Muita gente me questiona sobre o intervalo entre as séries para o emagrecimento, em um treinamento resistido. Veja neste artigo algumas respostas que vão te ajudar a compreender melhor tudo isso!   Basicamente, um treino de musculação precisa ter no intervalo entre as séries, o momento de recuperação dos componentes metabólicos para as próximas séries. Quando fazemos um treino para a hipertrofia, por exemplo, precisamos de estímulos tensionais, que vão de fato causar microlesões nas fibras musculares, para que as células aumentem de tamanho. Quando o foco é o emagrecimento, o estímulo precisa ser metabólico, com maior desgaste das estruturas energéticas. Neste sentido, o intervalo entre as séries para o emagrecimento não pode ter o mesmo objetivo do que para um treino de hipertrofia. Veja então algumas considerações sobre este tema!   Intervalo de descanso entre as séries para o emagrecimento, o que a ciência diz   Quando pensamos em emagrecimento, precisamos ter em mente que diversos componentes estão em jogo. Excreção hormonal, recuperação muscular, dieta e muitos outros. Neste sentido, precisamos de uma abordagem multidimensional. No caso específico da questão hormonal, diversos estudos vêm mostrando que uma maior excreção de GH é um importante componente para a eliminação de gordura. Neste sentido, como este é um hormônio que é liberado principalmente durante o sono, precisamos dormir bem para que isso ocorra. Mas o que isso tem a ver com o intervalo entre as séries para o emagrecimento? Muita coisa! Em um estudo de Albert (2009) foram utilizados três grupos para verificar qual o tempo de intervalo entre as series na musculação era mais eficiente para esta finalidade. Para isso, foram separados três grupos. O primeiro utilizou exercícios com intervalo entre as séries de 30 segundos, o segundo usou um intervalo de 1 minuto e o terceiro, de três minutos. Ao final do estudo, o primeiro grupo (30 segundos) havia tido uma secreção de GH cerca de 33% maior do que o terceiro grupo e 18% maior do que o segundo. Portanto, para esta finalidade, treinos com intervalos menores, entre 30 segundos e 1 minuto, são os mais eficientes. Já em um estudo de Crhulink (2011), foram verificadas as diferenças de composição corporal em indivíduos destreinados em diferentes intervalos de recuperação entre as séries. Todos os 30 voluntários foram submetidos ao mesmo treinamento e a mesma dieta durante 30 dias. O que mudava entre eles era o intervalo entre as séries. O primeiro grupo utilizou 30 segundos, o segundo grupo, 1 minuto e o terceiro grupo, 1,30 minutos. Ao final dos 30 dias foram obtidos os seguintes resultados: – O grupo 1, com 30 segundos de intervalo entre as séries, obteve uma diminuição de 6% em seu percentual de gordura; – O grupo 2, com um minuto de intervalo, obteve uma diminuição de 3,5% em seu percentual de gordura; – O grupo 3, com um minuto e meio de intervalo, obteve uma diminuição de 2,3% em seu percentual de gordura.   Intervalo de descanso entre as séries para o emagrecimento, há um número exato para qualquer situação?   De maneira geral, podemos concluir portanto que 30 segundos é o tempo necessário para o intervalo entre as séries para o emagrecimento? Depende! Estes estudos foram utilizados com séries pré-determinadas (15 repetições no primeiro e 12 no segundo). Se você for utilizar um treino com falha concêntrica ou com séries compostas, como o Drop-set, precisará de mais tempo entre as séries, mesmo que o objetivo seja o emagrecimento. Geralmente, se recomenda entre 20 segundos e 1 minuto, dependendo muito do treinamento. Mas lembre-se, isso depende muito da individualidade e dos objetivos de cada pessoa! Intervalo de descanso entre as séries para o emagrecimento, algumas abordagens práticas!   O intervalo entre as séries para o emagrecimento pode ser trabalhado de diferentes formas em seu treino. Veja algumas abordagens:   Utilize intervalos mais curtos, mas de forma inteligente: Quando falamos em intervalos mais curtos para o treino de musculação visando o emagrecimento, é muito importante estabelecer alguns pontos. Nem sempre quanto menor o intervalo de descanso entre as séries, melhores os resultados. Se assim fosse, usaríamos intervalos de 10 segundos e pronto! Os estímulos têm que ser levados em conta. Além disso, o intervalo é um componente muito importante, mas não o único! Todo o contexto precisa ser avaliado!   Respeite cada fase da periodização: Perceba que em nenhum momento eu usei um número apenas. O intervalo de descanso entre as séries para o emagrecimento pode ser feito de diferentes formas. Mas sempre precisamos de uma periodização para nos orientar. Sem ela, teremos apenas palpites sobre os intervalos. Por isso, sempre tenha o auxílio de um profissional qualificado para te ajudar a montar uma boa periodização! Bons treinos!

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O açúcar, em suas mais variadas formas, é provavelmente o “nutriente” mais consumido no mundo. Veja neste artigo a relação entre açúcar e emagrecimento!   Que o açúcar é um vício, e sendo assim, se torna o grande vilão quando o assunto é emagrecimento, todos nós já sabemos. O que não compreendemos são as formas de agressividade que ele apresenta ao nosso organismo, nos tornando dependentes de seu sabor e dessa maneira, prejudicando e dificultando muito o emagrecimento. Vamos listar aqui, alguns aspectos que devemos levar em conta antes de consumir esse alimento que se tornou o maior inimigo da dieta e por que o açúcar e emagrecimento são combinações que não fecham!   Calorias Vazias e sua relação com o açúcar e emagrecimento! Na produção do açúcar refinado, são introduzidos diversos produtos químicos.  Principalmente para que ele fique branco e com boa aparência. Nesse processo de refinamento, também é onde o açúcar perde suas propriedades boas, que são seus nutrientes, fibras, sais minerais e proteínas. Com isso, ele se transforma em um alimento com “calorias vazias”, ou seja, selas não trazem qualquer benefício nutricional para o corpo (CARVALHO, 2006).   O que você consome ao ingerir açúcar são calorias que vieram de um alimento altamente processado, tornando pesado a sua digestão e sobrecarregando a sua absorção no organismo, o que irá deixar seu metabolismo mais lento e muito mais suscetível a algumas doenças e ao ganho de peso.   Índice Glicêmico do açúcar O acréscimo de açúcar em qualquer alimento aumenta o índice glicêmico do mesmo. O índice glicêmico (IG) é relacionado com o nível de açúcar no sangue e com a velocidade em que esse açúcar é liberado na corrente sanguínea após sua ingestão. Esse acréscimo no IG, pode fazer com que ocorra picos muito elevados de insulina logo após a alimentação, sendo que no restante do tempo ocorrerá a redução drástica do nível de açúcar no sangue; isso pode ocasionar, a longo prazo, uma resistência à insulina, ou seja, a diabetes mellitus tipo II. O elevado índice glicêmico também pode gerar disfunções hormonais e metabólicas, retardando o funcionamento do metabolismo novamente e desregulando a forma com que seu corpo absorve e utiliza os nutrientes dos alimentos em geral, predispondo ao aumento do estoque de gordura no corpo. Dependência causada pelo açúcar De acordo com Carvalho (2006), há diversas pesquisas que afirmam que a ingestão de comida com açúcar provoca reações parecidas às que acontecem com pessoas que são dependentes de drogas. Em uma experiência com ratos, foi observado que, em relação aos ratos que eram alimentados normalmente, os ratos em que o açúcar era fornecido manifestavam sintomas de abstinência como ranger de dentes, ansiedade e choro excessivo. Além de comer compulsivamente quando o açúcar era novamente disponibilizado, ingerindo mais da metade da ração diária já na primeira hora. Vale salientar que a quantidade de açúcar disponibilizada na ração dos ratos era 25%, e alguns alimentos que nós consumimos são 100% açúcar. Dessa forma, ao consumirmos o açúcar, mesmo após estarmos satisfeitos, vamos querer comer mais e mais, além de não conseguir passar se quer um só dia sem ingeri-lo – e isso é dependência! Essa dependência acontece porque o açúcar proporciona uma sensação de prazer intenso momentâneo, sendo tão difícil resistir a esse alimento, e às suas altas calorias.   Quando o açúcar está mascarado! Não tem como negar: seu sabor é muito atrativo, e isso sem contar suas diversas utilidades. No entanto, não podemos nos enganar. Na maior parte das vezes, o açúcar se máscara. Muitas bebidas que tomamos, por exemplo, contém muito açúcar, e por não ter sabor muito doce, não nos damos conta disso. A maioria dos alimentos industrializados que contém conservantes, contém açúcar também; muitas vezes nem sabemos o que estamos consumindo. Nem imaginamos que alguns alimentos que comemos diariamente possuem esse vilão! Por isso, se você quer ter uma alimentação equilibrada, é importante ficar atento também em relação aos rótulos dos alimentos que você consome. Aí vai algumas dicas de nomenclaturas de açúcares existentes nos rótulos: glicose, melado, xarope, mel, dextrose, maltose, açúcar cristal, açúcar mascavo, concentrados de frutas, entre outros.   Açúcar e carboidratos É muito comum ouvirmos: “Não vou comer nada doce, não quero engordar” e então pede ao garçom um sanduíche de pão francês. O açúcar não se encontra somente nos alimentos que possuem sabor doce, ele também se encontra nos dois tipos de carboidratos. Vamos entender melhor do assunto: Os carboidratos são alimentos capazes de fornecer muita energia ao nosso corpo; após ser consumido, ele se converte em glicose e glicogênio e é armazenado no fígado e nas fibras musculares, estando sempre à disposição para uso. Resumindo: os carboidratos se transformam em açúcar no sangue. No entanto, ele também pode ser armazenado em forma de gordura, se a ingestão for excessiva e se não for utilizado. Os carboidratos podem ser divididos em simples e complexos.   Tipos de carboidratos e sua relação com o açúcar   Carboidratos simples  Os carboidratos simples, também conhecidos como brancos ou refinados, possuem apenas uma molécula de açúcar, que é rapidamente absorvida pelo organismo, fornecendo energia instantânea ao corpo. O problema é que, da mesma forma que a sua digestão, uma grande quantidade de açúcar é liberada no sangue de uma só vez, causando picos de insulina após as refeições e isso tem a ver com seu índice glicêmico (IG), como visto anteriormente. Ocorre que a insulina também é liberada em quantidades elevadas para que consiga carrear todo o açúcar existente no corpo ao seu destino, e dessa maneira, reduz os níveis de açúcar demasiadamente, abaixo do que o corpo considera normal. Quando isso acontece, o corpo diminui o metabolismo para que possa conservar bem todos os órgãos, então ocorre sonolência e baixa disposição, além do corpo implorar para o consumo alimentar novamente (fome), para restabelecer os níveis de açúcar no sangue. Ou seja, você sentirá fome novamente em pouco tempo e ainda pode desenvolver o diabetes tipo II. Exemplos de carboidratos

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De uma maneira geral, as pessoas veem no aeróbico em jejum como uma saída quase milagrosa. Veja neste artigo mais sobre este assunto tão polêmico!   As pessoas tendem a procurar respostas, soluções rápidas para seus problemas. É muito comum vermos produtos ou técnicas que prometem isso e acabam virando moda mundial. Ou seja, este não é apenas um problema do Brasil. Pois bem, o aeróbico em jejum vem se tornando um tema cada vez mais polêmico e que precisa ser debatido com cuidado. Não espere ao final deste artigo, achar uma resposta única. No geral, eu não indico a utilização de aeróbico em jejum, porém, sei que existem pesquisas que mostram bons resultados em determinados públicos. Por isso, independentemente de qual seja a situação, a abordagem precisa ser ampla e plausível! Praticar o aeróbico em jejum pode ser altamente prejudicial, não apenas para sua estética, como para sua saúde. Por isso, antes de optar em fazer tal prática, você precisa levar em conta uma série de aspectos!   Aeróbico em jejum, de onde surgiu esta ideia?   A ideia principal do aeróbico em jejum é aproveitar um dado momento em que os estoques de glicogênio estejam baixos, para “induzir” o corpo a usar mais lipídios como fonte energética. Para isso, é preciso que a atividade em questão seja feita em baixa intensidade e após um longo período sem alimentação. Geralmente, usa-se as primeiras horas após acordar para esta finalidade. Com isso, teríamos um maior gasto de lipídios, o que faria com que o percentual de gordura fosse reduzido. Existem limitações nesta concepção, pois temos que avaliar o metabolismo de maneira mais acentuada. Aeróbico em jejum, contraindicações   Entre os principais opositores ao método do aeróbico em jejum, temos o Doutor Paulo Gentil, que prega que “Não existem fatos, provas ou estudos contundentes que sejam suficientes para defender o treinamento em jejum. O principal fator a ser levantado, é que por mais que alguns estudos contêm com uma maior utilização relativa das reservas de gordura durante e após o final do treino, estes números acabam sendo inexpressivos quando expostos em termos absolutos”. O primeiro ponto a ser levantado em termos de utilização do aeróbico em jejum é a questão da disponibilidade das gorduras para serem fonte energética. A gordura é eliminada principalmente através do CO2 emitido pelos pulmões. Desta maneira, suas moléculas precisam ser quebradas, utilizadas em contrações musculares e seu subproduto, eliminado pelas vias aéreas. Como o corpo tende a usar sempre a fonte energética de mais fácil obtenção, é muito comum vermos pessoas praticantes de aeróbico em jejum com problemas relacionados a sarcopenia. Ou seja, estas pessoas se exercitam usando como fonte energética principal os aminoácidos contidos nos músculos. Com isso, além de não eliminarem gordura de maneira eficiente, ainda tem seu metabolismo se tornando mais lento com o passar do tempo. O resultado da conta é muito negativo! Porém, vemos algumas pessoas com certa autoridade no meio do treinamento físico que defendem a sua utilização. Treinadores como o renomado Waldemar Guimarães utilizam o aeróbico em jejum em seus treinos. E aqui chegamos em um ponto primordial do tema!   Aeróbico em jejum, para quem?   Se de maneira geral, não temos muitos motivos para usar o aeróbico em jejum, em determinados públicos ele é usado de maneira ampla! Um dos maiores pesquisadores do tema é o sueco Torbjorn Akerfeldt, que defende que a utilização do aeróbico em jejum faz com que o corpo utilize quase 3 vezes mais lipídios do que em uma situação normal. Porém, todos os seus estudos apresentam algumas limitações que precisam ser levadas em conta. De maneira geral, ele usa atletas bem condicionados em seus estudos. Além disso, as pesquisas não são longitudinais e avaliam apenas efeitos agudos desta prática.   Leia também: Taper, quando menos é mais!   Por isso, é preciso tomar muito cuidado com as pesquisas apresentadas para defender o aeróbico em jejum. Isso quer dizer que ele não deve ser feito? Depende! Alguns fisiculturistas o utilizam algumas semanas antes das competições e alegam bons resultados. Porém, é preciso saber que estes atletas muitas vezes usam substancias ergogênicas, que potencializam a queima de gordura. Porém, por outro lado, existem algumas evidencias que a utilização de aeróbico em jejum por um longo prazo, pode ser um dos principais causadores de diabetes mellitus.   Devo fazer aeróbico em jejum?   Eu particularmente não indico. Por mais que faltem estudos mais aprofundados, existem maneiras mais seguras de potencializar a lipólise. Quando pensamos em termos de atividades físicas, temos que analisar uma série de situações. Será que a atividade escolhida é de fato efetiva? Será que existem maneiras mais seguras e efetivas para o mesmo objetivo? Tudo isso precisa ser avaliado. No caso do aeróbico em jejum, ele apresenta diversas lacunas. E não leve em consideração o que muitos dizem em sua defesa, pois muitas vezes, o que acontece com a sua prática é a proteólise (utilização de aminoácidos como fonte energética), o que causa perda de peso de maneira rápida. Mas emagrecer é bem diferente de perder peso!   Se o aeróbico em jejum não é indicado, o que devo fazer?   Para que o nosso corpo utilize mais lipídios como fonte energética, a dieta precisa induzir a este quadro, através de estratégias específicas. Além disso, o treino se torna um potencializador disso. Um dos pontos mais importantes é que as células estejam bem condicionadas em condições aeróbicas. Mas ao contrário do que muitos pensam, isso não significa que correr ou caminhar seja o mais adequado. Diversos estudos mostram que a musculação e o HIIT têm excelentes resultados sobre o VO2 máximo. Minha indicação, baseado em meus estudos e prática constante? Alie musculação, HIIT e uma boa dieta. Isso com toda a certeza vai potencializar sua perda de gordura corporal, sem oferecer os riscos que o aeróbico em jejum oferece! Neste vídeo, eu falo um pouco sobre o assunto! Em minha consultoria online, posso te ajudar a atingir suas metas, não importando se você

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Dentro de uma boa estratégia de treinamento, é muito importante que a supercompensação sempre seja levada em conta. Veja mais sobre a importância do Taper neste contexto!   Este é um texto muito importante para você que treina de maneira disciplinada durante todo o ano. Se você é daqueles que burla constantemente seu treino, que raramente termina o programa da maneira que ele foi concebido, pode parar a leitura por aqui, o texto não é para você! Brincadeiras à parte, o Taper é uma importante estratégia para quem quer ter bons resultados em seus treinos, com toda a segurança necessária. Quando pensamos em uma periodização, muito mais do que apenas definir datas e métodos de treino, temos que estipular as alterações de intensidade e volume no período em questão. O descanso planejado é fundamental para que possamos ter melhores resultados em termos de hipertrofia. Por isso, dentro de uma estratégia de periodização bem aplicada, temos que ter períodos com mais e menos intensidade. Nos períodos em que o volume e a intensidade dos treinos é menor, temos o que chamamos de Taper! Taper, o que é este período?   De maneira geral, o Taper significa um período onde reduzimos o volume e a intensidade dos treinos, com o objetivo de potencializar a hipertrofia ou o resultado que se almeja. Na corrida de rua por exemplo, este período também é chamado de polimento e é realizado alguns dias antes de determinada prova. Sem me apegar a termos técnicos, seria basicamente o seguinte: você está treinando de maneira correta e sem burlar os treinos durante um bom tempo. Com isso, seu corpo está recebendo estímulos constantes. Num período pré-determinado, você reduz propositadamente os treinos. Por exemplo, se você treina 40 minutos, com determinado grau de intensidade, vai treinar 20 minutos, sempre de maneira submáxima. Com isso, seu corpo irá “descansar” e ocorrerá a supercompensação. Os resultados disso são bastante positivos. Você irá perceber uma melhora em suas condições gerais, terá melhora em termos de hipertrofia e reduzirá consideravelmente os riscos de overtraining e de lesão.   Como usar o Taper de maneira adequada   Esta é uma questão complexa. Muitas vezes vejo algumas pessoas indicando o Taper para 2 ou 3 vezes no ano. Mas tudo vai depender de que maneira seu treino é conduzido. Se o seu treino é feito em alta intensidade, será necessário que você faça mais períodos de Taper durante o ano. Da mesma maneira, se você usa uma periodização ondulatória, terá menos necessidade de Taper. Tudo isso altera consistentemente a maneira como o Taper pode ser feito. Além disso, temos outras questões a serem levadas em conta. É possível, por exemplo, usar um Taper para determinados grupamentos musculares apenas. Se você apresenta um desenvolvimento menor em algum grupo, pode treinar de maneira mais intensa este por um período e depois entrar em Taper. De maneira prática seria da seguinte maneira: imagine que o grupamento muscular que você queira desenvolver seja o quadríceps e os isquiotibiais. Dentro de um planejamento, você irá treinar estes músculos de forma intensa, de preferência com base na falha concêntrica, durante 5 dias seguidos e depois, passar de 7 a 8 dias sem que eles sejam solicitados em seu treino. Este seria um modelo de Taper, que irá promover adaptações bastante acentuadas. Qualquer um pode fazer isso? Claro que não! Porém, em pessoas que queiram quebra de platô de desenvolvimento, isso pode ser feito. Além disso, é muito importante tomar o devido cuidado com a intensidade deste tipo de treino. E a dieta, como fica no Taper?   Este é um ponto muito importante! Muitas pessoas enxergam o Taper como um período de “férias”. Pois bem, ele não tem nada a ver com férias! Neste momento, você precisa que sua dieta esteja muito bem alinhada, para que hajam nutrientes para suprir as necessidades da síntese proteica.   Leia também: 5 aspectos práticos de um treino de qualidade!   Por isso, a quantidade de micro e macronutrientes precisa estar alinhada com este objetivo. Mais um ponto importante para que o trabalho seja multidisciplinar! A suplementação, a água e a alimentação precisa ser alinhada com este objetivo, senão, de nada vai adiantar fazer o Taper!   Neste vídeo, eu mostro um pouco mais sobre o Taper! Caso você queira um treino periodizado, onde todos estes itens sejam levados em conta, conheça minha consultoria online! Bons treinos!  

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Um treino de qualidade é a base para toda e qualquer estratégia, seja de hipertrofia ou de emagrecimento. Veja 5 aspectos práticos do treino de qualidade neste artigo!   Com a complexidade de nosso corpo, da relação entre corpo e as emoções e de todos os fatores externos, temos um cenário que deve ser avaliado sempre, na montagem de um treino de qualidade. Este conceito, de treino de qualidade, está relacionado a capacidade de conseguirmos impor ao nosso organismo os estímulos corretos, para atingir os objetivos previamente traçados. Temos muitas situações envolvidas neste sentido. Um treino de qualidade precisa ser pensado no sentido amplo, com as variáveis que já citei anteriormente, sempre envolvidas. Para não deixar este conceito tão vago, vou lhe mostrar 5 aspectos práticos de um treino de qualidade, para que você tenha um norte, uma referência!   Treino de qualidade, veja estes 5 aspectos práticos!   Individualidade biológica: Muitas pessoas me procuram pedindo dicas de treino. Na grande maioria dos casos, não consigo ajudar, pois precisaria de uma análise mais profunda de cada caso, justamente por ser impossível verificar as individualidades de cada um neste caso. Um treino que não é feito levando em conta quem você é, seu nível de treino, objetivos e composição corporal, jamais será de qualidade. Além disso, é preciso um acompanhamento constante, para que sejam feitos os devidos ajustes. Isso por que cada pessoa tem uma resposta diferente ao treinamento e estas, precisam estar adaptadas as suas necessidades. Esta é a base para qualquer treino de qualidade. Se isso não for respeitado, nem adianta ver o restante! Escolha dos estímulos adequados para cada fase da periodização: Depois de levada em conta a individualidade biológica, temos a periodização. Mas muito mais do que apenas dividir o tempo em períodos, a escolha dos estímulos para cada fase é o mais importante. Independentemente se você optar pela periodização linear ou ondulatória, é muito importante que os estímulos sejam escolhidos de maneira adequada. Não apenas as questões relacionadas aos estímulos tensionais ou metabólicos, mas também ao desenvolvimento de força, resistência e outras qualidades físicas.   Métodos de treino: Em muitos casos, o treino tradicional já é suficiente para conseguirmos bons resultados. Porém, se usarmos alguns métodos de maneira adequada, poderemos potencializar os resultados. Isso por que muitos métodos nos trazem um grande aumento de intensidade, um fator fundamental para obter melhores resultados. O Drop-set, o Bi-set ou mesmo o treino até a falha concêntrica  são ótimas saídas para potencializar os efeitos de seu treino, desde que isto tudo seja pensado na periodização.   Descanso adequado: Pode até parecer clichê, mas a grande maioria das pessoas peca pelo excesso. Sem o descanso adequado, não há possibilidades de ganhos mais acentuados. Por isso, um treino de qualidade sempre precisa levar este fator em conta. Não apenas no intervalo entre um treino e outro, mas na manipulação da quantidade de treinos em cada fase da periodização. Além disso, em dados momentos, o Taper é bastante interessante! Dieta alinhada: Se o treino precisa ser individualizado, o descanso planejado, falta ainda a outra base, que é a dieta. Se você tem uma dieta que não está alinhada ao seu treino, não haverá possibilidade de ter ganhos mais acentuados. Na verdade, se sua dieta não for bem trabalhada, de nada adiantará treinar! Por isso, conte sempre com a ajuda de um bom nutricionista. Aqui vale um alerta, vejo muitas pessoas não indo ao nutricionista com a desculpa de que é caro, mas gastam verdadeiras fortunas em suplementos. Um bom nutricionista irá fazer com que você não tenha necessidade de suplementar tanto e com isso, você ganha em qualidade por um preço menor!   Um treino de qualidade tem várias situações a serem levadas em conta, mas estas aqui apresentadas são a base para qualquer um deles. Se você não tem como obter tudo isso, conheça minha consultoria online, onde posso te ajudar de verdade! Bons treinos!  

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