa perder reservas adiposas. Ou seja, antes de falar de quais exercícios fazer para emagrecer, temos que entender este ponto. Sem um balanço calórico negativo, não há emagrecimento. Sem isso, será praticamente impossível ter resultados!     Por isso é importante termos em mente que isso só ocorre com o aumento do gasto calórico e diminuição da ingestão calórica ( para perder deve-se gastar mais do se consome). Isto se dá de duas maneiras, através do metabolismo basal ( a quantidade de calorias que o corpo gasta por dia para manter-se vivo) e o gasto com atividades físicas.   Leia também: Treino rápido para emagrecer, a solução para quem tem pouco tempo!   Ambos são influenciados diretamente pela atividade física. Vejamos como cada tipo de exercício atua no gasto calórico   Atividades Aeróbicas: as atividades aeróbicas, pedalar, correr, nadar, caminhar, são atividades que envolvem um intensidade moderada ou baixa e uma duração maior. Em geral esses exercícios são feitos em sessões de pelo menos 30 minutos. Para a perda de peso e das reservas adiposas é fundamental que a sessão tenha pelo menos de 30 a 40 minutos, pois a queima de gordura começa a partir de aproximadamente 20 minutos de exercícios aeróbicos. Atividades de Força: as atividades de força, como a musculação, Crossfit ou o treinamento funcional são atividades aonde a intensidade é bem mais elevada e a duração do exercício é mais curta. Quando falo em duração não estou falando da duração da sessão, mas sim da duração da série.   Quais exercícios fazer para emagrecer? Depende de sua individualidade!     Agora que sabemos como cada tipo de exercício funciona, vamos analisar como cada uma age especificamente sobre o emagrecimento. Os exercícios aeróbicos tem uma queima de calorias bastante elevada. Além de queimar lipídios como fonte de energia. Já os exercícios anaeróbicos tem um gasto calórico um pouco menor e praticamente não gastam lipídios durante a sessão.   Leia também: Exercícios para emagrecer, uma análise mais ampla!   O diferencial é que os anaeróbicos aumentam bastante o  metabolismo basal, o que causa uma perda de lipídios no pós exercício. Já os aeróbicos não interferem tanto quanto os anaeróbicos. Portanto, cada um deles tem suas vantagens na perda de peso e de medidas.       Para ter resultados de fato efetivos, o mais indicado é a alternância destes exercícios. Por exemplo, se você fizer 2 sessões de musculação, mais duas ou três de caminhada/corrida, com certeza você irá perder peso se mantiver a ingestão calórica controlada. Portanto, para perder peso o ideal é tirar o que de melhor cada tipo de exercício pode lhe proporcionar.  Lembre-se que com disciplina todas as suas metas podem ser atingidas. Mas antes disso, há um elemento fundamental que deve ser respeitado: sua individualidade! Individualidade, o elemento fundamental para o emagrecimento!   Sempre que alguém me pergunta sobre quais exercícios fazer para emagrecer, me passa uma série de questionamentos na cabeça. Tudo depende de quem você é! Por exemplo, uma pessoa sedentária, que nunca foi submetida a uma rotina de exercícios, terá um comportamento diferente perante os estímulos, do que alguém que já tem um histórico de treinamento. Tudo depende da individualidade.   Além disso, existem fatores pessoais. Algumas pessoas preferem o exercício aeróbico. Outras preferem a musculação. Neste caso, a periodização precisa ser adaptada a estas questões. Não que devamos escolher apenas o que gostamos. Devemos optar por um equilíbrio entre o que é fundamental e nossos gostos pessoais. Por exemplo, dentro da periodização para musculação, podemos usar momentos com ênfase no treinamento aeróbico e vice-versa. Enfim, para saber quais exercícios fazer para emagrecer, procure um profissional. Seu corpo e sua saúde precisam ter a devida atenção, para que você possa ser mais saudável e funcional! Bons treinos!  

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Atualizado em 12 de outubro de 2026. O exercício de rosca direta é com certeza, o mais comum no treino de bíceps. Suas possibilidades de variação e de execução nos mais diferentes cenários, faz com que tenhamos bons estímulos. Porém, há alguns detalhes, conceituais e de execução, que fazem os resultados serem potencializados. A rosca direta pode ser feita de diferentes formas no treino de braços. Suas variações de execução, podem alterar a forma como o bíceps e o braquial são estimulados.     Rosca direta, execução e variações!   Basicamente, a rosca direta consiste em um único movimento articular, a flexão de cotovelo. Desta forma, suas principais variações, estão inseridas neste movimento. Em alguns casos, ainda temos uma rotação do punho, que traz resultados diferentes nos estímulos.     Basicamente, a execução da rosca direta é muito simples. Segurando o peso nas mãos, mantendo a coluna com suas curvaturas preservadas, flexionamos o cotovelo. Simples, não é? Porém, este movimento simples apresenta muitas variações! Basicamente, as variações dizem respeito a dois fatores: – Implemento usado; – Pegada;   No caso do implemento, podemos usar halteres, barra ou polia. Isso modifica a execução do movimento. Quanto a pegada, temos a pegada neutra, supinada e pronada. A pegada pronada, é usada quando queremos uma ênfase maior na participação dos músculos do antebraço. Podemos ver mais sobre isso neste vídeo do pessoal do Treino em Foco!   Rosca direta, variações e estímulos diferentes   Quando usamos a rosca direta com barra, por exemplo, temos um movimento simultâneo dos membros. Neste caso, há a possibilidade de um trabalho com cargas um pouco mais altas. Já nos halteres, geralmente usamos menos carga, pois há uma necessidade de estabilização maior do movimento.   Rosca direta com barra, qual delas usar? Basicamente, a barra reta, muito usada na rosca direta, é interessante até certo ponto. Pela posição do cotovelo, que é menos confortável, temos uma maior pressão na articulação do cotovelo. Em muitos casos, o mais indicado é usar a barra W, que traz uma posição anatômica melhor para a execução da rosca direta. Isso não é via de regra, tendo vista que em determinados casos, a barra reta traz uma solicitação mais elevada de músculos do antebraço.     Rosca direta com barra ou com halteres, qual escolher?   Muitos fatores devem ser levados em conta neste caso. A rosca direta com halteres traz uma necessidade mais ampla de estabilização das unidades motoras. Da mesma forma, a rosca direta com barra, não permite um movimento mais amplo. No geral, costumo variar a rosca direta com barra ou halteres para meus alunos de consultoria online fitness. Isso, por que temos desta maneira, mais unidades motoras envolvidas e um estímulo mais variado. Mas tudo depende de sua periodização para musculação.   Mais algumas variações de rosca direta e qual escolher   Rosca direta alternada   A rosca alternada é uma opção para determinados contextos, mas que apresenta limitações. A principal dela é o fato de sempre haver um dos braços em descanso. Isso reduz o tempo total de tensão do músculo e acaba trazendo um estímulo menos intenso. Ela pode ser usada em determinados cenários do treino, como na finalização ou como pré-exaustão. Veja como ela deve ser executada:   Rosca direta no banco inclinado   Um dos movimentos mais efetivos para o desenvolvimento do bíceps. Isso, por que a rosca direta no banco inclinado, evita a insuficiência ativa desta músculo. Como o ombro está estendido, o bíceps é mais solicitado no movimento. Veja neste vídeo, como deve ser a sua execução:   Dicas para otimizar a execução da rosca direta!   Mantenha as escápulas em neutro ou aduzidas Para que o ombro seja apenas um estabilizador do movimento, precisamos manter as escápulas em neutro ou aduzidas. Isso fará toda a diferença na execução dos movimentos. Como o bíceps se insere na região do ombro, precisamos que este esteja neutro para não interferir no movimento.     Por isso, não importa qual seja a variação de rosca direta que você esteja fazendo, é fundamental manter as escápulas em neutro ou aduzidas.         Use uma carga adequada Isso vale para todos os movimentos da musculação, mas para a rosca direta a diferença é mais gritante. Muita gente exagera na carga, por questões de ego ou falta de informação. Com isso, usar músculos auxiliares no movimento. Com isso, traz uma perda considerável na qualidade do movimento e nos estímulos. Use sempre uma carga adequada, que traga uma dificuldade ao movimento, mas que não te faça perder nada em termos de qualidade.   Evite os pontos de descanso do movimento Os pontos de descanso são aqueles onde o as articulações entram em um alinhamento, que vai reduzir a tensão muscular. No caso da rosca direta, é onde temos uma extensão completa do bíceps. Neste ponto, ele está em uma carga isométrica menor. Por isso, evite esta extensão completa. Isso fará com que o tempo total de tensão dos músculos envolvidos, seja aumentado consideravelmente.   Rosca direta com dor no ombro ou no cotovelo A dor durante a rosca direta pode aparecer quando a carga, o volume de séries ou a posição escolhida ultrapassam a tolerância atual do braço. A barra reta mantém os antebraços em supinação, enquanto a barra W e os halteres permitem outras posições. Nenhuma opção é obrigatoriamente melhor para todos. O ombro também participa da estabilização, e balanços do tronco ou uma elevação involuntária do braço podem mudar a demanda. Só pela localização da dor não é possível identificar a estrutura responsável. Comece reduzindo a carga e observando se consegue flexionar o cotovelo com controle, sem forçar o punho. Experimente uma pegada mais confortável ou halteres, ajuste a amplitude e compare a resposta durante e depois da sessão. Se o ombro é a principal queixa, veja como organizo o treino para tendinopatia do manguito rotador. Essa adaptação precisa considerar a avaliação individual, sem transformar um exercício em diagnóstico. Quando o incômodo reaparece em várias

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Dentro do exercício físico, durante muito tempo se difundiu que o alongamento e o treino de flexibilidade em geral, eram importantes na prevenção das lesões. Isso, quando praticados antes dos exercícios. Hoje a ciência já provou que este tipo de atividade, quando feita antes de um exercício mais intenso, como uma corrida ou a própria musculação, além de não prevenirem lesões, como muitos acreditavam, ainda por cima pode ser lesivo. Neste momento então passamos para o outro extremo, onde as pessoas que achavam que o alongamento prevenia lesões e agora não o fazem mais. Este erro bastante comum pode vir a ser muito prejudicial para a população, já que o alongamento é o principal exercício para o aumento da flexibilidade e esta é uma das qualidades físicas mais importantes para a funcionalidade de nosso corpo.       Treino de flexibilidade, o que ele é realmente?   Para melhor compreender este conceito, temos que antes definirmos o que é flexibilidade. Segundo Heittinger (1988) “flexibilidade é a extensão máxima que se pode alcançar com movimentos voluntários de uma ou mais articulações”. Neste sentido, o alongamento não é uma qualidade física em si, mas sim um exercício que é utilizado para a melhora da flexibilidade. Além disso, o alongamento também pode ser usado para fins de relaxamento muscular, sendo que nestes casos, na grande maioria das vezes, não ocorre uma melhora substancial da flexibilidade. O treino de flexibilidade em si, portanto pode ser usado de duas formas: – Melhora da flexibilidade: são os exercícios estáticos e dinâmicos, que tem como objetivo uma melhora da amplitude articular. São aplicados periodicamente e devem ser planejados levando em conta as demais atividades de vida diária; – relaxamento muscular: neste caso, o alongamento permite uma melhora da circulação nos locais exercitados e auxilia na descontração. Pode ser feito periodicamente ou quando a pessoa se sentir cansada e “encurtada”. É muito importante ter esta distinção das funções do alongamento, já que muitas vezes as pessoas confundem tais práticas, sendo que nestes casos não ocorre uma melhora da flexibilidade, mesmo que o alongamento seja feito periodicamente.         Como deve ser o treino de flexibilidade?   Como já mencionei, a melhora da flexibilidade deve ser feita em exercícios planejados e executados periodicamente. Caso contrário, esta qualidade física não será desenvolvida. Neste sentido, Weineck (2003) preconiza que a melhora da flexibilidade exige exercícios de alongamento muscular, em pelo menos 3 sessões semanais, que englobem todos os grandes músculos de nosso corpo”. Desta maneira, fazer determinado alongamento esporadicamente até vai auxiliar no relaxamento muscular, mas não vai promover uma melhora de sua flexibilidade. Além disso, a maneira como o alongamento é feito é muito importante. Barbanti (2004) preconiza que o treinamento de flexibilidade deve ser feito com exercícios estáticos e dinâmicos. No caso dos exercícios estáticos (alongamento tradicional) eles devem permanecer na máxima extensão por pelo menos 20 segundos, sendo que o tempo ideal fica sempre acima dos 30 segundos.     Principais benefícios do treino de flexibilidade regular   De nada adianta você saber dos métodos para o treinamento da flexibilidade se não souber os benefícios práticos que a prática de alongamento traz para sua vida cotidiana. Vejamos as principais: Melhora da amplitude de movimento Este é sem sombra de dúvidas o fator primordial da prática de alongamentos em geral. Você provavelmente conhece alguém que ao caminhar, “arrasta” os pés no chão, sendo que este tipo de caso é muito comum em idosos inativos. Somada a uma força muscular reduzida, este tipo de caso sempre tem relação com a amplitude de movimento deficitária. Isso por que este tipo de pessoa não consegue uma boa extensão das pernas para que sua marcha seja de fato eficiente. Além disso, a falta de amplitude de movimento afeta diariamente as mais variadas tarefas cotidianas, como varrer a casa, arrumar a cama e muito mais. Isso por que seu corpo precisa fazer muito mais esforço para conseguir executar tarefas simples. Melhora da circulação sanguínea O alongamento age diretamente sobre outra qualidade física, a descontração. Esta qualidade diz respeito a nossa capacidade de relaxar após determinado exercício ou solicitação. Com a prática constante de alongamento para a melhora da flexibilidade, os vasos sanguíneos ficam menos rígidos, já que articulações, tendões e músculos são mais flexíveis e dessa forma conseguem mais facilmente circular pelo corpo todo.   Aumento da força Muitas pessoas acreditam que uma pessoa mais flexível tem menos força, porém este é um engano comum. Isso por que com a melhora da atividade muscular, advinda do alongamento constante, a qualidade das contrações musculares melhora e as articulações e tendões ficam mais fortalecidas. Lógico que somente o alongamento, sem um exercício auxiliar tem um efeito reduzido. Porém se integrarmos os trabalhos de flexibilidade com outra prática, como a musculação ou a corrida, teremos uma melhora substancial da força. Porém, é importante entender que não é em todo momento, ou de qualquer jeito, que podemos realizar o treino de flexibilidade. Ele deve ser feito de uma forma que auxilie e não prejudique o treino.     Quando realizar o treino de flexibilidade?   Basicamente, ele deve ser feito com os músculos “frios”. Lembrando que treino de flexibilidade é diferente de um simples alongamento visando o relaxamento muscular. Porém, eu sei que isso nem sempre é possível. Ter tempo para treinar normalmente já é difícil para muitas pessoas. Treinar 2 vezes no dia então, vira uma tarefa dantesca! Por isso, sempre indico o seguinte para meus alunos. Faça seu treino de flexibilidade ao final da musculação. Mas isso não é permitido Sandro? Calma, vou explicar! Ao final do treino de musculação, quando possível, faça seu treino de flexibilidade para estruturas que não foram tão solicitadas. Por exemplo, em um treino de MMII (membros inferiores), faça o treino de flexibilidade para membros superiores. Da mesma forma, o contrário. Assim, trabalhamos nossa flexibilidade e trazemos uma melhora considerável desta qualidade física. Para te ajudar, selecionei alguns vídeos de treino de flexibilidade que o pessoal do Treino

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Se existe um tema que já rendeu discussões, produtos de qualidade e eficácia questionáveis e muitas dúvidas, sem sombra de dúvidas isto é a gordura localizada. Fórmulas milagrosas, géis, exercícios, dietas malucas e tudo mais o que você possa imaginar, já foi lançado com o intuito de eliminar a gordura localizada. Infelizmente, nenhum destes métodos “fáceis, seguros e eficazes” surtiu o efeito esperado. Métodos de “choque” na gordura ou ainda pior, de congelamento desta, também são ineficazes. A explicação para isso tudo reside na fisiologia!   Para eliminar a gordura localizada, precisamos entender qual a sua função!   A gordura localizada nada mais é do que o acúmulo de lipídios em certas partes do corpo. Graças a nossa evolução e nossa genética, temos pré-disposição para armazenar mais gordura em determinados lugares. Os homens no geral, tendem a armazenar mais gordura na barriga, pela proximidade dos órgãos vitais. Já as mulheres, tendem a armazenar mais gordura na região da cintura e do quadril, para que os fetos não fiquem sem alimento. Antes de falarmos mais especificamente sobre exercícios e dieta para perder gordura localizada, temos de entender alguns conceitos. A gordura localizada é um tecido formado por células lipídicas. Estas células tem como única função a geração de energia pelas vias aeróbicas. A única maneira de diminuir o tamanho destas células (sim, por que eliminar totalmente as células de gordura é possível apenas com intervenções cirúrgicas) é usá-las como fontes energéticas e principalmente. Além disso, elas não podem ser repostas através da alimentação. Agora que falamos um pouco sobre o metabolismo das gorduras, vamos dar o enfoque necessário para a gordura localizada!     Eliminar a gordura localizada, de que maneira faço isso?   Para eliminar gordura localizada, você precisa de exercícios específicos, certo? Abdominais fazem com que você elimine gordura, certo? Claro que não! A ciência já provou que não existe esta história de queima de gordura localizada. Pronto, seu mundo caiu! Então este artigo não serve para nada? Claro que sim, nos deixe explicar. Não existe a queima de gordura de maneira localizada. Por isso, se você tem gordura localizada na parte interna das coxas, de nada vai adiantar fazer apenas exercícios na cadeira adutora. Da mesma maneira, se você tem gordura localizada na barriga, de nada vai adiantar fazer milhões de abdominais apenas. Nosso corpo não sabe interpretar alguns contextos muito bem. Ele não sabe que determinado exercício tem como objetivo eliminar a gordura localizada de determinado local. O corpo vai sempre optar pelo que é mais fácil para ele. Portanto, a primeira coisa que você precisa ter em mente sobre como eliminar gordura localizada, é que para isso você precisa baixar todo o seu percentual de gordura corporal. Portanto, você precisa de um treino geral, com foco em todo seu corpo, pois somos uma totalidade e não um amontoado de partes! Veja então como deve ser seu treino com foco em eliminar gordura localizada.   Como deve ser o treino e a dieta para eliminar gordura localizada?   Basicamente, o treino para eliminar gordura localizada é o mesmo do que para o emagrecimento em geral. O objetivo é que o corpo utilize os depósitos de lipídios como fonte energética. Para isso você precisa de:   – Treinos intensos; – Aumento de massa muscular; Desta maneira, treinos como a musculação ou o treino HIIT são os mais indicados, pois fazem com que seu metabolismo fique acelerado por mais tempo. Além disso, eles atuam diretamente no metabolismo basal, fazendo com que seu gasto calórico diário seja mais elevado. Como na maioria do tempo, utilizamos o metabolismo aeróbico como principal fonte energética, eliminamos muito mais facilmente as reservas de gordura. Já falei sobre isso neste vídeo!     Foco no que dá resultado!   Ao contrário do que muitos pensam, treinos para eliminar gordura localizada precisam ser generalistas, com foco nos grandes grupos musculares. Treinos muito isolados não são eficientes para eliminar gordura localizada, pois eles atuam de maneira menos intensa sobre o metabolismo basal. Por isso, prefira os exercícios multi-articulares, com movimentos mais amplos, como por exemplo o avanço, agachamento, supino reto, abdominal canivete, remada alta e muitos outros. Além disso, como o objetivo é que o treino tenha estímulos metabólicos, é muito interessante que as pausas entre os exercícios sejam reduzidas. Desta maneira, o estímulo será muito mais intenso do que se você recuperar totalmente seus substratos energéticos entre uma série e outra. E estou falando de treinos em geral e não apenas da musculação.   Leia também: Perder barriga, por que você não consegue?   Outro ponto é a alimentação também precisa estar focada neste objetivo, pois de nada adianta gastar e depois repor, não é? A alimentação para eliminar gordura localizada precisa ser hipocalórica, mas sem prejuízos de nutrientes, para que você perca apenas lipídios e não massa magra. De maneira geral é assim que você vai eliminar gordura localizada. Não acredite em fórmulas mágicas, em produtos milagrosos ou em dietas malucas. O simples geralmente é o mais eficiente. Aposte na disciplina e no controle e com certeza, terá excelentes resultados! Um exercício para emagrecer só terá resultado se for executado com frequência, por exemplo!   Tem alguma dúvida ou sugestão? Entre em contato comigo! Bons treinos!  

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Com o esclarecimento de certas questões ligadas à musculação em geral e principalmente, a algumas mudanças de conceitos, o treino de hipertrofia para mulheres deixou de ser um tabu. Hoje é possível verificar nas academias, muitas mulheres buscando um treino de hipertrofia, com alimentação e suplementação para esta finalidade. Mas como já falamos em artigos anteriores, a mulher não tem os mesmos processos metabólicos e hormonais do que o homem. Portanto, é preciso que você entenda como este processo ocorre. Sempre é importante ter em mente que a abordagem que fazemos aqui é mais generalista e que certas individualidades precisam do acompanhamento de um profissional de educação física. De maneira bem geral, o processo que o treino de hipertrofia para mulheres ocasiona, acontece da seguinte maneira:   O treinamento resistido causa micro lesões nas células musculares, através de estímulos tensionais e metabólicos; Com a alimentação correta, após terminar o treinamento, o corpo inicia um processo de cicatrização destas micro lesões; Durante o sono, em fases mais profundas, este processo é amplamente potencializado. Após a cicatrização destas micro lesões, as células musculares aumentam um pouco seu tamanho, bem como estas irão dispor de mais substratos energéticos, para que os próximos estímulos sejam melhor suportados.     É lógico que este é apenas um resumo de um processo altamente complexo e que tem diversas variáveis envolvidas. Mas de maneira geral, é assim que ocorre o processo. Até aqui tudo certo, pois parece que o processo de hipertrofia para mulheres é linear e constante. Mas engana-se quem pensa assim, pois existem muitos fatores que contribuem positiva ou negativamente para que ocorra a hipertrofia para mulheres.   Fatores que influenciam no resultado do treino de hipertrofia para mulheres   Primeiramente, precisamos saber que a mulher tem menos potencial de hipertrofia do que os homens. Isso ocorre por seus baixos níveis de testosterona, o principal hormônio anabólico do corpo. Além disso, de uma maneira geral, as mulheres têm menos força máxima do que os homens. Também, de forma generalizada, elas tem bem menos substratos energéticos disponíveis. Estamos dizendo que isso é no geral e é lógico que existem exceções. Com isso, o treinamento de hipertrofia para mulheres precisa ser feito de maneira focada nestas individualidades. Ele jamais pode ser igual ao de um homem. O que podemos dizer que é igual é o fato de que a intensidade do treinamento precisa ser adequada e que a dieta precisa ser hipercalórica. Isso, para que você mulher, possa ter um resultado satisfatório de hipertrofia. Dentro da periodização para hipertrofia, todos estes aspectos devem ser levados em conta. A intensidade, é um elemento fundamental para isso! Intensidade no treino de hipertrofia para mulheres!   No que se refere ao treinamento em alta intensidade, você precisa ter em mente que diversos fatores influenciam neste ponto. Intensidade está relacionada a dificuldade e a qualidade na execução de determinado exercício. Assim, a carga, a execução, o tempo de descanso e outros fatores, são considerados variáveis que influenciam diretamente na intensidade de seu treino para hipertrofia. Neste sentido, o treino de hipertrofia para mulheres, por exemplo, tem de ter uma elevada carga de trabalho em membros inferiores. Isso, por que diversos estudos mostram que elas têm maior força e resistência nestes membros, do que a maioria dos homens. Isto explica o porquê, certas mulheres conseguem treinar com cargas e intensidade maiores do que a maioria dos homens. Já nos membros superiores, as mulheres tendem a ter menos força do que os homens. Isto precisa ser levado em conta no treinamento. Além disso, o período menstrual traz desordens hormonais para as mulheres e este, precisa de certas adaptações no treinamento. É preciso entender que estes elementos são generalistas. Sempre haverão exceções de ambas as partes! Alimentação como base para o treino de hipertrofia para mulheres!   Já no caso da alimentação para musculação, encontramos um dos principais tabus para a hipertrofia para mulheres. Por questões sociais e certos conceitos errôneos que são criados, muitas mulheres tem muita resistência em fazer uma dieta hipercalórica. Esta, com a utilização adequada de alimentos e caso necessário, suplementação. Este erro é muitas vezes cometido, pelo medo excessivo de engordar. Pois bem, a conta é simples, para a hipertrofia, seu corpo precisa de mais nutrientes do que ele gasta.       Desta maneira, ele terá a disponibilidade nutricional para aumentar o tamanho das células musculares. É muito importante saber que é muito difícil conseguir bons resultados de hipertrofia e definição muscular ao mesmo tempo. A dieta para isso é diferente. A alimentação para a hipertrofia precisa de proteínas de alto valor biológico e carboidratos de baixa glicemia em abundância. Para que os processos hipertróficos possam acontecer de maneira correta, estes nutrientes são fundamentais. Já uma dieta para definição muscular, tem como objetivo a diminuição do percentual de gordura, sem causar perda de massa magra. Neste sentido, a dieta para definição precisa ser hipocalórica, para que o corpo possa utilizar mais substratos oriundos da gordura. Por isso, sua dieta sempre é diferente para cada tipo de objetivo. Desta maneira, o treino de hipertrofia para mulheres tem de seguir estas diretrizes para que ele possa de fato ser eficiente e você consiga atingir seu objetivo. Isso mostra o quanto é importante ter um planejamento de treino muito bem montado, orientado por um profissional de educação física. Tem alguma dúvida ou sugestão? Entre em contato comigo! Bons treinos!  

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